Categoria Sem categoria

porDenis Pereira

GIRAFFAS E BURGER KING JUNTAS? – McDonald’s e Burger King em prol da paz?

Burger King procura McDonald’s para criar hambúrguer em conjunto

Ação seria para comemorar o Dia Internacional da Paz; McDonald`s respondeu ao convite nas redes sociais:

McDonald’s e Burger King em prol da paz

Burger King quer fazer lanche com o McDonald`s: você comeria? (Foto: Reprodução)


A rede de fast-food Burger King procurou o seu mais ferrenho concorrente, o McDonald’s, para criar um hambúrguer em conjunto.


A ideia do Burger King é vender nas lanchonetes das duas redes o “hambúrguer da paz”. O lanche seria uma mistura dos ingredientes das duas marcas e ofertado apenas no dia 21 de setembro.


E a oferta feita ao McDonald’s foi de forma inusitada. O Burger King fez anúncios em vários jornais americanos convidando o rival. E, em letras enormes, deixava claro que a iniciativa não era uma provocação.


“Sabemos que tivemos nossas pequenas divergências, mas por que não decretar um cessar-fogo no que chamamos de ‘guerra dos hambúrgueres’?”, diz o texto.


Por trás da jogada de marketing do Burger King, contudo, há uma causa. A rede propõe a parceria para celebrar o Dia Internacional da Paz, que acontece no 21 de setembro.


Resposta nas redes sociais:

McDonald’s se manifestou nas redes sociais ao convite. Não disse nem que sim, nem que não. Veja, abaixo, o comunicado.


Caro Burger King,

Inspiração para uma boa causa… é uma boa ideia.

Nós adoramos a intenção, mas acreditamos que nossas duas marcas juntas poderiam fazer algo maior para fazer a diferença.

Nós nos comprometemos em aumentar a conscientização em todo o mundo, e quem sabe vocês possam se juntar a nós nesse significativo esforço global?

E todos os dias, vamos reconhecer que entre nós há uma simples competição de negócios amigável que certamente não é igual a circunstâncias de real dor e sofrimento da guerra.

Manteremos contato.

-Steve, CEO do McDonald’s.

P.S.: Da próxima vez, um simples telefonema seria o suficiente.

Rede brasileira de fast food aproveitou o burburinho das redes

sociais para fortalecer sua marca:

Giraffas entra na conversa entre gigantes do fast food mundial (Foto: Divulgação).
O Burger King, buscando deixar a rivalidade de lado com o McDonald’s, publicou em um jornal americano uma carta aberta convidando o fast food mais conhecido do mundo para uma ação conjunta “em prol da paz”. A ação, no entanto, não comoveu o McDonald’s, que publicou uma resposta oficial ironizando a proposta.
“Nós adoramos a intenção, mas acreditamos que nossas duas marcas juntas poderiam fazer algo maior para fazer a diferença. Da próxima vez, um simples telefonema seria suficiente”, disse Steve Easterbrook, CEO do McDonald’s. Como esperado, a ação viralizou nas redes sociais em poucos minutos no Brasil e no mundo.
Em resposta ao burburinho causado pela tentativa de cessar-fogo do Burger King, a rede brasileira de fast food Giraffas aproveitou a onda para ganhar visibilidade. Em um post no Facebook, a rede diz que aceita a proposta de criar um lanche em conjunto. A postagem alcançou mais de 44 mil curtidas e cinco mil comentários em um dia.
Para Ricardo Guerra, diretor de marketing da empresa, a ação faz parte de um projeto antigo de dar mais importância às redes sociais. “A equipe de redes decidiu fazer o post e foi uma decisão muito correta”, diz. A postagem foi criada pela Agência Mood.
Ele afirma que já avisou todos os parceiros da empresa sobre o sucesso da ação. “Já informamos os franqueados que os clientes podem fazer brincadeiras e queremos que todos os funcionários estejam prontos para acompanhar. Acertamos no conteúdo e acreditamos que isso pode se reverter em vendas.”
Além do sucesso nas redes, o diretor de marketing pretende levar a parceria para frente – só depende do Burger King. “Já enviamos um e-mail para o diretor de comunicação da empresa parabenizando a iniciativa e colocando o Giraffas à disposição. Temos até algumas sugestões de lanches, que tal um BKBrutus ou GiraWhopper?”
Fonte: PEGN-G1 – Da Redação / Por Priscila Zuini com Rennan A. Julio / Fotos: Divulgação e Reprodução.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br

COMO IMPORTAR ROUPAS E PRODUTOS DOS ESTADOS UNIDOS:

Tags: ——————————————————————————–
McDonald’s, 
Burger King,
Giraffas e Burger king

porDenis Pereira

EMPREENDEDOR INOVA NO SETOR DA ALIMENTAÇÃO COM PORÇÕES DE TAPIOCA

Fundador da Uni Soluções investe em nova empresa especializada em produtos naturais:

venda de tapioca
O primeiro produto da Uni Alimentos são as tapiocas em porções individuais (Foto: shutterstock)
Porções individuais de alimentos naturais e tipicamente brasileiros. Essa é a nova investida de Vagner Gomes, empreendedor de 31 anos que acaba de fundar a Uni Alimentos, seu segundo negócio no ramo da alimentação.
Para montar a empresa e lançar o primeiro produto foi necessário um investimento de R$ 1 milhão em pesquisas, estrutura e mão de obra. 

