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porDenis Pereira

Cinco dicas para montar uma loja de sucesso

Uma das atrações da Feira do Empreendor, evento que acontece na capital paulista até domingo (28), é a Loja Modelo: um estabelecimento comercial que vende roupas e está montado de acordo com os princípios que mais atraem clientes. “É uma forma de transferir conhecimento de forma lúdica, com conceito aplicado e em pouco tempo”, diz Gustavo Azevedo, consultor do Sebrae-SP.

A loja da Feira do Empreendedor tem 90 m² e teve um investimento de cerca de R$ 80 mil. A seguir, confira cinco dicas para ter sucesso na sua loja:

1. Capriche no aroma: A loja deve ter um cheiro que agrade ao público-alvo. “Comprar é uma experiência sensorial”, afirma Azevedo. De acordo com o consultor, há perfumistas que pensam no perfil dos clientes e elaboram um aroma específico. Se for agradável, as pessoas sentirão vontade de tocar nas peças e entrarão na loja.

2. Pense na trilha sonora: Quantas vezes você já saiu de um lugar por não suportar o tipo e o volume da música ambiente? Na Feira do Empreendedor, os monitores ensinam a sempre pensar no estilo do público e no objetivo da loja. Canções calmas fazem com que o tempo de permanência no recinto seja maior. Se é época de liquidação, a melhor opção é uma música agitada, que estimula o consumidores a gastar.

Também é importante evitar gêneros muito marcantes – lojas que reproduzam, com frequência, hits sertanejos ou do axé podem ficar associadas a eles. “A música instrumental é a ideal. Mas é preciso ter bom senso: ela não combinaria com uma loja de surf ou de games, por exemplo”, diz o consultor do Sebrae-SP.

3. Um cantinho para os homens: A Loja Modelo reserva uma área confortável, com poltronas, para os acompanhantes masculinos: o chamado estacionamento de marido. De acordo com Azevedo, as mulheres compram mais quando estão com as amigas e permanecem no estabelecimento pela metade de tempo nas ocasiões em que os parceiros as acompanham. Por isso, é importante ter um cantinho que os acomode pode ajudar as clientes a terem paz ao comprar.

A loja Realejo Multimarcas, em Ribeirão Preto, instalou uma mesa de sinuca para divertir os homens, enquanto as esposas passeiam pela loja. Ao redor dela, ficam expostos produtos para o público masculino, como bermudas. “Quase 100% deles compram esses artigos”, afirma Azevedo.

4. A vitrine é o convite: De acordo com o consultor do Sebrae-SP, a vitrine é a maior ferramenta da loja. Não deve haver muitas informações no vidro, como número de telefone ou site. Ela deve ser limpa, destacando o nome da marca. É importante, mais uma vez, conhecer o público para saber quais peças expor e quantas vezes modificar o visual da frente – no mínimo, uma vez por semana. No caso de shoppings, quem frequenta os estabelecimentos durante a semana são pessoas que trabalham na região, que têm determinado poder aquisitivo. Aos sábados e aos domingos, a predominância é de moradores, pertencentes a uma classe social diferente.

Em entrevista, Gustavo Azevedo citou dois exemplos internacionais que inspiram a criação de vitrines. Nos Estados Unidos, está se tornando comum a técnica de instalar câmeras que registrem as microexpressões faciais de quem observa a loja, de fora. Depois, a equipe estuda quais configurações de vitrine fazem mais sucesso. Outro caso interessante mencionado pelo consultor do Sebrae-SP é a loja dos Estados Unidos chamada Uniqlo. Na vitrine, ela dispõe de modelos giratórias, que, além de chamarem atenção, podem ser visualizadas por dentro e por fora do local.

5. Saiba como dispor as peças: Uma boa dica de como expor os produtos no interior da loja é considerar o caminho que os clientes costumam percorrer. Pesquisas empíricas, de acordo com Azevedo, comprovaram que o lado direito costuma ser visitado primeiramente. Por isso, é interessante colocar ali as peças de compra casual e frequente, que podem ser adquiridas por impulso.

No lado esquerdo, visualizado pelos clientes por último, devem ficar os chamados “produto-destino” – aqueles que devem ser escolhidos com mais tranquilidade, para situações específicas, como vestidos de festa. Nada impede de colocar uma manequim com roupa luxuosa do lado direito, entre as casuais: seria uma forma de mostrar que há diversidade na loja.

Fonte: G1 PEGN / Luiza Tenente / Foto:Divulgação

porDenis Pereira

E-commerce brasileiro cresce 21% no primeiro semestre

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico e o e-Bit lançaram nesta quarta-feira (22/08) a 26º edição do relatório Webshoppers. O estudo é resultado de uma pesquisa realizada pelo e-Bit junto a 8 mil lojas virtuais.

