Categoria Variedades

porDenis Pereira

Ex-doméstica Aposta na Fabricação de Bolos e já tem 250 Lojas no Brasil

Primeira loja foi aberta em Salto, no interior de São Paulo. Em 2015 foram vendidos mais de três milhões de bolos.

ganhar dinheiro com venda de bolos e doces

Foto: Vídeo captura PortalG2

Cleuza da Silva nunca brincou de boneca, trabalhou como empregada doméstica e, aos 18, virou operária em uma fábrica de bobinas para alto falante. Só depois descobriu sua vocação: colocou a mão na massa e passou a fazer bolos.
Cleusa montou a primeira loja de bolos em Salto, no interior de São Paulo. “Depois de 2 anos, os bolos começaram a ficar conhecidos. Então, ao invés de três bolos por semana, eu passei a fazer três por dia e, no sábado, eu já fazia dez”, orgulha-se a empresária.   

Um cliente antigo, insistiu para que ela abrisse uma franquia e, então, ele abriu a primeira unidade. Em dois anos, Cleusa já tinha 50 unidades de franquia vendidas e passou a administrar o negócio junto com o filho.

As lojas ficaram famosas pela variedade e pelo colorido dos bolos, são mais de 80 sabores. Dentro de cada loja, existe uma pequena fábrica. Ela trabalha todos os dias, visitando as lojas e acertando os detalhes.

Atualmente ela comanda uma rede com 250 lojas de bolos em 11 estados brasileiros. Em 2015, foram vendidos mais de três milhões de bolos e, este ano, ela quer levar a marca para os Estados Unidos. “Minha infância difícil serviu para que eu aprendesse a caminhar”, comemora.

SODIÊ DOCES


MAIS DICAS:

Você também pode ganhar dinheiro com confeitaria e venda de bolos, mas pra isso sera necessário aprender todos os segredos deste ótimo negócio; Por isso coloquei as dicas de confeitaria abaixo:

1- Lucas Piubelli, decoração artística de bolos – Bolos decorados.



Fonte: PEGN / Foto: Dicas de Negócios PME e PortalG2.
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2 – http://www.portalg2.com.br
porDenis Pereira

7 DICAS PRA CRIAR UM NOME IDEAL PARA SUA EMPRESA

Tem gente que desde criança sabe o nome que vai dar para os filhos. Você já pensou e pesquisou sobre o nome da sua empresa?

7 DICAS PRA CRIAR UM NOME IDEAL PARA SEU EMPRESA
Foto: Dicas de Negócios PME

De todos os elementos, documentações e decisões necessárias de uma jornada como abrir uma empresa, é provável que o nome dela ou do produto seja uma das tarefas mais difíceis de se executar. Hoje, somente no Brasil existem um pouco mais de 18.000.000 (dezoito milhões!) de empresas. Imagine criar algo que não existe?

É realmente difícil, nós sabemos, porque já vimos vários clientes sempre se esbarrar nos mesmos questionamentos para criar o nome da empresa, como: “Será que meu negócio será regional, nacional ou internacional?” ou “Coloco um nome em português ou inglês?” e até mesmo “Sigla com nome de sócios ou relacionado ao produto?”.

Mas calma, existe uma saída e um caminho para chegar até a criação do nome ideal para sua empresa ou produto e vamos te mostrar a trilha do ouro através dessas dicas! Leia com calma e bom processo criativo:

1- Tenha certeza da sua Visão
Quando você decidiu criar sua empresa, com certeza você tinha um objetivo, seja ele ajudar as pessoas a comprar comida pela internet ou promover encontro de casais por aplicativos de smartphones. Por isso, a primeira dica é você definir exatamente o que sua empresa é e o que você quer entregar de valor para seu consumidor. Isso é a sua Visão: onde você quer chegar e o que você quer ser.

TODA EMPRESA DEVE TER UM DIFERENCIAL QUE SERÁ REFLETIDO NO NOME DA EMPRESA, NA IDENTIDADE VISUAL, NO TIME E, PRINCIPALMENTE, NA MENSAGEM QUE ELA IRÁ PASSAR AO MUNDO.

2- Seja Diferente
Sim, mesmo com 18 milhões de empresas, é possível se diferenciar. Existem algumas características do seu negócio que podem estar presente no nome como forma de diferenciação. Alguns exemplos:

Por Segmento: Nesse tipo, você utiliza algum termo relacionado ao seu business para caracterizar o negócio, podendo ser complementar ou o nome da empresa de fato. Ex: O aplicativo para pedir táxis por smartphones 99Táxis.
Por Regionalização: Para as empresas que querem se diferenciar por fazer parte de um mercado local. Geralmente pequenos negócios utilizam-se dessa estratégia. Ex: Um hotel que fica em uma famosa praia da cidade e leva o nome do local, como o Hotel Praia do Forte.

Por Público: Aqui você vai focar no seu público e em seu comportamento para incorporar no nome da sua empresa . Ex: Uma loja de roupas para nerds assumidos, que se chama Geek Store, ou o nome de uma loja de roupas para mães e seus filhos pequenos, como a Bebê Store.

Por Produto: Nesse modelo você já vai dar a ideia exata do que é seu business ou mesmo produto no nome. Esses casos facilitam a compreensão do consumidor e geralmente são nomes mais fáceis de lembrar. Ex: Casa do Pão de Queijo – claro, direto e dá até fome né? Outro bom exemplo é da Apple, que criou uma família de produtos “I”, iPhone, iPod, iMac… Uma ótima estratégia de branding para marcar o consumidor.

Por Inovação: Para as marcas que estão lançando novos produtos ou serviços inovadores no mercado, uma boa estratégia é ter um nome criativo que “fale” pela inovação. Ex: O Instagram apostou nessa estratégia. Eles queriam um nome que remetesse ao ato de “Gravar” algo “Aqui e Agora”, e pronto, um nome forte e marcante.