Experimentando o empreendedorismo:

Gomes começou cedo a carreira de empreendedor. Formado em publicidade, aos 24 anos decidiu investir suas fichas na criação da Uni Soluções, empresa especializada em kits de lanches para empresas e eventos.
“Trabalhei em uma indústria de pães durante a faculdade e vi que as empresas gastavam muito com buffets para eventos. Vi a possibilidade de oferecer um serviço mais barato e personalizado de acordo com a marca da empresa, usando esse produto como uma mídia” diz o empreendedor.
Com uma clientela que conta com grandes eventos esportivos e empresas de transporte aéreo e rodoviário, o sucesso da Uni Soluções deu origem ao novo projeto do empresário, a produção própria de alimentos naturais.
Vagner Gomes aposta em uma embalagem moderna para se diferenciar no mercado
embalagem diferente para venda de tapioco
Vagner Gomes aposta em uma embalagem moderna para se diferenciar no mercado (Foto: Divulgação/Uni Alimentos)

Tapioca na medida certa:

Segundo o empreendedor, a rotina corrida dos brasileiros cria no mercado um anseio por produtos industrializados, mas que sejam saudáveis. “A indústria deve procurar mais praticidade para o consumidor que hoje tem muito pouco tempo para se preocupar com a alimentação”, diz.
Para estrear a linha, a aposta é um produto que faz parte do dia-a-dia dos brasileiros. “Escolhemos as porções individuais de tapioca porque o produto é oferecido, geralmente, apenas em porções grandes, de 500 gramas ou 1 quilo”, afirma.
A expectativa do empreendedor é de que o retorno financeiro venha em aproximadamente seis meses.
Fonte: PEGN-G1 / Fotos:Divulgação/Uni Alimentos.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br
porDenis Pereira

EMPREENDEDOR GANHA 5 MILHÕES COM VENDA DE SORVETES.

Apaixonado por sorvetes desde criança, Émerson Serandin resolveu empreender na área,

Empreendedor ganha 5 milhões com venda de sorvetes
 

Émerson Serandin vendia picolés na rua aos 11 anos de idade, quando ainda morava em Catanduva, no interior de São Paulo. Ele começou a trabalhar cedo porque precisava ajudar a família, que era muito humilde. Quando ficou mais velho, optou por deixar de lado o sorvete e se arriscar no campo do processamento de dados – onde trabalhou por dez anos. Em 2014, decidiu largar tudo para empreender e criou a Ice Creamy, franquia de sorveterias artesanais que deve fechar 2015 com um faturamento de R$ 5 milhões.

“Ao longo da minha caminhada profissional, sempre tive o sonho de abrir uma empresa”, diz Serandin. Tudo começou em 2006, quando estava em Campos do Jordão, e conheceu um método novo de trabalhar com sorvetes, trazido da Europa: a produção em pedra congelada. Como sentiu que poderia expandir o serviço no Brasil, o jovem apostou e foi estudar fora do país.

A mistura do sorvete é preparada na hora e os ingredientes são manuseados com a massa pelos especialistas em grandes pedras de ferro congeladas. Além disso, há uma apresentação especial, que chama a atenção dos clientes.

Depois de se formar na universidade do sorvete na Itália e passar por cursos nos Estados Unidos, Serandin voltou disposto a abrir a Ice Creamy. Antes de tirar o projeto do papel, ele afirma que houve um planejamento bem apurado para lançar a sorveteria. “Eu sabia exatamente o que queria e sabia como criar um produto diferenciado”, diz.

Planejamento

Para Émerson Serandin, o que torna realmente especial – e lucrativa – a experiência da Ice
Creamy é o planejamento de franchising. Desde a primeira loja montada a marca tem “cara de franquia”. “Montei neste formato porque vislumbrava crescer com franquias. Elas permitem que outros empreendedores realizem seus sonhos, assim como eu”, afirma.

A Ice Creamy trabalha com cinco modelos diferentes: quiosque para shopping, loja para shopping, foodtruck, loja contêiner e loja de rua. Segundo Serandin, o investimento inicial mais barato é de R$ 100 mil para os quiosques e o mais caro, de R$ 280 mil para lojas de rua.