O relatório aponta que o comércio eletrônico no Brasil cresceu 21% no primeiro semestre de 2012, faturando R$ 10,2 bilhões. Neste período, 5,6 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra online, somando 37,6 milhões de e-consumidores.

Nos seis primeiros meses do ano, foram realizadas 29,6 milhões de compras em e-commerce, com valor médio de R$ 346 cada, montante que supera os 25 milhões de pedidos registrados no mesmo período do ano passado. A expectativa de crescimento para o segundo semestre é de 20%, com faturamento de R$ 22,5 bilhões.

Dentre as categorias de produtos mais vendidos estão: as de eletrodomésticos, saúde, beleza e medicamentos (empatadas en primeiro lugar com 13%); em seguida vêm moda e acessórios( com 11%);  livros, assinaturas de revistas e jornais (10%); e produtos de informática (9%).

Já o mercado de compras coletivas, no primeiro semestre, totalizou 12 milhões de cupons vendidos, com valor médio de R$ 60. Ao todo foram mais de 83 mil ofertas anunciadas. O estudo ainda mostra que, em junho de 2012, 1,3% das compras online foram realizadas por meio de aparelhos móveisNo mesmo período de 2011 esse indicador era de 0,3%.

Amazon

Nesta edição do Webshoppers, foi realizado um levantamento sobre a chegada da Amazon no Brasil. A pesquisa ocorreu entre 3 e 12 de agosto e contou com 3.125 respostas.

Do universo pesquisado, 26% das pessoas já compraram na Amazon e gastaram, em média, R$ 158 em sites internacionais. Mas, na Amazon eles chegam a desembolsar R$ 172. Porém o valor é inferior ao gasto na BestBuy, que tem um gasto médio de R$ 212.

Índice FIPE Buscapé

Nos últimos 12 meses, de junho de 2011 a junho de 2012, a radiografia de preços do setor realizada pelo relatório FIPE Buscapé registrou uma queda de -7,07 % nos preços dos produtos vendidos no comércio eletrônico. A categoria com maior queda no período foi a de eletrônicos (-14,85%), seguido de telefonia (-13%) e eletroeletrônicos (-14,85%).

Fonte: Olhar digital / Foto: Divulgação
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porDenis Pereira

COMO CRIAR UM SITE, FACEBOOK, TWITTER E APARECER NA INTERNET

Ter uma estratégia na hora de colocar sua marca na rede é primordial 

Os empreendedores de hoje não podem ficar longe da internet. 
Ter uma página do seu negócio, que seja apenas com contato e endereço, é prática quase obrigatória.

COMO CRIAR UM SITE, FACEBOOK, TWITTER  E APARECER NA INTERNET


Ter uma estratégia na hora de colocar sua marca na rede é primordial

Os empreendedores de hoje não podem ficar longe da internet. Ter uma página (site) do seu negócio é fundamental, que seja bem estruturada e de fácil navegação, com banners em movimento fotos, vídeos, e informações sobre os seus produtos e serviços; É preciso também um formulário para que seus novos clientes se comuniquem com Você ou sua empresa. O próximo passo, é criar páginas redes sociais. “Basicamente, o que acontece com uma pequena empresa é que ela não sabe por onde começar.

Para evitar este problema, os especialistas no assunto definem regras claras que são antes de explorar a web. “Você precisa de um objetivo claro do que será feito. Sem isso, você não sabe o que falar, não tem estratégia e não sabe medir se está valendo a pena. Com o seu objetivo em mente, é hora de fazer sua empresa aparecer e se destacar na web. Procure uma empresa especializada para criar o seu site otimizado e bem estruturado para atrair muitos clientes.

1. Organize-se:

Navegar pelo Facebook ou Twitter o dia todo pode parecer interessante e até divertido. Mas isto só vale para sua página pessoal. Quem for responsável pelo perfil da empresa nas redes precisa agir com profissionalismo. “Não pode ser feito na bagunça, tem que ser programado. Existe uma melhor hora para postar e também o conteúdo correto. Tem que ter uma burocracia para se organizar.

Além disso, saiba coletar e interpretar os dados de sua atuação nas redes. “Saiba quais são as plataformas, como medir, prazos e  senhas. Tenha tudo muito claro.

2. Não copie os outros:

A cada semana, um novo fenômeno viral faz sucesso na internet. Quase todo mundo se pergunta por que não pensou naquilo antes. Depois da hora, no entanto, tudo que for muito parecido deixa de ter apelo com os usuários. “Se você fizer a mesma coisa que a concorrência, o consumidor não tem por que te seguir. Tem que ser diferente. Não repita fórmulas”, ensina Braun.

Sua estratégia deve ser real, relevante e diferente. “Os cara geniais do marketing seguem esse tripé. Tem que experimentar e tentar. Vai investindo devagar e de forma estável”, sugere.