3- Curto e Direto
As siglas e os nomes curtos são ótimas opções também, pois são mais fáceis de memorizar e até de falar! Uma boa estratégia para criar um nome curto é tentar utilizar as iniciais dos sócios ou do produto. Mesmo que você crie um nome longo, você pode criar uma marca que utilize a sigla em sua composição. Veja alguns exemplos:

GSK: GlaxoSmithKline
NASA: National Aeronautics and Space Administration
GM: General Motors
C&A: Clemens e August Brenninkmeijer (Irmãos fundadores)

4- Converse com seu público
Uma prática que instigamos sempre em nossos clientes de criação de nome é que eles busquem o público deles e apresente as opções de nomes para eles falarem! É importante perceber como seu cliente vai pronunciar o nome, e principalmente, o que ele entende que aquela empresa faz só pelo nome. Se ele responder algo similar ao que sua empresa realmente faz, pode apostar que você está no caminho certo.

Nem sempre o nome vai estar inteiramente ligado ao negócio da empresa, mas uma pronúncia forte e fácil é essencial, veja o exemplo da Red Bull, marca de energético que tem em seu nome duas palavras de pronúncia e significado forte (“Red” – Vermelho e “Bull” – Touro).

LEMBRE-SE: A SUA MARCA DEVE SER ALGO ACESSÍVEL E NÃO ALGO QUE AS PESSOAS LUTAM OU TENHAM VERGONHA DE FALAR POR NÃO CONSEGUIREM PRONUNCIAR.

5- Pesquise muito
A pesquisa é essencial para que você chegue a um gran finale fenomenal. Faça um benchmarking de seus concorrentes diretos e indiretos, como eles se comunicam, quais cores usam e se já existem nome similares ao que você pretende usar. Outra pesquisa importante é em relação ao público que você pretende atingir. Pesquise a classe econômica deles, seus hobbies, como eles se comunicam na internet, quais marcas eles usam, assim você conseguirá ficar bem próximo e falar a “mesma língua” que eles!

Importante: se você é uma empresa que visa um crescimento internacional, é essencial que você saiba como é pronunciada e a tradução da palavra em outros países, para não dar uma mancada similar ao malfadado mecanismo de busca lançado em 2008 pela Microsoft que chamava “Cuil”, lembra? Primeiro, ninguém sabia ao certo como pronunciava e acabou por se pronunciar “Cool”, mas depois de tantas dúvidas e zoações, o mal feito já tinha sido feito.

6- Faça um Brainstorming
Brainstorming é uma expressão americana que na tradução para o português significa “tempestade cerebral” ou “tempestade de ideias”: jogar várias ideias para selecionar a melhor. A nossa dica é que você marque uma reunião só para essa tarefa juntando as pessoas mais importantes para sua empresa – podem ser sócios, colaboradores e até mesmo aquele amigo criativo e mande ver! 

Algumas dicas para o processo de brainstorming:
Nenhuma ideia é ruim ou errada. Não vale cortar os colegas, isso acaba inibindo e prejudicando a sugestão de novas ideias
Escreva todas as sugestões no papel, não descarte nenhuma. Somente no final, escolha as melhores e debata sobre elas.
Divirta-se! Afinal, você está criando sua empresa ou produto!

7- Está liberado para registro?
Tudo certo? Ainda não, falta um ponto principal que muita gente esquece ou nem sabe que existe. No Brasil existe um órgão que regula o registro de marcas e patentes, o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual). O registro oficial só é válido se for feito pelo INPI. Só assim para você e sua empresa ficarem salvos de plágios e cópias de marcas.

Acesse aqui a ferramenta ou baixe aqui o aplicativo para fazer uma Busca Prévia Grátis da disponibilidade da sua marca no INPI. Ela vai te ajudar a dar o primeiro passo no registro do nome da sua empresa.

Outro ponto, ainda se falando de registro e que não pode ficar de fora de seu estudo, é realizar a pesquisa do domínio (link do site) na internet. Até porque, imagina criar um nome incrível, uma logo perfeita, um site super tecnológico e o domínio não estar liberado? A UOL tem uma ferramenta bem legal que te ajuda nessa busca. Acesse aqui!

DICA BÔNUS
Como toda startup, não podíamos andar tão na linha assim. Por isso, nossa dica bônus vai de encontro com algumas dicas anteriores e pensamentos 

conversadores de alguns marketeiros:
VÁ CONTRA AS REGRAS E A MARÉ, CRIE UM NOME DIFERENTE, CRIE UMA NOVA TENDÊNCIA, UM NOVO MERCADO.

A Natura é um ótimo case nesse sentido. Quando Luis Seabra fundou a Natura em 1969, quase todos seus concorrentes adotavam nomes de origens européias, principalmente que remetesse a França. 

Mas Seabra tinha outro objetivo: construir uma marca e empresa que estivesse ligada ao bem estar, à natureza, às relações humanas e à melhoria da autoestima das pessoas. Mais de 40 anos depois, a Natura é considerada uma das 10 marcas mais valiosas do Brasil, segundo levantamento da consultoria de marcas BrandAnalytics.

Agora que você tem todas as dicas para o caminho da criação de um nome de empresa de sucesso, é só colocar a mão na massa e criar! Boa sorte!

MAIS DICAS:


Fonte: Endeavor Gustavo Mota We Do Logos CEO Foto: Dicas de Negócios PME
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porDenis Pereira

GOVERNO LANÇA FINANCIAMENTO PARA EVITAR O DESEMPREGO

projeto Travessia vai ajudar o setor a evitar o desemprego.

