Categoria IDEIA DE NEGÓCIO

porDenis Pereira

Ideia de Negócio de R$ 11 milhões com (carne de sol)

Ideia de Negócio da Brasil Vexado vende desde o prato típico até um hambúrguer feito da iguaria

 

Ideia de Negócio com venda de carne seca

Ideia de Negócio

Ideia de Negócio com carne de sol da Brasil Vexado (Foto: Reprodução/Facebook/Brasil Vexado)

A Ideia de Negócio da Brasil Vexado nasceu em Brasília e vende desde o prato típico até um hambúrguer feito da iguaria. Não é apenas de fast-foods de comida estrangeira que o mercado de alimentação sobrevive. Empresários brasileiros estão apostando na comida típica nacional para conquistar o mercado como as grandes cadeias internacionais.

Um desses casos é o da Brasil Vexado, rede de restaurantes criada por Estéfano Flenik e Cléber Teixeira, ambos de 41 anos.

O estabelecimento, criado em 2003, nasceu como um delivery de carne de sol de Brasília e hoje já é uma cadeia com 11 lojas que faturaram, ao todo, R$ 11 milhões em 2016.

Amigos desde o colegial, os dois tiveram a ideia do negócio observando o restaurante de carne de sol do pai de Teixeira. “O pessoal fazia uma fila enorme no  lugar. Por isso tivemos a ideia de entregar em casa, para tirar esse inconveniente”, diz Flenik.

Na época com 27 anos, a dupla decidiu se arriscar e desembolsou R$ 60 mil para abrir a primeira loja. Apesar de ambos morarem em Brasília, os dois vieram de diferentes cidades do Rio Grande do Norte e por isso conheciam bem a culinária de lá.

Quem preparava as carnes era o próprio Teixeira, que já conhecia o ofício, e os pratos não podiam ser consumidos no estabelecimento – a empresa tinha apenas um esquema de delivery.

No entanto, a situação mudou rapidamente. “Os dois primeiros meses foram um sucesso absurdo e tivemos que criar um espaço para consumo imediato devido à pressão dos próprios clientes”, afirma Flenik.

 

Ideia de Negócio com venda de carne seca

Ideia de Negócio

Os fundadores da Brasil Vexado, Estéfano Flenik e Cléber Teixeira. (Foto: Divulgação)

Os amigos fizeram uma reforma na loja, mas com o aumento cada vez maior de frequentadores, perceberam que logo mais teriam que se mudar.

Dois anos depois, a dupla foi para um restaurante maior. Lá, os dois desenvolveram um novo tipo de prato para agradar ainda mais os clientes. “A porção de carne de sol tradicional serve quatro pessoas. Criamos um prato individual que fez muito sucesso.”

Com o sucesso do restaurante ao longo do tempo, os amigos decidiram que queriam franquear a marca. Em 2010, os dois começaram o processo de entrada nesse mercado e contrataram uma empresa de consultoria para auxiliá-los no processo.

A ideia foi, então, abrir mais algumas lojas próprias para padronizar o funcionamento do restaurante. Os dois chegaram a ter mais quatro estabelecimentos, inclusive alguns dentro de shoppings centers. “Foi assim que mudamos o modelo de cozimento da carne de churrasqueira a carvão para a de gás, por exemplo. Deixa o processo mais rápido.”

Em 2013, a Brasil Vexado vendeu sua primeira franquia. Nós próximo anos mais nove seriam negociadas, uma inclusive fora do estado, em Palmas, no Tocantins. Esta foi aberta oficialmente no início de 2017.

Segundo Flenik, um dos segredos para o sucesso da rede foi descoberto em 2016 pelos dois sócios. Na época, uma loja da dupla podia ser adquirida por R$ 500 mil. Em busca de uma forma de diminuir o preço do estabelecimento, eles começaram a estudar modelos novos de negócio.

Foi quando eles tiveram a ideia de criarem restaurantes do tipo fast casual. A ideia é deixar todos os ingredientes prontos ou semiprontos e tornar a montagem do prato o mais personalizável possível. Segundo Felink, o cliente sai com o prato pronto em até seis minutos se a fila estiver grande.