Empreendedor ganha milhões com venda de sorvetes
Para o empreendedor, um plano tão abrangente é positivo. “Acredito que as pessoas querem empreender. Por isso, quero disponibilizar várias opções diferentes, de vários valores.” Ele também afirma que, pensando exatamente nisso, a Ice Creamy desenvolveu um plano exclusivo, no qual o franqueado pode parcelar o total da franquia em até 60 vezes.

Resposta

Segundo Serandin, a resposta está sendo ótima. Em seis meses, já são 54 franqueados trabalhando com a Ice Creamy – número que deveria ser atingido somente no final de 2016. “Estou muito orgulhoso. Terminamos o ciclo um ano e meio antes do que imaginávamos”, afirma. Para o empreendedor, a empresa deve fechar 2015 com um faturamento de R$ 5 milhões

Mas o empreendedor quer mais. A meta da Ice Creamy é alcançar os 100 franqueados até o final deste ano e faturar R$ 15 milhões em 2016. Além disso, ele deseja atingir as 500 lojas até 2026. “Quero que a Ice Creamy se torne, em dez anos, a maior rede de sorvetes do país.”

Fonte: PEGN-G1 / Fotos: Divulgação.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br

MAIS DICAS: Que tal aprender a Ganhar Dinheiro Importando Roupas e Produtos?
porDenis Pereira

COMO ABRIR O PRÓPRIO NEGÓCIO SEM LARGAR O EMPREGO.

Como abrir o próprio negócio sem largar o emprego; Saiba como dar conta de uma jornada dupla.

Como abrir o próprio negócio
Tornar-se um empreendedor pode ser bastante difícil. Isso acontece porque abrir o próprio negócio pode ser arriscado, já que é impossível saber se a empreitada vai ser bem-sucedida. Ao mesmo tempo, permanecer no emprego pode parecer uma escolha mais realista. Afinal, apesar de o trabalho não trazer nenhuma fortuna, as probabilidades de uma demissão e da consequente falta de dinheiro são menores.
Segundo o especialista em empreendedorismo Ryan Robinson, em muitos casos é possível empreender sem largar o trabalho. Assim, se a empresa der errado, você ainda terá uma fonte de renda.
É importante ressaltar que alguns negócios exigem atenção exclusiva. É difícil listar quais deles precisam de um gestor em tempo integral. Robinson recomenda que, antes de tentar ter uma “jornada dupla”, o empreendedor analise sua situação e veja se é possível conciliar as duas atividades. Se der para ser funcionário de dia e empreendedor à noite (ou vice-versa), siga as dicas do especialista, publicadas originalmente no site da revista “Inc.“:
1. Pergunte-se se empreender é realmente o que você quer:
Ao conciliar trabalho com o próprio negócio, você terá que priorizar as duas atividades, em detrimento da sua vida pessoal. Não adianta se comprometer a enfrentar esse desafio duplo se sua cabeça estiver em outro lugar.
Robinson recomenda que, para tomar uma decisão, você escreva todas as atividades e compromissos da sua agenda semanal em um papel. Feito isso, veja se há alguma atividade mais importante para você que o sonho de empreender. Se houver, talvez seja melhor continuar somente como empregado.
2. Domine os conhecimentos necessários:
Quem administra uma empresa precisa ter conhecimento em várias áreas. Não é necessário ser um especialista nesses assuntos, mas é preciso ter noção suficiente para você mesmo não ser a razão do eventual fracasso do seu negócio.
Antes de abrir o próprio negócio, aprenda um pouco sobre administração e gestão de pessoas. Não é preciso fazer uma faculdade. Uma mescla de cursos de curta duração já pode ajudar bastante, de acordo com Robinson.
3. Valide suas ideias:
A inspiração para a abertura de uma empresa normalmente vem de uma ideia. Muitos empreendedores acreditam ter projetos revolucionários nas mãos. Só que, muitas vezes, a ideia em questão é ruim. Antes de abrir uma empresa, valide seu negócio: converse com especialistas em empreendedorismo e com seu público-alvo e veja se as pessoas realmente comprariam o que você criou. Se sim, pode prosseguir. Do contrário, pense em outra coisa.
4. Tenha algum diferencial:
Para superar a concorrência, você deve ter algum diferencial. Basicamente, você tem duas opções: vender mais barato ou ter um produto melhor. Ao oferecer o mesmo que outras companhias, é mais difícil atrair e fidelizar seus clientes, segundo Robinson.
5. “Terceirize” atividades:
Você precisa de ajuda em sua empresa por duas razões: você não é um especialista e vai faltar tempo para dar conta de tudo. Por isso, tenha funcionários ou empresas que auxiliem na gestão da empresa. As áreas que serão “terceirizadas” devem ser escolhidas a partir do conhecimento do empreendedor e da quantidade de dinheiro em caixa.
6. Procure feedback:
Você deve saber o que está indo bem e o que deve ser corrigido na sua empresa. E, para isso, tem que ouvir seu cliente. Deixe um telefone, um endereço de e-mail e as redes sociais à disposição deles. Robinson afirma que todos os contatos devem ser respondidos.
7. Divida as coisas:
Robinson afirma que empreendedores que ainda têm um emprego não podem resolver assuntos do próprio negócio durante o expediente. Ao não se dedicar ao emprego e empreender no momento errado do dia, são maiores as chances de você ficar desempregado em um momento ruim.
8. Saia do trabalho no momento certo:
Se você decidiu conciliar emprego e empreendedorismo, supõe-se que sua prioridade é ter o próprio negócio. Espera-se, então, que você peça demissão em um determinado ponto.
Robinson diz que a dedicação exclusiva ao próprio negócio deve acontecer em dois casos: quando o empreendedor tiver confiança suficiente que sua empresa vai dar certo ou quando os ganhos do negócio forem suficientes para ser a única fonte de renda.
A partir da saída do emprego, é a hora de crescer ainda mais. Com dedicação exclusiva, você terá tempo para aperfeiçoar processos e poderá gerenciar melhor sua equipe e torná-la mais produtiva, de acordo com o especialista.
Fonte: PEGN-G1 / Fotos: ThinkStock.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br
—————————————
Tags:
porDenis Pereira