Serão R$ 5 bilhões vindo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

GOVERNO LANÇA FINANCIAMENTO PARA EVITAR DESEMPREGO
Governo lança financiamento para ajudar empresas a atravessar a crise
Batizado de ‘Travessia’, projeto quer ajudar o setor a evitar o desemprego.
Serão R$ 5 bilhões provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

O governo federal lançou uma nova linha de financiamento para empresas que faturam até 3,6 milhões por ano. São R$ 5 bilhões provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O projeto, batizado de Travessia, quer ajudar o setor a passar pela crise com menor desemprego possível.
Para ter acesso a esse financiamento, o empresário terá que manter o mesmo número de funcionários. A empresa com mais de dez trabalhadores também terá que contratar um jovem aprendiz. O objetivo é reduzir o desemprego de jovens entre 14 e 18 anos, faixa etária com mais dificuldade de entrar no mercado de trabalho.

A linha de crédito já está disponível, com limite de financiamento de 200 mil reais por empresa. O prazo de pagamento é de 48 meses e a taxa de juros fica entre 17% e 19,3%. Os empreendedores devem procurar as agências do Banco do Brasil e os bancos conveniados ao BNDES.


MAIS DICAS:


Fonte: PEGN – G1 / Foto: Vídeo Captura PortalG2.
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porDenis Pereira

VERSÃO MOBILE DE SITE EVANGÉLICO AUMENTA AS VENDAS

O Brasil tem 76 milhões de Smartphones em uso,
80% dos brasileiros acessam internet usando o Smartphone.

VERSÃO MOBILE DE SITE EVANGÉLICO AUMENTA AS VENDAS
Versão de sites para celular pode aumentar número de vendas

Com 76 milhões de Smartphone no Brasil, versões são valorizadas.
80% dos brasileiros acessam a internet usando o Smartphone.
Uma pesquisa recente mostrou que 80% dos brasileiros acessam a internet usando o Smartphone. No Brasil, no entanto, só um quarto dos sites tem versão feita especialmente para os dispositivos eletrônicos móveis, a chamada versão “responsiva”.
Em um país já tem 76 milhões de Smartphone, é esperado que esse seja o caminho mais usado para chegar a um produto. Mas o que é importante em um site responsivo?
O ideal é que ele carregue rápido, em até dois segundos, e o acesso seja simples, mas sem ter menos informações que a versão para os computadores. No caso de Renan Santos e Simone Carvalho, que abriram uma loja de moda evangélica na internet, sem a versão responsiva, os clientes ficavam menos de um minuto no site. Após a versão ser transformada radicalmente, as vendas cresceram 20%.
Além disso, também é possível desenvolver um aplicativo para o cliente instalar direto no mobile. Por outro lado, é importante saber que mais de 90% dos consumidores que baixam o app desinstalam o programa depois de um mês.
CONTATO: 
SAIA BELLA – MODA EVANGÉLICA
Telefone: (11) 4962-2244 /  (11) 97457-4883
Site: www.saiabella.com.br
Email: contato@saiabella.com
ESPM – SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM COMUNICAÇÃO E GESTÃO
Telefone: (11) 5085-6707
Email: rtafner@espm.br
Site: http://www2.espm.br/cursos/espm-sao-paulo/sistemas-de-informacao-em-comunicacao-e-gestao


MAIS DICAS:

Fonte: PEGN – G1 / Foto: Vídeo Captura PortalG2.
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2 – http://www.portalg2.com.br

porDenis Pereira

MODA EVANGÉLICA – BOM GOSTO E ELEGÂNCIA GARANTE SUCESSO DA LOJA

Franquia de moda evangélica fatura acima de R$ 200 mil

Saia bela, Mulheres bem vestidas - foto divulgação
Franquia de moda evangélica e corporativa tem faturamento acima de R$ 200 mil (Foto: Divulgação)

Segundo pesquisa publicada em 2013 pelo IBGE, 42,2 milhões de brasileiros são evangélicos. Entre eles, está o casal Simone Carvalho, 27 anos, e Renan Santos, 28. Juntos, eles frequentam a Congregação Cristã que é, de acordo Santos, muito tradicional. “Nós temos que seguir uma série de regras religiosas, e algumas são referentes às roupas que as mulheres devem usar. A moda evangélica inclui vestidos, saias e conjuntos na altura dos joelhos. Calças e bermudas não são permitidas, e as vestimentas devem sempre ter mangas, que cubram os ombros”, explica Santos.

Por conta dessas limitações, sempre que Simone precisava comprar uma roupa nova, eles tinham que passar muitas horas visitando lojas. “Nós até encontrávamos roupas adequadas, mas os modelos eram sempre muito antiquados”, explica. A partir dessa falha no mercado, o casal empreendeu e criou a Saia Bella, uma franquia de moda evangélica e corporativa que hoje tem faturamento acima de R$ 200 mil.

A ideia surgiu em janeiro de 2015, depois de cansarem de procurar roupas em um shopping. Na época, Santos trabalhava como gestor de uma transportadora e Simone era contadora. Antes de começar, no entanto, eles resolveram fazer testes. O primeiro aconteceu em janeiro de 2015. No bairro do Brás, em São Paulo, o casal comprou 80 peças em lojas de atacado para revendê-las a amigos e familiares. “As roupas nos custaram R$ 3,5 mil e, em apenas dez dias, nós vendemos todas as peças e faturamos o dobro do investimento”, diz Santos. O empreendedor complementa que, mesmo com os bons resultados, cada um deles ainda manteve seus próprios empregos. “No fim, isso serviu para percebermos ainda mais que a ideia era boa, pois, mesmo vendendo as peças apenas nos finais de semana, nós conseguimos acabar com o estoque em um tempo muito curto”, diz.

Depois de um primeiro resultado positivo, a dupla decidiu fazer uma tentativa mais ousada em fevereiro. “Nós criamos uma página no Facebook e começamos a colocar imagens das roupas. Publicamos que fazíamos entregas para o Brasil inteiro, via correios. E, para nossa surpresa, em apenas cinco dias, chegamos a mil curtidas na página”, conta Santos.