O modelo deu tão certo que hoje a dupla tornou-o padrão para todas as suas lojas. “Diminuímos em até R$ 200 mil o valor de compra da franquia”, afirma o empresário. A ideia é, crescer cada vez mais, tornando pratos típicos da Brasil Vexado, como o hambúrguer de carne de sol, cada mais populares.

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Fonte: Por Júlio Viana
Fotos Divulgação
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porDenis Pereira

IDEIA DE NEGÓCIO DE COMIDA VEGETARIANA FATURA R$ 300 MIL AO MÊS

Ideia de negócio de comida vegetariana 

Como hambúrgueres, almôndegas e quibes de soja.

Ideia de negócio de comida vegetariana

Ideia de negócio de comida vegetariana

 
Em 2001, aos 18 anos de idade, a paulista Mariana Falcão decidiu tomar um passo importante em sua vida e virar vegetariana. Além de impactar sua dieta alimentar, a escolha de excluir a carne animal de suas refeições fez com que seus pais, o engenheiro de alimentos Tércio e a cozinheira Maria Silvia, reformulassem o cardápio do lar e notar como era difícil, naquela época, encontrar opções e variedade para vegetarianos no mercado.
 
Tão logo, a dupla passou a cozinhar hambúrgueres, almôndegas e quibes de soja para a filha e também para vender em algumas lojas e restaurantes vegetarianos. E foi assim que nasceu a Mr. Veggy, empresa de congelados vegetarianos que está no mercado desde 2004.
 
Hoje, quem lidera a empresa é a própria Mariana, 34, formada em administração e ainda vegetariana.  A administradora lembra de toda a trajetória que seus pais realizaram para criar o negócio.
 
“Com um investimento inicial de R$ 50 mil, em 2004, eles montaram a fábrica da Mr. Veggy em Santana de Parnaíba, onde eram produzidos os salgados de soja. Os produtos foram bem aceitos logo de início porque eles facilitavam a vida de diversas cozinhas industriais, restaurantes e lojas vegetarianas porque vinham completamente prontos e temperados”, diz Mariana.
 
Porém, em 2008, quando sua mãe ficou doente, Mariana assumiu a presidência da Mr. Veggy. “Tomei a liderança da empresa em um momento de estagnação. Logo percebi que nossa oportunidade de crescer estava em conquistar mais clientes, grandes cozinhas indústrias e lojas de produtos naturais. Meu trabalho era garantir que todas as lojas de produtos naturais de São Paulo tivessem nossos produtos”, diz a administradora.
 
 Comida para vegetarianos

Ideia de negócio de comida vegetariana

 
Produtos estes que hoje vão além de opções com soja. Atualmente, o cardápio da Mr. Veggy conta com opções de hambúrgueres de quinua e grãos (grão de bico, lentilha, milho, ervilha), salgados integrais de palmito, berinjela, alho poró, quibe de abóbora, de escarola e tomate seco e até coxinha de legumes. Os salgados têm ticket médio que varia de R$ 16 a R$ 23 para o consumidor final.
 
“Todas as receitas são de origem vegetal, produzidas com ingredientes in natura e não transgênicos que são cultivados em agricultura familiar. Usamos gordura de palma, farinhas integrais, sal marinho e nenhum conservante ou aroma em nossos salgados”, afirma Mariana. Tudo é concebido de forma colaborativa pelos 22 funcionários que atuam na fábrica, que migrou para um espaço maior, mas continua em Santana de Parnaíba.
 
Desde a entrada de Mariana no negócio, a Mr. Veggy vem crescendo em torno de 30% ao ano. Atualmente, a marca está faturando aproximadamente R$ 300 mil ao mês e espera encerrar 2017 com R$ 3 milhões.
 
“Viemos crescemos muito nesse ano e no anterior porque as alimentações vegana e vegetarianas têm virado tendência. Também temos uma vantagem no mercado porque somos uma empresa que apostou no vegetarianismo há anos atrás”, afirma a CEO.
 

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Apesar do sucesso, a Mr. Veggy tentará alçar novos voos no próximo ano. Além de ter seus produtos em supermercados, cozinhas industrias, lojas de varejo e até hamburguerias em diversas capitais do país, a empresa quer servir seus produtos em buffets e redes de hotelaria e vender para fast-food. Outra ideia para o futuro é se aventurar em criações doces. 
Fonte: PEGN – Fotos: Divulgação
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2 – http://portalg2.com.br
 
 
porDenis Pereira

FAST-FOOD DE ESPETINHOS É NEGÓCIO LUCRATIVO.