COMO A MARVEL FOI DA FALENCIA PARA UMA AQUISIÇÃO DE US$ 4 BILHÕES

A Marvel estava à beira da falência, mas 4 pontos ajudaram a empresa a dar uma virada:

COMO A MARVEL FOI DA FALENCIA PARA UMA AQUISIÇÃO DE US$ 4 BILHÕES

A oferta de U$4 bilhões da Disney Company para comprar a Marvel Entertainment, Inc é a apoteose da fuga de um desastre que se compara às aventuras mais arrepiantes do Homem-Aranha.
Quando a líder mundial em histórias em quadrinhos, um meio em decadência, entrou em falência em 1996, apenas alguns legalistas visionários enxergaram um futuro viável – imagine então um caminho para manter a liderança e alta rentabilidade. No entanto, como descrito há vários anos em meu livro Unstoppable (HBP, 2007), esta reencarnação não é tão única, mas segue o padrão de quatro partes que descobrimos na Bain & Company em vinte anos de análise de transformações bem-sucedidas.
As quatro partes são:
1. O imperativo de um core business forte e diferenciado: 
 A renovação da Marvel se baseava não em se jogar em novos mercados quentes ou em novas tecnologias, mas na reaplicação dos ativos mais fortes da empresa em seu cerne: em sua base de clientes fiéis, em seu portfólio de 5000 personagens, sua biblioteca de 30.000 histórias testadas no mercado e sua marca. Estes foram os elementos que fizeram da Marvel uma força dominante na sua melhor forma, e estes são os elementos capazes de rejuvenecê-la.
2. O valor de seguir os “rios de dinheiro”: 
A rentabilidade no mundo do entretenimento mudou drasticamente de curso, dos canais (como estações de rádio ou revistas) para os proprietários de conteúdo e de analógico para digital. A estratégia da Marvel segue essa tendências que visam o lucro.
3. O poder de uma fórmula replicável no core:  
As transformações estratégicas de maior sucesso não são aquelas que encontram uma grande oportunidade singular, mas aquelas que encontram um jeito replicável para tirar os elementos mais fortes de seu core e aplicá-los cada vez mais a novas situações.
Isso é essencialmente verdadeiro no caso de fluxo de filmes, jogos, iniciativas de produção própria, e até mesmo tratamento de personagens individuais da Marvel (por exemplo, os Homem-Aranha I, II, III ….). As grandes e duradouras renovações como a estratégia de música da Apple ou o rejuvenescimento da P&G revelam esta lição também.
4. O potencial latente de ativos ocultos:  
Nós descobrimos que 90% dos retornos estratégicos foram impulsionadas, em parte, por recursos no core business original quando ela estava em melhor fase, sendo adaptados a um novo ambiente e assumindo um valor que não tinha sido previamente reconhecido.
Foi o caso do negócio de serviços da IBM que levou à sua recuperação, ou do negócio automotivo da Harman Kardon que alimentou a sua renovação, e até mesmo de diferenciação de interface no software da Apple, além de sua jovem e leal base de clientes.
Muitas vezes, descobríamos, as empresas estavam com as cartas certas na mão, mas nem sempre sabiam como jogá-las na mesa – ou, por limitações organizacionais, foram impedidas de agir até o ponto que se tornou tarde demais.
Tão surpreendente quanto parece, a lição fundamental da Marvel, e outros como ela, é que a coisa mais importante de tudo é consciência sobre seu core business. No entanto, por vezes, é também a visão mais difícil de todas – mesmo que possa estar bem na frente de nós.
Fonte: Da Endeavor Brasil / Fotos: Divulgação.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br
porDenis Pereira

8 SEGREDOS PARA FICAR RICO – DO LOBO DE WALL STREET

Método pode ajudar qualquer profissional a ficar rico:

Jordan Belfort é autor do livro “O Lobo de Wall Street”, publicado em 22 países (Foto: Reprodução)

O ímpeto e a habilidade com vendas de Jordan Belfort fizeram com que ele construísse uma fortuna na década de 1990 trabalhando no mercado financeiro.