Os pedidos vinham de todo o país e as peças custavam, em média, R$ 250. “Vendemos cem peças pelo Facebook, mas as compras eram muito informais e a gente precisava de um espaço apropriado para isso”, diz. A solução foi a pagar por uma ferramenta específica para criação de lojas virtuais. “No começo, nós cadastramos apenas 50 peças. Hoje, já estamos com mais de mil itens na loja”, diz Santos. Em abril, Simone decidiu deixar seu trabalho como contadora para se dedicar exclusivamente à Saia Bella. O casal, então, alugou um pequeno escritório no bairro Vila Galvão, na zona oeste de Guarulhos.

A sala era pequena e foi preciso um investimento de R$ 2 mil para organizar o espaço. “Era apenas um cômodo, com banheiro e provador. A ideia era usar o local como centro de operações e também oferecer um showroom para poucas clientes. Por isso, nem fizemos nenhuma publicidade, apenas publicamos o endereço no Facebook. Um dia, formou uma fila para fora da sala com clientes até de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Nessa hora, vi que seria preciso expandir”, diz.

No mês seguinte, Santos resolveu deixar seu emprego e se juntar a Simone. O casal fez planos para abrir uma loja física mais estruturada e investiu R$ 70 mil reais na expansão. Durante esse período, os dois também optaram ampliar um pouco o modelo de negócios da loja e passaram a se apresentar como vendedores de moda evangélica e executiva. “Fizemos isso porque, embora 70% das nossas clientes sejam evangélicas, temos outros 30% de compradoras que buscam nossas roupas quando precisam de algo mais formal para vestir”, explica Santos.  Em novembro, com promoções para Black Friday, a Saia Bella teve seu pico de vendas, com faturamento de R$ 220 mil. Parte desse sucesso se deu à fidelidade das clientes que, segundo Santos, costumam voltar à loja para comprar uma nova peça a cada 20 dias.
A loja foi inaugurada em agosto de 2015 e Santos esperava vender R$ 25 mil em peças no primeiro mês. “Nós conseguimos vender o dobro, e aquilo fez eu perceber que o nosso negócio era franqueável”, diz. Eles contrataram uma empresa para formatar a franquia. Como parte do planejamento das franquias, o casal investiu R$ 40 mil na adaptação de um centro de distribuição. O espaço levou apenas um mês para ficar pronto e é utilizado para estoque e despacho das peças compradas online. “Com a abertura das franquias previstas para esse ano, vamos utilizar esse centro na organização dos estoques de cada uma”, diz Santos.

A primeira franquia da Saia Bella foi vendida em abril de 2016, por R$ 95 mil. A unidade deve ser aberta em julho no distrito de Alphaville, próximo a São Paulo. Segundo Santos, a previsão para este ano é que mais quatro lojas da Saia Bella sejam inauguradas. Três delas em São Paulo, sendo uma franqueada e duas próprias, e outra em Pernambuco. “Depois de São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro são os estados com mais compradores, por isso estamos negociando uma loja no Nordeste”, diz Santos.

MAIS DICAS:

Fonte: PEGN – G1 / Foto: Divulgação.
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2 – http://www.portalg2.com.br
porDenis Pereira

5 CONCEITOS DE GESTÃO QUE VOCÊ PRECISA CONHECER

Os conceitos são úteis para lidar com produtos e até com as motivações da equipe

5 CONCEITOS DE GESTÃO

Os conceitos ajudam no planejamento de vendas e na organização da empresa (Foto: Divulgação)

os empreendedores acreditam que a prática vale mais do que a teoria. É verdade que, para abrir um negócio, não é preciso fazer faculdade de administração ou MBA. Mas, estes conceitos ajudam – e muito – na hora de gerenciar seu negócio.

Para Ruy Soares de Barros, consultor do Sebrae-SP, os novos negócios precisam entender conceitos básicos de gestão para conseguir inovar e ter sucesso. “Um dos grandes desafios que o empreendedor enfrenta é a gestão”, diz Barros. O especialista participou do primeiro painel da 11ª edição do Congresso da Micro e Pequena Indústria. Veja cinco conceitos e ferramentas que vão te ajudar a gerenciar seu negócio:

1. Balanced Scorecard

Apresentada pelos professores de Harvard, Robert S. Kaplan e David P. Norton, a metodologia ajuda a empresa a alcançar os resultados desejados. “A partir dela, é possível aprender um pouco mais sobre a gestão do empreendimento e promover o seu crescimento”, afirma Barros. O Balanced Scorecard fornece vetores que ajudam na estratégia para que o empreendimento se desenvolva.

2. As Cinco Forças de Porter

Esse modelo é o responsável por ajudar o empreendedor na análise de seus concorrentes. “É com ele que você consegue identificar as ameaças à empresa. Descobre formas de como trabalhar com isso e sabe como essas medidas podem afetar o seu negócio”, diz.

Desenvolvido por Michael Porter na década de 1970, analisa a competitividade dentro e fora do setor no qual a empresa está inserida. As cinco forças abaixo são rivalidade entre concorrentes, ameaça de novos concorrentes, poder de barganha dos compradores, poder de barganha dos fornecedores e ameaça de produtos.

3. Pirâmide de Maslow

Proposto por Abraham Maslow, esse conceito organiza hierarquicamente quais são as necessidades que devem ser satisfeitas dentro de uma empresa. “É com a Pirâmide de Maslow que conseguimos perceber as melhores maneiras de estimular e motivar os funcionários a serem mais produtivos”, diz Barros.

A base da pirâmide, que é dividida em cinco níveis, é aquela que mostra quais são as necessidades primárias. Estas são as carências fisiológicas, relacionadas ao bem-estar e saúde. As secundárias são aquelas que dizem respeito à segurança, autoestima e relações sociais. O topo da pirâmide trata das necessidades de realização pessoal.