A Steak Me trabalha apenas com carnes nobres. Espetos são vendidos por valores entre R$ 8 e R$ 15
Negocio lucrativo com churrasco
Steak Me oferece espetinhos de carne a partir de R$ 8 (Foto: Divulgação/Tomas Rangel)

ndré Ayres, 45 anos, Marcus Grossi, 49, e Roberto Pessoa, 51, são amigos de infância que decidiram se tornar também parceiros de negócios. A sociedade começou em 2010, quando o trio abriu em Belo Horizonte o Djalma, bar especializado em carnes nobres. “O Roberto já tinha experiência com restaurantes. Posteriormente, nós vimos a possibilidade de montar um botequim com chefs e pratos elaborados”, afirma Ayres.
O negócio vingou e levou os amigos a investirem em novos empreendimentos.
Surgiu assim o Grupo Mar, que reúne bares e restaurantes especializados em cortes de carnes especiais. A mais recente aposta dos empresários é o Steak Me, fast food de carnes nobres criado em 2014. “Nossa ideia foi democratizar o consumo de carne angus, mantendo o mesmo padrão dos produtos que vendemos em nossos restaurantes, diz André. 
Para criar o restaurante de espetos, que além da matriz em Belo Horizonte hoje conta com duas unidades no Rio de Janeiro, os amigos buscaram inspiração em Nova York – cidade em que conheceram o Meatpacking District, bairro que chegou a ser responsável pela produção de um terço da carne consumida nos Estados Unidos.
O investimento inicial dos amigos para criar o Steak Me foi de R$ 600 mil.
O espaço com ambiente moderno oferece espetos de 120 gramas de queijo, frango e carnes por valores entre R$ 8 e R$ 15. “Um de nossos diferenciais é que nós mesmos processamos as carnes. Compramos as peças de um frigorífico, montamos os espetos e embalamos em embalagens a vácuo”, afirma André.
De acordo com o empresário, cada restaurante da rede recebe semanalmente 2 mil clientes, em sua maioria pessoas das classes A, B e C que gastam em média R$ 50. 
Negocio com churrasco
Cada unidade do Steak Me recebe 2 mil clientes por semana (Foto: Divulgação)
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Por: PEGN – Fotos: Divulgação
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porDenis Pereira

Microfranquia barata – Invista 700,00 e ganhe até 4 Mil por mês – Confira!

Empreendedora criou microfranquia de tratamento de cabelos em domicílio.

O investimento inicial no negócio é bem baixo: R$ 700.


Micro-franquia barata e lucartiva

O setor de beleza não tem o mesmo brilho de pouco tempo atrás, mas ainda dá lucro para quem sabe buscar a clientela. Foi o que aconteceu com uma empreendedora de São Paulo que criou uma microfranquia de tratamento de cabelos em domicílio. A novidade agradou, até porque o investimento inicial no negócio é bem baixo: R$ 700.

O brasileiro está gastando menos com produtos de higiene e beleza. No ano passado, a queda foi de 2,5% nas vendas. E neste cenário, se deu bem quem se reinventou. A ideia de Selene Ferreira de criar a microfranquia surgiu quando ela percebeu que a crise e o desemprego fizeram disparar a procura por pequenos empreendimentos: “Até aquelas que estão desempregadas têm sempre um valor guardado, um parente, um marido, uma mãe que ajuda. Então, com pouco investimento ela começa já um modelo de negócio como este e começa a ganhar”.

Selene estudou o negócio por nove meses e investiu R$ 50 mil. O pulo do gato foi fazer parceria com uma grande rede de salões de beleza, que fornece os produtos a preço de fábrica para ela. “Tem uma grande oportunidade daquelas pessoas que precisam de um trabalho começarem um negócio mesmo que seja simples, mas tendo a possibilidade de crescer com esse pequeno negócio, com esse pequeno investimento”, afirma Nilton Molina, diretor técnico da rede.

A microfranquia tem malas com kits para tratamento de cabelo, como xampu, máscara, secador, escova, prancha e toalha. O modelo mais barato custa R$ 700. A pessoa pode fazer até 20 aplicações com o produto e já consegue faturar R$ 4 mil por mês. O preço baixo atraiu muitos interessados e em três meses Selene vendeu 52 malas.