Após passar 22 meses na prisão por fraude e lavagem de dinheiro, o americano decidiu que dedicaria sua carreira a ensinar o método que desenvolveu para enriquecer, e que pode ser aplicado a profissionais de qualquer segmento. A história de Belfort ficou famosa no filme “O Lobo de Wall Street”, estrelado por Leonardo DiCaprio e dirigido por Martin Scorsese.

Segundo ele, a única exigência para utilizar seu método é que se tenha disposição para trabalhar duro e nunca parar de aprender. Se você se encaixa nesse perfil, confira as dicas dadas por Belfort durante um evento em São Paulo, neste mês.

1.  Controle seu estado emocional:

“Tomamos as melhores decisões quando nos encontramos em um estado de empoderamento emocional. Nele, afloram os sentimentos de certeza, clareza, coragem e confiança”, diz. Para o palestrante, é necessário aprender a controlar o estado emocional e saber os momentos certos de entrar neste “empoderamento”.

2. Fuja das crenças limitadoras:

Todo ser humano acredita que não é capaz de alcançar certos objetivos. “Pare de olhar para essas crenças e as substitua por crenças positivas”, afirma. Convença-se de que você é capaz de fazer algo que almeja, mesmo que pareça muito distante em um primeiro momento.

3. Foque em seus objetivos:

Tenha uma visão clara da sua vida pessoal e profissional atualmente e em cinco anos. Defina as pessoas com as quais você deve se aliar para chegar ao objetivo e descubra o que você precisa aprender para tornar isso possível.

4. Estabeleça padrões altos:

Todos têm uma quantia padrão de dinheiro que precisam ganhar em um mês ou em um ano. Porém, é comum que pessoas se autosabotem, pois estabelecem padrões de sucesso muito baixos. “Tenha sempre em mente que seus padrões devem estar fora da sua zona de conforto”, diz.

5. Siga as ‘regras’ de empreendedorismo:

Falhe com elegância. Como empreendedor você vai falhar mais do que acertar. Minimize a dor de perder e o tempo perdido, e maximize as lições que aprendeu com o fracasso. “Não somos os erros do nosso passado. Somos os recursos que obtivemos com os fracassos. Falhe rapidamente e vença ferozmente”, diz Belfort.
 Segundo Belfort, falhar é um processo natural no caminho até o sucesso (Foto: ThinkStock)

6. Aprenda a fazer marketing:

Desenvolva ao máximo suas habilidades com marketing, tanto offline quanto online e descubra seu público alvo. Esse processo não envolve apenas descobrir quantas pessoas você vai trazer para o seu funil de vendas, mas também qual a melhor maneira de trabalhar com elas para gerar renda.

7. Torne-se uma pessoa que ‘fecha negócios’:

Tornar-se alguém influente e com grande poder de persuasão é vital para qualquer profissional. A habilidade de convencer outra pessoa nada mais é do que a transferência de uma emoção chamada certeza. Você deve ter certeza da qualidade de seu produto ou serviço e passar isso para o cliente.

Para assumir o controle de uma negociação, é necessário convencer o outro de que você é esperto e afiado nos primeiros quatro segundos de conversa. Para isso, seu tom de voz e sua linguagem corporal devem mostrar que você está entusiasmado com o negócio e é um especialista no ramo.

8. Estabeleça múltiplos fluxos de renda:

Não cometa o comum erro de depositar todas suas fichas em apenas um negócio. “Seu principal objetivo deverá ser construir diferentes fontes de renda e aprender a fazer com que o seu dinheiro vire mais dinheiro”, afirma.

Fonte: PEGN -G1 / Fotos: Reprodução e ThinkStock.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br
 
_____________________________________________________________ 
Tags: como ficar rico, como ganhar dinheiro, negócio lucrativo, fluxo de renda.
 