3. Tenha paciência:

A internet pode dar a falsa sensação de que tudo acontece muito rápido. De um dia para o outro, seu perfil pode ter milhares de seguidores. Mas isso vale a pena? “Esses resultados rápidos são furadas. É mais interessante ter 5 mil seguidores e que boa parte fale com você do que ter centenas de milhares que são inativos e não vão servir para nada”, afirma.

Por isso, construir uma presença online exige dedicação e paciência. “O mundo não foi feito de uma hora para a outra. Tudo pode dar errado muitas vezes até começar a dar certo. Aprenda com seus erros e siga em frente.

Caso precise de uma empresa especializada em criação de sites, sugiro a MXMais.

Até mais, e bons negócios!



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Tags:Empreendedores, Empreendedorismo, Pequenas empresas, Startups

Fonte: Exame.com / Foto: G2 Montagem

porDenis Pereira

Quatro informações fundamentais para você abrir e ter sucesso com uma pet shop

Ao contrário do que a maioria dos candidatos a empreendedor pode imaginar, abrir uma pet shop em São Paulo requer uma série de cuidados, sem os quais a chance de infrigir a lei e ser penalizado por isso é enorme.Pensando nisso, o Sebrae-SP elaborou uma cartilha com uma série de dicas para quem pretende abrir um negócio deste tipo. E para facilitar a tarefa dos interessados, o Estadão PME selecionou cinco dicas fundamentais para a pessoa ter sucesso nesta empreeitada.Apesar de ser um mercado extremamente concorrido, há espaço para novas pet shops. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Para Animais de Estimação (Anfalpet), vende-se no País cerca de 1,83 milhão de toneladas de ração. Esse número poderia chegar, entretanto, a 4,55 milhões se todos os pets consumissem o produto – atualmente, há um enorme contingente de bichos de estimação que ainda alimentam-se de restos de comida da família que os cria.Mas para dar certo neste mercado, não basta entender que ainda haverá crescimento da demanda por ração. Dessa forma, descubra agora o que é preciso oferecer para ter uma pet shop vencedora.É preciso ter um veterinárioParece óbvio, mas muita gente pode esquecer de levar em consideração uma informação fundamental. A legislação exige a presença de um veterinário como responsável técnico pela pet shop. E mais: o contrato deverá ser apresentado e homologado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV).Registre o seu estabelecimentoDe acordo com o Sebrae-SP, toda empresa que fabrica, manipula, comercializa, fraciona, importa ou exporta produtos veterinários deve estar registrada no Departamento de Defesa Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura.Higiene deve ser nota 10Além disso, a legislação de São Paulo também exige uma série de adequações no imóvel que receberá a sua loja. O piso, por exemplo, deve ser impermeável. Além disso, deve haver uma sala específica para a tosa dos animais, para o banho e secagem dos bichos. Exige-se do empreendedor, também, que o estabelecimento tenha um abrigo para os resíduos sólidos.Local da loja é fundamentalAtuar conforme a lei, entretanto, não basta. No caso de uma pet shop, aplicam-se todas as regras que determinam o sucesso ou fracasso de qualquer empreendimento. Por isso, saiba que em um mercado com forte concorrência será preciso ter um ponto interessante – bem localizado, sem concorrência próxima e com grande densidade de animais de estimação. Além disso, fica a pergunta para quem pensa em abrir uma pet shop: qual será o diferencial do seu negócio?

Mais Informações: http://www.portalg2.com.br

Fonte: Estadao / Foto: Daniel Texeira/AE

porDenis Pereira

Cinco dicas para tornar os seus negócios mais interativos nas redes sociais


Diferente de anos atrás, quando uma empresa mantinha seu foco em campanhas publicitárias para a TV, outdoors de rua e outros veículos de comunicação, hoje, por assim dizer, houve uma grande transformação no conceito de reinventar e divulgar sua companhia para o público.

Por um lado, as organizações não podem mais se dar ao luxo de desenvolver projetos mais fechados e com chamativas simples, que geralmente não atraem o interesse dos consumidores. Por outro, não se pode optar em não participar e permanecer em silêncio diante das notícias, em especial no que diz respeito à internet, redes sociais e outros desses sites, já que esse ciclo de informações é constante, e exige das empresas cuidado e atenção para não hesitarem.

Com o aumento dos canais de mídia social, existe a necessidade de se comunicar facilmente – e simultaneamente – com os usuários. Dessa forma, que tipo de mensagem sua marca visa transmitir aos clientes socialmente engajados?

Foi pensando nisso que o site Social Media Examiner elaborou cinco dicas de como você e sua companhia podem formular seus objetivos de forma confortável, fácil, rápida e confiante, para então tornar sua marca ainda mais eficaz no mercado da competitividade.