Cada micro franqueado recebe treinamento de dois dias, aprende a técnica de uso dos produtos com noções de gestão do negócio. Mas ter o kit não é garantia de faturamento e o maior desafio é vender. A dica é começar divulgando para amigos e nas redes sociais. “A ideia é que ela compre um produto e ela preste um serviço, que na prestação de serviço a rentabilidade cresce muito e que ela revenda e mantenha essas clientes dela com a manutenção desse produto”, orienta Selene. 


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EWOÉ
Alameda Madeira, 162, sala 1406 – Alphaville
São Paulo/SP – CEP: 06454-010
Telefone: (11) 4382-3609
www.ewoe.com.br


Por: Dicas de Negócios PME
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porDenis Pereira

Fabricação de Minicarteira é Negócio Lucrativo com Baixo Investimento

Empresário criou mais de 60 protótipos até achar o modelo ideal. No primeiro ano, faturou R$ 150 mil com vendas.

como ganhar dinheiro com venda de carteiras


Um empresário do Paraná criou a carteira para quem quer levar o mundo dentro do bolso. O velho costume de levar tanta coisa na carteira, que de tão gorda quase não cabe no bolso, levou Thiago Lorusso a criar um modelo mais compacto.

“Comecei em 2015 e levei seis meses no projeto de planejamento. Foram mais de 60 protótipos até chegar ao modelo ideal. Até hoje mudo processos de produção, a melhoria continua”, conta Thiago.

Thiago explica que o funcionamento da carteira é bem simples. Na parte de baixo, coloca-se a carteira de motorista. Nessa mesma parte tem dois compartimentos elásticos para colocar os cartões. Tem também um compartimento duplo para guardar pequenos objetos, como uma chave ou um cartão de memória.

O empresário conta que com pouco dinheiro foi investindo, tentando e criou o site: “Minha bagagem como publicitário ajudou muito, mas foi importante a economia do dinheiro”.

Hoje, a fabricação é terceirizada por questão de custo e de especialização de mão de obra. Montar uma equipe aumentaria muito o custo fixo do negócio. No primeiro ano, Thiago faturou R$ 150 mil. A expectativa dele para esse segundo ano é faturar mais de R$ 200 mil. 

As vendas são feitas pelo site e o modelo mais básico, em preto, custa R$ 79.

POKT
Telefone: (41) 99962-6562
Email: contato@pokt.it
www.pokt.it


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porDenis Pereira

5 MÁQUINAS DE COMIDA PARA EMPREENDER EM CASA

Empreendedor – Diversas oportunidades para quem sonha com um negócio em casa

Máquinas para empreender em casa
Máquinas para empreender em casa são sucesso (Foto: PortalG2.com.br)

Não faltam oportunidades para quem está pensando em abrir um negócio no ramo de alimentação. Existe no mercado diversas máquinas de comida disponíveis para compra e abrir um novo negócio. Sem ultrapassar os R$ 30 mil, mostraremos máquinas como pipoqueiras e sorveteiras até produtos especializados na produção de brigadeiros. OBS.: Todas as máquinas poderão ser operado de casa, (home office).

Confira abaixo as principais novidades em máquinas de comida para empreendedores:

1. Salgados

Lançada pela MCI a máquina “MiniFesta” pode produzir até 1000 doces e salgados por hora. O produto custa R$ 13,5 mil e por ser compacto poderá ser montada em sua casa, doceria, salão de festas, buffet e etc.

Mini Festa, da MCI para Empreendedor (Foto: Rennan A. Julio / Editora Globo)

TELEVENDAS: (11) 4013-7223

2. Sorveteira

Criada pela Finamac para quem sonha em empreender com sorvetes, o maquinário chamado Turbo 8 produz até 200 picolés por hora. O kit completo sai por R$ 24,5 mil e poderá ser operado em um peque espaço.

Sorveteira da Finamac
Sorveteira da Finamac (Foto: Rennan A. Julio / Editora Globo)

Endereço: Avenida Nazaré 1657 – Ipiranga
CEP: 04263-200
São Paulo, Brasil
Tel: +55 11 2135 6500


3. Pipoqueira

Vending machine especializada em pipocas, a Mais Pipoca pode ser comprada por R$ 13 mil. O produto pode ser manuseado sem treinamento. 