 
porDenis Pereira

5- DICAS PARA VENCER A CRISE E VENDER MAIS 2015

TA COM DIFICULDADES PARA VENDER SEUS PRODUTOS E SERVIÇOS NESTA CRISE?
Como vencer a crise de 2015
Pesquisa indica que a cada 4 empresários, 3 esperam vender menos neste ano de 2015, Se você é um destes, veja as dicas do Portal G2 para você vender mais:
1- É PRECISO UM PLANO PARA IDENTIFICAR O PROBLEMA:
Na  hora da venda seus clientes pedem orçamento ou perguntam o preço mas não fecham o negócio? Então pense em uma estratégia para vender, pergunte ao cliente porque não comprou, dar um desconto ou fazer promoções para não ficar com os produtos parados em sua empresa é uma ótima idéia; Em tempos de crise é preciso ter bons preços e produtos de qualidade, o conhecido BBB, Bom, Bonito e Barato! Mas para se ter bons preços, também é preciso ter bons fornecedores; Entre em contato com eles e combinem um desconto ou promoção nos produtos para torna-los mais atrativos para o consumidor final, isto pode fazer as vendas aumentarem. 
2- MELHORE A ESTRATÉGIA DE DIVULGAÇÃO:
Se os seus clientes estão apenas a onde você tem uma loja/empresa física, é hora de ampliar seus negócios para a internet; Ter um website ou OS Commerce é essencial para alcançar mais clientes e fechar mais negócios, para isto procure um profissional da área e faça um site para dar mais credibilidade e visibilidade a sua empresa; Outra ótima dica é fazer um G+ e um Blog do Google, as redes sociais como FacebookLinkedIn são aliadas na divulgação da sua empresa.
3- MALA DIRETA, EMAIL MARKETING SÃO ÓTIMAS OPÇÕES PARA A DIVULGAÇÃO:
Se você já tem um banco de dados faça uma mala direta para seus clientes, faça você mesmo ou procure uma empresa para criar uma campanha de e-mail marketing enviando uma apresentação e promoções do seus produtos/serviços; Você também poderá criar ou contratar uma empresas que crie uma campanha no Google ADWords(links pagos) isto costuma dar muitos resultados para quem já tem um site ou loja.
4- TODAS AS FORMAS DE PROPAGANDAS SÃO VÁLIDAS;
Procure fazer vários anúncios em portais gratuitos da internet; com estas ações, sem dúvida sua empresa terá uma ótima divulgação, melhorando as suas vendas e aumentando o seu lucro.
5- SE VOCÊ JÁ ESTA VENDENDO MAIS QUER VENDER MAIS:
Treine seus vendedores e configure seu site a oferecer produtos complementares por exemplo: Seu cliente esta comprando uma calça? Ofereça também um cinto, camisetas e etc… Promoções são bem vindas neste momento em que as pessoas estão segurando o dinheiro.
No mais… ACREDITE! Tudo vai dar certo. Boa sorte e boas vendas.
MAIS DICAS:
Você pode aprender a importar coisas mais baratas dos Estados Unidos e China : COMO IMPORTAR DA CHINA. 
Por: Portal G2 e Dicas de Negócios PME / Fotos: Divulgação G2.
porDenis Pereira

4- DICAS ESSENCIAIS PARA QUEM VAI ABRIR UM RESTAURANTE

Antes de colocar as panelas no fogo, siga essas dicas para o negócio não dar errado;


dicas essenciais para abrir um restaurante

O segredo está no planejamento:

Cada cidade do país tem cerca de 180 bares e restaurantes, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). O setor emprega mais de seis milhões de pessoas e é um dos queridinhos dos empreendedores. Apesar de parecer um negócio cheio de glamour, os restaurantes são também cheios de desafios e, segundo a Abrasel, 35% não sobrevivem a um ano de funcionamento.

O segredo, para o consultor do Sebrae-SP Gustavo Carrer, está no planejamento. “É preciso planejar as variáveis que definem a modelagem do negócio e o posicionamento que a empresa via ter no mercado”, diz. Apesar da grande oferta de lugares, é difícil encontrar uma cidade sem concorrência. Veja as dicas do consultor para sair na frente e se destacar no mercado.

1. Defina o público do restaurante:

Este passo é comum a todos os negócios. Ter um público bem definido ajuda a pensar ações para a empresa. No mercado de alimentação, no entanto, é particularmente importante. Por exemplo, um lugar muito jovem pode afastar famílias e casais. “As pessoas vão escolher onde comer conforme o público que frequenta. O perfil de quem está na mesa ao lado é tão importante quanto gostar da comida. Não caia na ilusão de que vai vender para todos”, diz.

2. Desenhe o ambiente do restaurante:

Seu restaurante é temático? Para o consultor, é preciso contar uma história com o negócio. “Tem que contar uma história: o design da loja e o enxoval das mesas definem o ambiente e precisam casar com o público-alvo que quer atrair”, afirma. Para uma cafeteria, por exemplo, é possível pensar em um café mineiro, mais contemporâneo ou tradicional.

visual do restaurante

3. Pense no cardápio para o restaurante:

Não basta definir tema e público. O cardápio precisa combinar com a sua temática. “O cardápio será especializado, como pizza, ou super especializado, como um restaurante de um prato só? Será amplo ou mais parecido com bistrô? Terá sugestão do dia ou festivais de acordo com a sazonalidade? Essas decisões vão compor o posicionamento do negócio”, diz.

cardapio do restalrante

4. Foque no nível de serviço do restaurante:

Saber se o negócio será com menu a la carte ou self service é uma decisão extremamente importante. “Isso vai influenciar que tipo de equipamento terá na cozinha. Para fast food, precisa de fornos mais rápidos, por exemplo. Isso implica também nos investimentos para começar”, diz.