4. Matriz BCG

Barros destaca o fato de que as matrizes são sempre esquecidas pelas empresas, mas são essenciais. “Os nossos negócios devem ser analisados por matrizes. Isso melhora seu desempenho e ajuda na gestão”, afirma. No caso, a matriz BCG é um método para analisar o portfólio de produtos oferecidos e seu ciclo de venda. Com isso, o empreendedor consegue traçar uma estratégia de oferta melhor.

A matriz é composta por dois eixos: taxa de crescimento do mercado e participação do produto no mercado. Cada um deles é formado por dois setores que resultam em quatro diferentes tipos de produtos. Esses quadrantes vão determinar quais itens de uma empresa devem ser mantidos e quais deles devem ser repensados.

5. SWOT (ou FOFA)

O nome dado a essa análise é um acrônimo das palavras em inglês que significam forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Sua finalidade é avaliar os ambientes externos e internos de um negócio. A partir disso, são formuladas estratégias para melhorar o seu desempenho no mercado. Desenvolvida por Kenneth Andrews e Roland Christensen, a análise compila todos os dados coletados em uma matriz que facilita a visualização dos aspectos indicados pela sigla.


Fonte: PEGN – G1 / Foto: Divulgação.
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2 – http://www.portalg2.com.br
porDenis Pereira

NA CRISE, REDES DE FAST-FOOD APERTAM O CINTO E REDUZEM PREÇOS EM ATÉ 50%

A estratégia é atrair o cliente às praças de alimentação em um momento em que a circulação de consumidores nos shoppings não para de cair

Para o horário do almoço, queda de 50% no valor de certos “combos” (Foto: Creative Commons/Flickr/r. nial bradshaw)

edes de fast-food estão promovendo uma guerra de preços para segurar os clientes em meio à crise econômica. Mesmo pressionadas pela inflação dos alimentos – que superou 12% em 2015 -, redes como McDonalds, Giraffas e Habibs vêm oferecendo descontos adicionais de até 50% para convencer o consumidor de que é possível continuar a comer fora de casa.
No caso do McDonalds, o diretor de marketing Roberto Gnypek explica que a rede está mais orientada a promoções do que em tempos de bonança.
Para o horário do almoço, a empresa diminuiu em quase 50% o valor de certos “combos” – sanduíche, batata frita e refrigerante – em relação aos tradicionais, como a oferta do Big Mac, que sai por R$ 22.
Hoje, é possível ter acesso a refeição semelhante, entre 11 horas e 16 horas, por R$ 15.Outra empresa que limou preços foi o Habib’s (que também é dono da cadeia Ragazzo). O sanduíche mais barato das duas redes antes custava R$ 6,90. Desde março, esse produto de “entrada” sai por R$ 3,90 (corte de 43,5%).
As famosas esfihas e coxinhas da rede, que antes saíam por R$ 1,98, com promoções em certos dias da semana, agora podem ser adquiridas a qualquer hora por R$ 0,99. “Estamos indo ao limite do preço, da margem”, diz André Marques, diretor de marketing da Habibs.
A rede Giraffas começou o processo de corte de preços em fevereiro – quando lançou um novo cardápio, com valores 15% mais em conta. A empresa oferece refeições a partir de R$ 10,90 e sanduíches por R$ 7,90. Nesta sexta-feira, a Giraffas vai lançar uma promoção que reduz ainda mais seus preços e sua margem, passando a ofertar desconto adicional de 25% para o cliente que for à loja com um acompanhante.
A estratégia, diz o diretor de marketing da empresa, Ricardo Guerra, é atrair o cliente às praças de alimentação em um momento em que a circulação de consumidores nos shoppings não para de cair. “Se as pessoas param de fazer compras no shopping, elas deixam de comer algo nos restaurantes também”, disse. Com a promoção, a meta do Giraffas é aumentar o volume de vendas em 20%.
Na crise, o executivo do Giraffas diz que as praças de alimentação viraram palco de uma guerra de promoções. Ao oferecer dois itens por um ou condicionar um desconto ao acompanhante, as empresas querem ganhar fluxo. No caso do McDonalds, segundo Gnypek, essa estratégia passa ainda pela oferta de cupons de desconto, que está mais forte do que nunca na operação brasileira e tem iniciativas nas lojas e também nas redes sociais da marca. “O cupom é uma estratégia válida, desde que auxilie, e não canibalize, a venda por preço cheio.”
Na batalha para reduzir o preço sem dar prejuízo aos franqueados, o Giraffas revisou seus contratos com fornecedores. O bife à parmegiana, por exemplo, que antes chegava “empanado” ao restaurante, passou a ter essa etapa feita na loja. “O custo é menor”, justificou Guerra. No caso do Habibs, Marques afirma que a estratégia de verticalizar a produção – produzindo da matéria-prima ao material de ponto de venda – dá mais competitividade à companhia.
Todas as empresas dizem estar “ganhando” da economia e evitando andar para trás na recessão. O Habibs diz que a operação da marca principal está no “zero a zero”, mas que a Ragazzo cresce 5% – é exatamente neste ritmo que o Giraffas espera crescer em 2016.
O McDonalds teve alta de 13,8% no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) em 2015, embora seu resultado regional tenha sido prejudicado pela alta do dólar (os números da rede na América Latina são fechados na moeda americana).
Procurados pelo jornal O Estado de S. Paulo, as redes de fast-food Burger King e Bob’s não quiseram dar entrevista. A Subway não respondeu o contato da reportagem.
ComportamentoPara a Abrasel, associação que reúne bares e restaurantes no País, o brasileiro vive um momento em que está trocando suas conquistas de consumo por opções mais baratas. Tanto é assim que, em meio à recessão, o segmento de lanchonetes e padarias cresceu 15% no ano passado. “Muita gente trocou o lanche pelo salgado, que é mais barato”, diz o presidente da associação, Paulo Solmucci.
Mesmo em segmentos de renda mais alta, a troca por opções mais em conta é uma realidade. “Quem ia a restaurante de R$ 60, agora vai ao fast-food”, resume. É justamente de olho neste consumidor que, bem no meio da crise, o McDonalds lançou uma oferta premium, de R$ 29. “Queremos atrair quem comia hambúrguer gourmet”, diz o diretor de marketing da rede. “Está todo mundo em busca de preço mais baixo.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: PEGN – G1 / Foto: Divulgação.
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2 – http://www.portalg2.com.br
porDenis Pereira

TRANSFORME SEU PRODUTO EM UMA EXPERIÊNCIA “UAU!”