Pipoqueira para microempreendedor
Mais Pipoca está à disposição dos empreendedores (Foto: Rennan A. Julio / Editora Globo)

Endereço: R 101, Km 157,7 n.º 4433
Bairro Santa Luzia – Porto Belo
CEP: 88210-000

Horário de Funcionamento:
Segunda a Sexta: 08:15 às 12:00 | 13:00 às 18:00
0800 643 5543
+55 (47) 3261-7900

4. Misturador de brigadeiro

Criado pela Vonin, o misturador de brigadeiro foi criado pensando em empreendedores que sonham em abrir um negócio festas, confeitaria entre outros. O produto serve para misturar brigadeiros de qualquer sabor, sem a necessidade da operação humana. Ele pode ser encontrado por R$ 1500. 

Misturador de brigadeiro
Misturador de brigadeiro lançado pela Vonin (Foto: Rennan A. Julio / Editora Globo) 

Telefone: (11) 2571-549
Endereço: R. Antônio João de Medeiros, 426-A Galpão 5 Itaim Paulista – São Paulo – SP

Achamos no mercado livre por até 998,00 ==> https://lista.mercadolivre.com.br/misturador-brigadeiro-panela


5. Kit festa

A Bralyx vende uma linha de máquinas capaz de produzir salgados e doces em grande escala. No valor de R$ 29 mil, o empreendedor tem acesso a New Dully, linha que entra desde pães de queijo e empadas até cookies e churros. 

Salgados e doce em uma única máquina
Salgados e doce em única máquina para Empreendedor (Foto: Rennan A. Julio / Editora Globo)

Telefone: (11) 5072-2099
Ligue agora

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porDenis Pereira

MÓVEIS PARA CRIANÇAS – FABRICANTE FATURA R$ 5,5 MILHÕES

Fabricantes de Móveis para crianças, Luciana Raunaimer e Diego Verri estão à frente da Ameise Design, marca de móveis e decoração de inspiração artesanal e nostálgica para crianças

mobiliário e peças infantis
(Foto: Divulgação)
“Acho que, por sermos jovens, conseguimos fazer uma releitura mais moderna de mobiliário e peças infantis para além de coisas de ‘princesa e príncipe’ e atender um nicho carente no mercado”, afirma Luciana.
Os planos elaborados em conjunto pelos arquitetos paulistanos Luciana Raunaimer, 31, e Diego Verri, 33, de fato, os impulsionou a chegar longe. A dupla, que se conheceu durante os anos de graduação, se apaixonou, casou e decidiu empreender junto lançando uma marca de imobiliário infantil com inspiração retrô, a Ameise Design, em 2012.
Tudo começou quando um amigo do casal estava prestes a ser pai. Luciana e Diego, por terem participados de concursos de design e também interesse pelo setor infantil, decidiram presentar o colega com um berço manual de inspiração nostálgica. “Mas, como não tínhamos habilidade para fabricar o móvel, acabamos comprando uma berço de mercado”, afirma Luciana.
O projeto de berço que não foi feito não morreu: ele foi parar no portfólio online da arquiteta, em 2009, para que as pessoas o conhecessem. Por conta das ferramentas de buscas da internet, alguns usuários encontraram o blog de Luciana e se interessaram pelo berço. “Passei a receber emails esporádicos de pessoas interessadas em comprar o móvel que, até então, era só um projeto”, diz a arquiteta. Após muitos pedidos, em 2011, ela decidiu acatar a vontade de sua clientela em potencial.
Móveis para crianças
Mobília da linha Safari (Foto: Divulgação / Rodrigo Zorzi)
Depois de muitas pesquisas de mercado e contato com marceneiros conhecidos durante a graduação, Luciana abandonou o caminho de arquitetura no qual estava há mais de uma década. Em 2012, ela começou a desenhar novos projetos para oficializar a abertura da Ameise:
“Passei a criar pedidos de outros berços e camas infantis para compor o catálogo da marca e realizar nossas primeiras vendas em uma feira infantil”. Com um investimento inicial de R$ 3 mil, o casal participou da feira e vendeu 10 projetos de camas e cômodas infantis.
Conforme a Ameise foi se tornando mais conhecida, novos clientes pediam projetos para a arquiteta, que desenhava e os adicionava ao catálogo. É assim que a marca cresceu e conta hoje com mais de 2 mil produtos, que vão desde móveis a enxoval: berço, cama, cômoda, lençol, manta, almofada, quadro e papel de parede.
Todos os produtos são desenhados por Luciana (exceto os papéis de parede, que são feitos por designers), executados por uma marcenaria terceirizada e pensados tecnicamente por Diego. “Nosso mobiliário é planejado em um estilo de marcenaria antiga, com ar retrô e sofisticado. Usamos apenas madeiras ecológicas e prezamos pela produção sustentável”, afirma a empreendedora.
Móveis para crianças
Mobília da linha Brasilidades (Foto: Divulgação / Rodrigo Zorzi)
No ano passado, o casal faturou R$ 5,5 milhões com a venda de cerca de 4 mil produtos, sendo 70% deles berços. Por enquanto, algumas das peças da marca estão disponíveis à pronta entrega, enquanto outras são produzidas por demanda. Mas, para o ano que vem, o objetivo é ter tudo armazenado no estoque.
“Também, para próximo ano, planejamos montar uma plataforma completa de compras e ampliar nosso atendimento. Hoje, entregamos para o todo Brasil, mas só oferecemos equipe de montagem na capital de São Paulo. Queremos ofertar esse serviço também ao interior do estado e a outras capitais do país. Outro projeto é abrir mais duas unidades do nosso estúdio em São Paulo”, diz a arquiteta.
O processo criativo também irá continuar, pois, em 2018, a Ameise irá ampliar o catálogo com mais uma linha.
“Acho que, por sermos jovens, conseguimos fazer uma releitura mais moderna de mobiliário e peças infantis para além de coisas de ‘princesa e príncipe’ e atender a um nicho carente no mercado”, afirma Luciana, que garante que passinhos de formiga podem levar ao caminho certo e à concretização de um negócio bem sucedido.
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Por Vitória Batistoti
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porDenis Pereira