1. Determine a personalidade da sua marca

Grande parte das pequenas empresas cresce gradualmente, acrescentando clientes e serviços ao longo do tempo. À medida que evoluem, elas garantem uma reputação de como conseguem evoluir e fazer bons negócios, determinando, assim a voz da sua marca. Com isso, ao identificar os traços de personalidade da sua companhia, os clientes terão razões para chegar até você

Um bom exemplo dessa situação é comparar a marca da sua empresa a um tipo de carro, rede de hotéis ou até a um CEO de alguma multinacional, para saber qual deles melhor representa a sua mensagem. Richard Branson ou Bill Gates? Land Rover ou Porsche? Com qual deles você tem mais a ver? Definir o seu personagem lhe dará mais convicção acerca de como alcançar bons resultados.

2. Identifique o público e sua verdadeira audiência

Com a quantidade de dados que estamos sujeitos na geração atual, o mesmo produto pode servir para diferentes tipos de grupos. Por isso, certifique-se de conhecer o público que é mais receptivo à sua mensagem e que está mais de acordo com as propostas da sua marca.

Por exemplo: se você é uma empresa B2B (Business-to-business), sites como LinkedIn e Google+ podem ser um terreno melhor e mais direcionado do que um serviço de ofertas profissionais no Twitter para seguidores aleatórios. Ao invés de uma abordagem menos direta, alinhe sua marca e empenhe o potencial de seus recursos para as comunidades que irão responder a suas demandas.

Junte-se a subgrupos específicos da indústria e fóruns para se mostrar participativo, oferecendo respostas pensadas em sua área de especialização. Além disso, é importante que você faça a medição da influência de sua marca no mercado de negócios. Para isso, existe uma opção eficaz e gratuita que, inclusive, já falamos aqui no Olhar Digital: o Klout, um serviço que mapeia sua participação nas principais redes sociais da atualidade e lhe fornece gráficos, dados e outras informações demográficas sobre como sua empresa/mensagem tem se saído na internet.

3. Desenvolva um objetivo mais consistente

Algo fundamental para o crescimento da marca é a sua consistência. Por isso, não deixe de transmitir um estilo familiar de mensagens ao se comunicar com os demais consumidores. Vale lembrar que não há uma maneira certa ou errada de falar: o importante é saber falar com o público – que não exige frases mais fechadas. Seja mais próximo do seu cliente, utilize de uma linguagem mais informal (sem deixar a seriedade de lado), elabore uma comunicação mais sociável. Conheça-o.

Contudo, não adote um perfil de multi-personalidades, como ter um lado mais rígido no Facebook, e no Twitter uma versão menos séria. Isso pode causar um certo transtorno para os usuários. Se vários funcionários contribuem para suas mídias sociais, certifique-se de que eles compreendem a personalidade de sua marca (como foi dito no item 1).

4. O tempo é tudo

Saber quando falar é muitas vezes crucial para estabelecer um contato confiável de sua marca no mercado. Se antecipar exageradamente ou esperar muito tempo pode dar a impressão de que você não está antenado ao que está acontecendo. Se organizar e mostrar-se ponderado é a melhor solução.

Uma maneira simples que pode amenizar eventuais problemas desse gênero é o Google Alerts. Nele, você pode delimitar um assunto-chave na sua indústria, de modo que seus funcionários estarão informados, esclarecidos e preparados para oferecer insights e comentários quando for necessário.

Outros meios, como o Twitter, por exemplo, também são ótimas ferramentas para estar por dentro – e em tempo real – sobre os principais fatos do dia a dia. E não se esqueça: cada segundo pode ser um fator determinante para definir a sua marca. Leia e responda os comentários de seus clientes para não se esquecer e ficar para trás.

5. Praticar é essencial

Hesitar pode gerar falta de confiança. E nada constroi melhor a confiança do que a prática. Felizmente, a web oferece uma ampla oportunidade para aperfeiçoar o poder da sua marca. Você pode começar com o blog da empresa (caso já exista um) e construir uma biblioteca de artigos úteis para seus clientes.

Tais artigos podem ser reaproveitados a vários diretórios, que vão amplificar sua mensagem. Elabore alguns tweets, faça atualizações diárias no Facebook, contribua com o seu perfil no LinkedIn, e você terá o reconhecimento esperado para o seu setor. Sabendo bem que tipo de personalidade sua marca possui e o público a ser atingido, as características da sua empresa serão aprimoradas, para então melhorar e fortalecer sua voz no mercado de negócios.

Ao seguir estas cinco dicas, você provavelmente se sentirá mais à vontade para se comunicar e alcançar uma audiência maior de sua marca e empresa.

Fonte: Olhar Digital / Foto: Divulgação /   PORTALG2 http://portalg2.com.br