Confira um passo a passo detalhado para você encantar seus clientes:

Foque na experiência do cliente para encantá-lo e fidelizá-lo (Foto: Reprodução/Endeavor)


SABE aquele momento que você consegue realizar uma tarefa em menos tempo do que esperava? Sabe aquele sentimento de querer compartilhar com seus amigos uma ferramenta incrível que você acabou de conhecer? Minutos antes disso, você passou por uma experiência que te deixou em um estado de imersão – concentração plena – seguido de uma euforia, o famoso “uau”.
O mercado de software como um serviço (ou Saas) está repleto de ideias focadas em resolver os problemas das pessoas. Porém, poucas conseguem de fato encantar, fidelizar seus clientes e fazer parte da rotina de seus usuários. Não precisar de instalação, ter preço acessível, ser fácil de usar.

Entregar uma experiência “uau!” vai muito além disso! O ecosistema de serviços ao redor do produto, a entrega de valor nos primeiros minutos de uso, a solução da causa raiz dos problemas com o mínimo de interface possível e a relação do cliente com a marca são algumas das facetas desse desafio.

Mas o que de fato acontece nas empresas que não conseguem chegar a esse nível de entrega?

Aqui vão algumas hipóteses:


Designer centered design:
Focado em sanar dores que o designer imagina que os usuários passam, sem efetuar qualquer tipo de estudo focado no usuário.

Product Manager centered product: 
Focado somente nos interesses da empresa ou no próprio interesse, o Product Manager quer mostrar resultados pessoais em prol do seu plano de carreira.
Developer centered development: Focado em soluções tecnológicas que resolvem problemas inexistentes com uma curva de aprendizagem complexa para não developers.

Investor centered investment: 
Focado nas prospecção de clientes e faturamento o mais rápido possível, fazendo com que a empresa concentre-se somente em convencer clientes a usarem o produto em vez de entregar um valor interessante aos clientes por si só. Crescer e quando chegar lá, crescer mais.

One user centered product: 
Focado na dor de uma parcela específica de usuários que não representam a totalidade dos clientes e possuem demandas pontuais que aumentam a complexidade do produto. Também conhecido como “roadmap no grito”, onde o cliente que grita mais vira prioridade.

MVPs centered product: 
Focado em diversos experimentos incompletos e com mudanças constantes de foco que impedem a entrega de um Minimum LOVABLE Product (Mínimo Produto Amável). Tenha muito cuidado ao definir o Minimum VIABLE Product (Mínimo Produto Viável) de cada sprint – sugiro que leia muito sobre isso.

Produtos Frankenstein: 
Sistema com muitas funcionalidades que não se conectam, normalmente acompanhado de um legado quase irreversível.

3 passos para mudar a direção das coisas:

1. Pensamento sistêmico: 
Todo problema possui diversos pontos de vista.
Todos os pontos apresentados acima devem ser complementares para que se tenha uma visão multidimensional do problema. Cada área da empresa normalmente consegue colaborar com um ponto de vista diferente sob o problema.

Algumas pessoas conseguem conectar estes diversos pontos de vista e criar soluções sistêmicas que equilibram os diferentes interesses – dos usuários, dos investidores, dos stakeholders.

Estimule e facilite dinâmicas que trazem pontos de vista diferentes e complementares para alcançar soluções mais maduras. O mais importante aqui é ouvir e não provar quem está certo.

2. Times heterogêneos com autonomia:
Crie times multidisciplinares capazes de resolver problemas de ponta a ponta. Uma meta comum entre profissionais diversificados promove sinergia entre áreas e colaboração.

A proximidade aumenta muito quando o time tem um designer, um frontend, um backend, um analista de marketing, um product manager.

3. Guildas:
Conectar pessoas com job descriptions semelhantes possibilita o compartilhamento de boas práticas e melhoria de processos. As guildas ajudam a pensar constantemente em como fazer mais com menos e automatizar tarefas. Propósitos internos a um grupo de “semelhantes” produzem projetos entre departamentos/times e promovem mudanças positivas.

Como começar com o pé direito:
Enquanto sua empresa não existir de fato, faça a maior quantidade de testes possível. Entenda profundamente a dor que pretende resolver e somente depois crie uma estrutura quando provar que investindo $1 retorna $3 de lucro. Sugiro participar de eventos como Startup Weekend e cursos como Empretec para aprender isso na pele.

Foque-se em um único problema:
Cada funcionalidade cria uma análise combinatória de problemas, desfocar sua equipe exige mais investimento e manutenção.

Conheça seus bons e maus hábitos: não importa qual seja, ambos serão replicados pelo seu time de liderados e formarão a cultura organizacional da sua empresa.

Defina um propósito claro:
Isso irá te ajudar a priorizar iniciativas, motivar seu time e fazer você continuar quando tudo parecer insolúvel.

Contrate “A players”:
Independentemente de senioridade ou função, encontrar e contratar pessoas capazes de promover mudanças e trazer resultado de forma autônoma é um grande desafio que você precisa superar. Você não poderá cuidar de tudo sempre.