MAIS DICAS:

Fonte: PEGN -G1 / Fotos: Divulgação.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br
porDenis Pereira

EMPREENDEDORA LARGA SEU TRABALHO, MONTA (E-COMMERCE) FEMININA E GANHA DE 15 A 20 MIL POR MÊS.

A Bielíssima possui um sistema chamado “Loja Delivery”, em que os consumidores recebem os produtos para testar antes de comprar.

E-commerce Bielíssima vende lingeries e acessórios femininos (Foto: Divulgação)

Depois de 12 anos na área de comunicação, a jornalista Priscila Biella resolveu largar a carreira para empreender. “Tinha um emprego fixo, confortável. Era gerente de marketing com uma carreira estabilizada, mas resolvi abrir mão disso tudo”, diz. A empreendedora buscou áreas de interesse e criou o e-commerce Bielíssima, que vende roupas e acessórios. “Montei com muito carinho. Quero que a mulher encontre na loja algo que vai amar”, afirma.

No ar desde abril de 2015, Priscila diz que começou a divulgação quase um ano antes. “Fomos estimulando o mercado através das redes sociais até que o e-commerce ficasse pronto.” O principal diferencial da marca é um sistema chamado “loja delivery”. A ideia é levar os produtos à casa dos consumidores – sem a necessidade de vendê-los. “Ao invés dos clientes irem ao shopping, nós vamos até ele”, diz.

Segundo Priscila, o conceito do serviço especializado surgiu com a crise em que o país se encontra. “Nossas clientes acabam economizando com o estacionamento e combustível, por exemplo.” A empresária também defende que essa ação divulga a marca e reforça a relação entre produto e consumidor.

Estreitar o relacionamento com o cliente é também o objetivo de outro serviço oferecido, o “Chá de Lingerie”. “O evento inclui brincadeiras, entrega de presentes (lingeries), comes, bebes e música”, afirma. As clientes interessadas podem fazer um orçamento pelo site.

Quem compra

Em média, os consumidores gastam R$ 250,00 por pedido – Priscila diz que seu público-alvo está mais concentrado nas classes A e B. “São mulheres que desejam excelência no atendimento e que preferem ter uma experiência de compra personalizada.”

Além das lingeries, site aposta em eventos para noivas

(Foto: Divulgação)Além das lingeries, site aposta em eventos para noivas (Foto: Divulgação)

Atualmente, os produtos que fazem mais sucesso entre as clientes da Bielíssima são as bolsas e lingeries. “A lingerie tem uma magia, ela dá um “empowerment” para a mulher”, afirma a empreendedora. Os chás também têm gerado uma boa renda para a loja. “É uma tendência, a mulher moderna está trocando o tradicional chá de cozinha ou chá de panela por serviços como o nosso”, diz.

Investindo em um sonho

As ações parecem estar dando certo. Com a Bielíssima, Priscila tem faturado de R$ 15 mil a R$ 20 mil por mês. “Comecei achando que ia ser super pequeno, mas o negócio tomou outra proporção. Hoje, quero fazer R$ 1 milhão em um ano”, afirma.

Para dar conta dos pedidos e alcançar essa meta, a Bielíssima conta com cinco funcionários e um grupo de parceiros. “Essa parceria cria uma rede importante de recomendações”, diz Priscila.

Outro fator que motiva a jovem empreendedora a se dedicar tanto é o sonho de trabalhar com crianças. Há anos, ela nutre o desejo de abrir um novo conceito de creche, mais focado no entretenimento e desenvolvimento dos pequenos – aumentando a relação entre pais e filhos. “Toda semana tiro um tempinho para cuidar disso em paralelo”, diz.

Mas Priscila garante que a Bielíssima seguirá funcionando. “Quero realizar meu sonho e continuar fazendo sucesso com a loja”, conclui.

E-COMMERCE DA VENDEDORA – Bielíssima
CURSO:
Importando com sucesso!