11 IDEIAS DE NEGÓCIOS PARA ABRIR – TRABALHAR EM CASA

Está pensando em começar um negócio? Veja opções para trabalhar sem sair de casa

Veja opções para trabalhar sem sair de casaVários negócios só exigem um telefone e um computador (Foto: ThinkStock)

Abrir um negócio em casa é o sonho de muitos brasileiros. Você pode criar e instalar um home office na residência, o que diminui os gastos e aumenta a rentabilidade do seu novo negócio.

Para começar, é importante achar um espaço dedicado ao “escritório” ou “empresa” de preferência um comodo separado para evitar as distrações familiares para não afetar a sua produtividade.

Nós preparamos uma seleção com vários negócios para abrir em casa, Confira abaixo:

1ª.  Técnico de informática

Se você já tem uma formação na área, pode começar como um empreendedor individual atendendo como técnico na própria casa das pessoas. Para se diferenciar, seja profissional, crie um cartão de visitas, site ou forma para as pessoas te conhecerem e contatarem facilmente. O atendimento também será algo que facilitará uma boa divulgação boca a boca.

2ª. Decoradora de bolos

É um nicho de mercado que cresce a cada dia. Muitas confeiteiras têm se especializado na decoração de bolos, com detalhes cada vez mais sofisticados. Várias delas trabalham como prestadoras de serviço para famosas boleiras ou redes de confeitaria ou ainda de forma autônoma.


3ª. Fabricação de comida congelada

Outro segmento que só cresce, o de refeições ou quitutes congelados é um bom começo para quem tem talentos culinários e quer iniciar um negócio em casa. Pode ser uma receita de família ou aquele pão de queijo que só você sabe fazer, o importante é dar o primeiro passo escolhendo um produto e checando sua possibilidade de congelamento.

4ª. Fabricante de geleias ou pimentas em conserva

Fabricação de geleias de frutas para revenda ou sob encomenda. O fator positivo da fabricação de geleias e compotas é que estes produtos contam com durabilidade maior. Higiene e apresentação do produto são fatores fundamentais neste negócio.

5ª. Dog walker (passeador de cães)

A ideia foi importada e está ganhando muitos adeptos aqui no Brasil. Os donos de cachorros que trabalham o dia todo contratam dog walkers para passear, alimentar e brincar todo dia com os animais. O serviço geralmente é cobrado por mês.