Como eu posso lidar com problemas de usabilidade
Identifique perfil de usuários: suje as botas de lama e vá conhecer seus clientes e seus usuários. Quem são os tomadores de decisão? Quem são os evangelistas do seu produto? Quem são as pessoas que usam seu produto constantemente? Descobriu isso! Quais são os comportamentos comuns entre esses stakeholders? Qual é a dor deles que você pretende resolver? Qual é a dor que eles esperam que você resolva?

Sessão de cinema:
Assista a vídeos de pessoas utilizando seu produto pela primeira vez e faça uma sessão de cinema e pipoca com seu time. Entregue um bloco de post-its e uma caneta para cada. Peça que todos anotem as dores que observaram nos usuários e depois faça um painel agrupando post-its por semelhança.

Limpe funcionalidades:
Imprima todas as telas do seu produto, espalhe-as em um painel e dê uma caneta vermelha para da pessoa que estiver na sala. Risque as funcionalidades que são utilizadas por 1% dos seus usuários e que não trazem receita. O que sobrou? Qual é o core do seu produto?

Mobile First, First:
Faça o exercício de recriar seu produto em um aplicativo para celular. O que precisa estar na primeira tela? Qual é a sequência ideal para a 1ª experiência? Que funcionalidades precisam estar no bolso do seu usuário o dia inteiro? Leia mais neste artigo que vai mais além neste assunto.

Valide com usuários:
Parta do princípio de que tudo é hipótese. Falar com usuários minimiza o risco de lançar algo que ninguém irá pagar para usar. Quanto melhor você fizer a validação com clientes, iterar a solução focando-se em simplificar para seu usuário e analisar métricas (quantitativas + qualitativas) maiores as suas chances de acertar. Faça isso antes mesmo da primeira linha de código!

Trabalhe para trabalhar menos: trabalhe com componentes validados com usuários, isso cria consistência no seu produto e faz seu time ganhar velocidade a cada sprint.

Efeito “uau!” é a consequência de um trabalho muito intensamente focado no ser humano. Produtos Saas estão revolucionando a vida moderna e acredito que isso pode ser bom ou ruim, dependendo da maneira que fizermos isso acontecer.
Fonte: PEGN -G1 / Foto:Divulgação/Endevor.
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2 – http://www.portalg2.com.br
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porDenis Pereira

PEGN – COMO ACADEMIA FALIDA DEU ORIGEM À SMARTFIT

A marca é hoje a maior rede de academias da América Latina

Foto: TRIVELA PUBLICIDADE.

Formado em engenharia química, Edgar Corona começou a empreender na faculdade, montando uma confecção com alguns colegas. Depois de formado, foi trabalhar na usina de açúcar da família, no interior de São Paulo. “Quando entrou a terceira geração da família, todo mundo brigou e me colocaram para fora. Graças a isso, não convivo com a família e resolvi montar meu negócio”, diz. O empreendedor participou da VI Virada Empreendedora, que acontece em São Paulo.
O ramo escolhido foi totalmente diferente dos outros dois: uma academia de ginástica. Mas, ao contrário do sucesso das redes Bioritmo e Smartfit, a primeira unidade foi um fracasso. “Montamos tudo errado: endereço errado, arquiteto errado, e o negócio não deu certo”, diz. Prestes a falir, Corona teve a chance de recomeçar com uma nova unidade na Avenida Paulista, em São Paulo. “Tentamos mirar um pouco no cliente e fizemos diferente, com uma arquitetura legal, mudando conceitos da academia com foco na experiência do cliente”, diz. Da iluminação aos vestiários, tudo foi pensado para conquistar o exercício.

Edgar Corona, na Virada Empreendedora, em São Paulo (Foto: PEGN)


O próximo passo foi mudar o processo de vendas, oferecendo um pacote de treinos curtos e constantes, que aumentasse a retenção dos clientes. Mas, foi em 2008, durante um evento de academias nos Estados Unidos que Corona desenvolveu sua ideia mais inovadora, a Smartfit. “O mercado americano tinha um modelo de negócios na faixa dos US$ 20. No Brasil, tínhamos academias muito baratas e ruins ou caras. Não se olhava para o cliente. Começamos a fazer e faltou dinheiro. Conseguimos um aporte do fundo Pátria e tivemos o maior crescimento orgânico do mundo em academia: 1 milhão de clientes de 2009 para cá e de 70 a 80 clubes por ano”, diz.

Hoje, a Smartfit é a maior rede de academias do Brasil, do México e da América Latina, com 320 unidades. “Colocamos 500 mil pessoas que nunca tinham feiro atividade física na academia. Só se consegue isso quando horizontaliza processo de gestão. O importante é construir um negócio com significado, influência e poder para a equipe”, afirma.
Todos os dias, a equipe faz uma reunião rápida pela manhã e, segundo Corona, até a hora do almoço todos os funcionários sabem o que foi dito. “O chefe não chega na reunião e fala vamos fazer isso. Ele pergunta a opinião de cada um sobre como resolve. A equipe inteira constrói junto a solução. A gente nunca comemora uma vitória, porque precisa ser inconformado porque as vantagens competitivas são transitórias”, diz.
Inconformado, Corona foi além de oferecer exercícios físicos e hoje a Smartfit oferece aos alunos desde uma coleção exclusiva de roupas até uma assinatura mensal para bebidas energizantes ilimitadas nas unidades. “A gente testa. Não tenha medo de tentar fazer. Faça. Não dá para ficar parado com tantas mudanças”, diz.