Fonte: PEGN -G1 / Fotos: Divulgação.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br

porDenis Pereira

EMPREENDEDORA DE 68 VENDE 150.00 BOLOS POR MÊS

Com rápida expansão, os bolinhos de vó saem do Rio de Janeiro para o Brasil e, em breve, para o exterior:

Ganhe dinheiro com venda de bolos
Dona Alzira, dona da franquia Fábrica de Bolo (Foto: Divulgação)

Em 2007, durante o feriado de Páscoa, Alzira Ramos, aos 60 anos de idade, perdeu sua mãe. Triste por perder uma pessoa tão amada, Dona Alzira, como era conhecida, não conseguia ficar em casa sozinha. Fugindo do luto, aceitou o convite de sua amiga para um chá. Naquela tarde, comeu um bolo de iogurte com canela. “Qual é a receita desse bolo?”, perguntou, para depois testar em casa. Ali começava a Fábrica de Bolo, franquia que faz mais de 150 mil bolos por mês no Brasil inteiro.
“Meu marido Cláudio tinha um lugarzinho no bairro, onde vendia pipoca. Seu amigo trabalhava em um botequim do lado e os dois falaram para eu tentar vender uns pedaços de bolo por lá”, diz Alzira. No primeiro dia, todos foram vendidos em menos de duas horas. “No segundo já fui com três bolos. Foi um sucesso, todo mundo comeu”. Em poucos meses, Dona Alzira já estava fazendo de 20 a 30 bolos por dia. “Era bom porque ajudava a superar aquele sentimento triste”
No entanto, pouco tempo depois disso, ao perder o irmão, a boleira sentiu o pior dos baldes de água fria. “Foi muito ruim. Fiquei muito mal mesmo. Sempre dizia que Deus tinha me dado um pai, uma mãe e um irmão para cuidar de mim”, afirma.
E por morar no apartamento de seu irmão, Alzira logo teve que procurar opções para sobreviver. “Tinha um forno muito pequeno, eu realmente precisava de mais espaço. Aí decidi ir para a loja do meu marido, dividir tudo com ele. Fizemos uma obra e ficamos por lá.”
O local, no centro do Rio, era bastante movimentado. “A rua tinha delegacia e muito comércio. O pessoal sentia o cheirinho e a nossa loja enchia. Falei para o Cláudio desistir das pipocas de uma vez para me ajudar com os bolos”, diz Alzira. Em 2010, a pequena lojinha ganhou o primeiro letreiro “Fábrica de bolo”.
“A fábrica começou a crescer e conseguimos juntar um bom dinheiro. Até abri uma poupança.” Com o dinheiro, a família Ramos decidiu investir em uma loja maior, no bairro da Tijuca – local onde Alzira trabalha até hoje.
O sucesso e as franquias
Com o aumento das demandas, a equipe de 15 funcionários não conseguia mais dar conta do atendimento. Em 2013, a Fábrica de Bolo Vó Alzira deu seu primeiro passo em direção ao mercado de franquias. Para dar forma ao projeto, foram necessários oito meses testando receitas. A ideia era conseguir uma fórmula de bolos que “mantivesse o sabor original”.

Venda de Bolo de coco com cobertura de leite condensado
Bolo de coco com cobertura de leite condensado da Dona Alzira (Foto: Divulgação)

Com o pensamento focado em praticidade, Fábio Prata, consultor de franquias da empresa, tomou conta dessa mudança. “O Sr. Cláudio desenvolveu um mix especial, com 80% do padrão do bolo. Depois disso, a gente entrou no processo de criação da marca, profissionalizamos as equipes. Tudo isso sem perder a essência.”
Para Prata, a expansão das franquias aconteceu de maneira muito rápida. “Ultrapassamos as 100 lojas em menos de dois anos. Produzimos mais de 150 mil bolos por mês. É muito difícil replicar o carinho da Dona Alzira com os clientes, por isso, cobramos comprometimento dos nossos parceiros”, diz Prata, que também é franqueado da marca.
Para entrar na família:
Quem quiser fazer parte da Fábrica de Bolo precisa desembolsar um investimento inicial de R$ 100 mil, em média. Além do dinheiro, os interessados devem saber que é necessário manter o estilo caseiro – além do bolo, é claro. “Quando desenhamos a primeira opção de franquia, parecia um Starbucks, todo moderno. Mas a Dona Alzira olhou o projeto e, de cara, perguntou onde estava o balcão de alumínio. Colocamos todo o projeto abaixo”, diz Prata.
Agora, os próximos desafios da empresa estão no crescimento. No projeto, duas metas: entrar no Estado de São Paulo pela primeira vez e levar o sabor de vó da Dona Alzira para os Estados Unidos. “Fizemos alguns testes na Flórida e o público parece ter aprovado. Vamos ver o que acontece”, disse Prata.
Com o sonho inimaginável da senhora de 68 anos alcançando terras estrangeiras, fica até difícil acreditar que Dona Alzira não come mais os bolos que faz. “É tanto bolo na nossa vida que a gente acaba enjoando. Do pessoal de casa, só a minha netinha ainda come. Mas é muito bom saber que faz sucesso quase no Brasil inteiro”, diz Alzira.

Fonte: PEGN -G1 / Fotos: Divulgação e G2 Captuta.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br