6ª. Confecção de velas, sabonetes e produtos aromáticos

O mercado para produtos aromáticos vai de vento em popa no Brasil. Hoje, é possível atuar a partir de uma pequena estrutura em casa e revender para lojas ou pela internet. Os produtos vão desde velas decorativas até lembrancinhas para maternidade (pequenos sabonetes).

7ª. Nutricionista

Elaborar cardápios, receitas e indicar dietas adequadas para seus pacientes faz parte da rotina de um nutricionista. Este profissional pode ser requisitado por pacientes, ser indicado por médicos, ou procurado também por empresas em busca de consultoria para seus refeitórios ou produtos alimentícios.

8ª. Redator de conteúdo (Sites e redes sociais)

Saber se comunicar com seu público-alvo na web através de conteúdo atrativo é tarefa para os especialistas em criação de conteúdo. Este profissional deve saber escolher a melhor forma de expressão para seu cliente se comunicar através de sites e redes sociais. Ele pode trabalhar de forma autônoma e buscar seus póprios clientes (geralmente empresas) ou trabalhar para uma agência de conteúdo/comunicação. Domínio da língua portuguesa é fundamental.

9ª. Designer de joias/bijoux

O desenvolvimento e fabricação de peças de bijouteria é um negócio promissor e as criações podem ser vendidas pela internet, para conhecidos, lojas, noivas, etc.

10ª. Blogueiro

Se você é especialista em determinado assunto pode criar um site/blog sobre o tema e tornar-se um blogueiro. Os blogs mais acessados podem contar com anúncios pagos (de empresas anunciantes ou Google AdSense, por exemplo), posts patrocinados e outras formas de remuneração. Para isso, é preciso construir um público relevante e participativo, que gere movimento no seu site, fazendo com que ele apareça em boa colocação nos buscadores da internet sobre o assunto.

11ª. Secretária Remota

Hoje, com a ajuda da internet é possível oferecer o serviço de secretária realizado a partir de casa. O serviço é muito requisitado por pequenas e médias empresas e profissionais autônomos e inclui desde a prospecção de novos clientes e agendamento de reuniões até a transferência de ligações (como se estivesse no mesmo local de quem a contratou).


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Fonte: Go Home Foto:ThinkStock 
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porDenis Pereira

GANHE 15.000,00 MÊS com Microfranquia BARATA que é um SUCESSO!

No Brasil existem mais de 500 opções de microfranquias Baratas e de baixo risco para pequenos empresários.

Ganhe 15.000,00 com venda de capachos (home office)

Um investimento barato e de baixo risco até parece mentira, mas existe: são as microfranquias. No Brasil, tem mais de 500 opções deste modelo de negócio, um deles é para vender tapete.

Saber vender faz parte da rotina do empresário Gustavo Santos e ser um bom observador também. Ele é um dos franqueados de uma rede curitibana que produz tapetes e capachos personalizados para empresas.

Gustavo trabalhava em banco, mas sempre quis ser dono do próprio negócio. O sonho se concretizou quando ele soube que a empresa tinha o formato de microfranquia, modelo de negócio com valor de investimento até R$ 90 mil.

“As redes atuantes dentro desse mercado de microfranquias são redes que nasceram como microfranquias ou redes que têm investimento maior, mas que adaptaram o modelo de negócio para investimentos mais baixos”, explica o coordenador de microfranquias ABF, José Rubens Oliva.
“Há 39 anos, a gente tem uma equipe de varejo que faz venda de tapete personalizado para todos os segmentos, como é um negócio que dava muito certo, a gente queria replicar esse modelo para o Brasil todo, e o jeito melhor de fazer isso foi tendo a microfranquia”, fala Francisco Tramujas, gestor da rede.

“É um segmento que está crescendo. Muitas vezes, grandes marcas estão entrando nesse segmento e novas franqueadoras estão entrando porque entendem que esse é um modelo de expansão sustentável tanto para a franqueadora, tanto para o franqueado”, diz José.

Uma das vantagens para quem quer investir numa microfranquia é poder trabalhar de dentro de casa, como é o caso do Gustavo, que há dois anos transformou a sala em escritório. “Desde que você tenha disciplina para trabalhar, a estrutura é enxuta, mesa, computador, tablet, que me ajuda bastante nas visitas, e é isso: a empresa está montada”, explica Gustavo.