Fonte: PEGN – G1 / Fotos: Trivela Publicidades e PEGN.
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porDenis Pereira

5 DICAS PARA SER UM MEI DE SUCESSO! SAIBA MAIS…

O microempreendedor individual deve tomar uma série de cuidados para fazer da sua empresa uma história de sucesso:

As dicas essenciais para ser um MEI de sucesso
Renan Aurora Araújo, fundador da Vonin: de MEI a R$ 1 milhão (Foto: Reprodução/Sebrae)
No Brasil, existem cerca de 5,6 milhões de empresários cadastrados como microempreendedores individuais (MEI). Muitos deles tocam os seus negócios sozinhos e de casa, trabalho que só traz bons resultados se realizado com disciplina e planejamento.
Este foi o caso dos empreendedores por trás do Grupo Vonin, que começou há dois anos como MEI e faturou R$ 1 milhão em 2015. A empresa produz e vende máquinas para a indústria alimentícia.
SAIBA MAIS
Faça sua inscrição grátis para a Feira do Empreendedor SP
5 dicas para sua empresa fazer marketing sem gastar muito
A primeira iniciativa empreendedora dos jovens amigos Renan Aurora Araújo, 25 anos, e Felipe Andrade, 27, foi vender perfumes importados no Brasil. Mas o projeto não virou. “Marinheiro de primeira viagem não costuma dar certo”, diz Araújo.
Depois dessa experiência “ruim”, os dois voltaram ao mercado de trabalho. Foi ai que outra ideia de negócio surgiu: Andrade prestava serviços para uma empresa de máquinas para grandes players da indústria alimentícia e notou que os pequenos e médios empresários do ramo não eram atendidos.
O amigo Anderson Carvalho, 29, também entrou na sociedade. Andrade e Carvalho cuidavam dos processos de montagem e Araújo tocava o site e o setor comercial da Vonin, empresa que ganhou esse nome em razão da combinação das palavras “vontade” e “inteligência”. “Era tudo que nós tínhamos naquele momento”, diz Araújo. 
Os empreendedores dividiam as atividades entre o quarto de Andrade e a laje da casa de Carvalho durante um ano e oito meses. Para manter a disciplina, os três seguiam uma rotina de trabalho normal, das 8 às 18 horas. “A gente não queria brincar de ser empresário, mas, sim, fazer a coisa acontecer”, diz.
Um fator que ajudou o negócio foi a participação como expositor da Vonin na Feira do Empreendedor SP 2015. Lá tiveram a oportunidade de fechar negócios com novos clientes. Depois disso, a empresa alcançou uma média de venda de cinco a dez máquinas por mês, com valores entre R$ 6 mil e R$ 100 mil. 
No portfólio de produtos estão dosadoras, tanques de derretimento, cobrideiras, túneis de resfriamento e uma dosadora de trufas – que será lançada durante a Feira do Empreendedor SP 2016, onde novamente estarão como expositores. 
Hoje, a empresa está faturando R$ 1 milhão, valor quatro vezes maior do que um ano atrás. Desta vez, em uma sede própria e adequada dentro de um condomínio de empresas.
Olhar do especialista
Mas nem sempre as histórias dos microempreendedores individuais (MEI) são casos de sucesso como o da Vonin. Segundo Filipe Rubim, consultor do Sebrae-SP, muitos empreendedores se perdem na falta de planejamento pessoal e na desorganização em relação às taxas tributárias que envolvem a rotina do pequeno empresário.
Para isso não acontecer, o potencial empreendedor que deseja se tornar um MEI deve tomar cuidados como consultar a legislação da sua cidade e buscar referências de sucesso. 
A formalização, feita pelo Portal do Empreendedor, exige RG, CPF e número do último recibo da declaração de imposto de renda (ou título de eleitor, caso não tenha declarado). Depois disso, o empreendedor acessa um campo para preencher os dados da sua empresa e no documento gerado já constará o número do seu CNPJ. 
Durante a Feira do Empreendedor SP 2016, o estande do Sebrae vai auxiliar os novos empresários neste processo.  Além da burocracia, Rubim lista uma série de dicas e cuidados para quem sonha em ter um negócio de sucesso. Confira abaixo: 
1. Tributação:
A partir do momento que se torna um MEI, o empreendedor deve pagar um valor mensal de tributos: o Documento de Arrecadação Simplificada (DAS) corresponde ao valor fixo mensal de R$ 45 (Comércio ou Indústria), R$ 49 (prestação de Serviços) ou R$ 50 (Comércio e Serviços). “Caso ele não cumpra, sua empresa está sujeita a sanções, multas e juros.”
2. Legislação:
Depois de formalizado, o empreendedor deve buscar a legislação do seu município para saber se pode trabalhar com o que deseja dentro de casa naquela região. “Isso pode ser um fator de impedimento para a criação do seu negócio. É vital que as pessoas busquem esse tipo de informação”, diz.
3. Conscientização:
“A primeira coisa que o empreendedor precisa tomar consciência é de que ele não é mais um trabalhador comum, mas, sim, um empresário”, afirma Rubim. Por isso, ele deve traçar um bom plano de negócios e buscar as características de empreendedores de sucesso, como espírito de liderança, motivação, planejamento e metas.
4. Riscos calculados:
Para Filipe Rubim, o empreendedor bem sucedido corre riscos, mas não de maneira aleatória. Em um ano de crise, investir de maneira correta e focada pode ser um diferencial para o negócio. “Tem que ser planejado. O risco calculado é um dos fatores mais importantes para os negócios que querem crescer.”
5. Saber a hora de mudar:
Quando a empresa começar a tomar maiores proporções, pode ser a hora de pensar em crescer e se formalizar como microempresa. Para isso, é indicado que o controle das finanças esteja altamente apurado, porque uma mudança como essa implicaria em novas e maiores tributações. “O faturamento aumenta e as obrigações também. É um movimento que deve ser planejado minuciosamente”, diz.
Não perca tempo e faça já sua inscrição para a Feira do Empreendedor SP.
Fonte: PEGN e Agência Sebrae de Notícias / Fotos: Divulgação.

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