Na época, ele investiu R$ 10 mil no negócio. Hoje, para se tornar um franqueado, o valor é até menor: R$ 7.990.  O Gustavo recuperou o investimento em três meses. Hoje ele fatura R$ 15 mil por mês vendendo os tapetes personalizados para academias, empresas e lojas. O produto fez tanto sucesso que uma rede inteira de loja de bolos virou cliente.

“É uma rede de lojas, hoje eles têm 320 lojas, espalhadas pelo país, eu entrei com o objetivo de vender paara uma única loja e hoje eu estou atendendo a rede toda”, conta Gustavo.

“Ele foi muito atencioso, genuíno interesse mesmo. Eu gostei bastante da forma como ele nos abordou na loja”, conta Vagner Simões, dono da loja de bolos.

A fábrica de tapetes tem hoje 106 franqueados como o Gustavo. A meta é chegar a 250 nos próximos dois anos.

“É um segmento que está crescendo. Muitas vezes, grandes marcas estão entrando nesse segmento e novas franqueadoras estão entrando porque entendem que esse é um modelo de expansão sustentável tanto para a franqueadora, tanto para o franqueado”, completa José.

“Sempre trabalhei de carteira assinada, eu sempre fui CLT. Foi o meu primeiro negócio, está sendo o meu primeiro negócio e eu estou gostando”, completa Gustavo.

KAPAZI INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CAPACHOS
Rua das Amoreiras, 270 – Almirante Tamandaré
São Paulo/SP – CEP: 83507-630
Site: www.cooperkap.com.br / www.kapazi.com.br
Email: marketing@kapazi.com.br

COOPERKAP
Telefone: (11) 9 8753-0898
Email: franqueado105@cooperkap.com.br
Site: www.cooperkap.com.br

CASA DE BOLOS
Rua Teodoro Sampaio, 636 – Pinheiros
São Paulo/SP – CEP: 05405-050
Telefone: (11) 3539-7600
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porDenis Pereira

Biscoito Caseiro Vira Ideia de Negócio lucrativo de Sucesso

O Biscoito preparado pela avó virou um negócio lucrativo.

Ideia de Negocio de Venda de biscoito caseiro

Desafio foi transformar um biscoito artesanal em um produto para o varejo.

A receita de um biscoito preparado pela avó virou um negócio lucrativo para uma empresária do Maranhão. O principal produto de Isabela Muhad é um biscoito artesanal que a avó dela aprendeu a fazer há muito tempo, quando ela ainda estudava em um colégio de freiras.

A receita da avó Tereza está há três gerações na família e ninguém sabe muito ao certo de onde veio o nome, mas o fato é que ficou conhecido como Zé Pereira e virou um biscoito típico do Maranhão. É fininho, leve e crocante, perfeito para tomar com um café.

“Ela começou a fazer a receita para festas, eventos, casamentos e na nossa cidade, aqui no Maranhão, se tornou muito famoso. Depois de um tempo, a gente viu que não era só o maranhense que amava o biscoito, mas sim outras pessoas de todo o Brasil. E a gente entendeu que a gente deveria levar esse biscoito pro Brasil inteiro”, conta Isabela.

O maior desafio foi transformar um biscoito artesanal, fininho e crocante em um produto para varejo. Depois de muito estudo, a solução foi uma lata. “Com ela, a gente tem seis meses de validade, produto sem conservantes e ainda por cima perfeita para presentear”, explica Isabela.

A família investiu R$ 300 mil no negócio para expandir a produção. O faturamento mensal é de R$ 100 mil. As vendas são feitas, principalmente, pela internet: “Hoje nosso biscoito já está em várias cidades do Brasil. É muito bom ver que a gente conseguiu botar um produto artesanal, uma receita de família, em empórios tão importantes e tão procurados em todo o país”, comemora.

ZÉ PEREIRA & MARIA AMÊNDOA
Av. Daniel de La Touche, 987 , Quiosque 319 – Shopping da ilha – Cohama
São Luís/ MA – CEP: 65074-115
Telefone: (98) 99104-0102
Email: delicia@zpma.com.br
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ST MARCHE ITAIM
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