porDenis Pereira

Venda de Sapatilhas em casa | Tirou R$ 4.000 da poupança e abriu 63 franquias.

Venda de Sapatilhas

Venda de Sapatilhas

Venda de Sapatilhas

Conheça a Mil e uma Sapatilhas, com 64 lojas

Criada em 2015 por Renata Marcolino para Venda de Sapatilhas em São Paulo. Hoje, a rede tem 64 lojas (1 própria e 63 franquias) em oito Estados. Vende calçados femininos, mas as sapatilhas representam 80% das vendas. O preço das sapatilhas é fixo: R$ 35 (SP) e R$ 39,99 (demais Estados). Clique nas imagens acima de veja mais
Imagem: Divulgação

Ela chegou a atrasar três meses o pagamento das prestações da casa própria. Foi a necessidade financeira que levou a fonoaudióloga Renata Marcolino, 32, a buscar alternativas: tirou R$ 4.000 da poupança para comprar sapatilhas e revendê-las em casa. Hoje, ela é dona da rede Mil e uma Sapatilhas, empresa aberta em novembro de 2015, em São Paulo.

Com 64 lojas (1 própria e 63 franquias) em oito Estados (SP, RJ, MG, PR, BA, PB, MS e GO), a rede de franquias faturou R$ 20 milhões no ano passado. O lucro não foi revelado.

Sou louca por sapatilhas, sempre as usei, por serem práticas e confortáveis. Quando precisei de uma renda extra, pensei nelas na hora.
Renata Marcolino, dona da empresa
Na época, trabalhava na Prefeitura de Guarulhos e em um consultório particular na Mooca (zona sul de São Paulo). O marido, Arthur Marcolino, 31, tocava, junto com os pais e o irmão, as três lojas de móveis para escritório da família, que foram fechadas entre 2015 e 2016.

A família estava no ramo havia 50 anos. Hoje, ele é sócio de Renata na empresa.
Inicialmente, Renata vendia os sapatos em casa mesmo, na Mooca, para amigas e conhecidas. “Mas eu ia aonde soubesse que havia clientes. Levava para Guarulhos onde eu atendia. Até em uma viagem a passeio, eu levei os pares para vender”, relata.
Sua clientela cresceu. Renata e o marido decidiram, então, ampliar os negócios, com a ajuda de revendedores. Após dois meses, em novembro de 2015, eles abriram a primeira loja, no bairro do Tatuapé (zona leste de São Paulo). Investiu R$ 50 mil.

Sapatilhas têm preço fixo

O foco da Mil e uma Sapatilhas, como o nome diz, são sapatilhas, mas vende calçados femininos em geral, como sapatos de salto, tênis, botas, rasteirinhas, chinelos, anabelas, mocassins e scarpins, entre outros.

Venda de Sapatilhas

Venda de Sapatilhas

O produto mais barato é o chinelo (R$ 19,99), e o mais caro, o scarpin (R$ 79,99). As sapatilhas, que são os calçados mais vendidos, custam R$ 35 em São Paulo e R$ 39,99 nos demais Estados.

A empresa vende 150 mil pares de sapatos por mês (80% de sapatilhas), no atacado e varejo. A Mil e uma Sapatilhas não tem e-commerce, mas, segundo Renata, a rede pode realizar vendas por meio das redes sociais.
A empresa tem mais de 15 mil revendedores cadastrados e 64 unidades, sendo 63 no modelo de lojas de rua (vendas no atacado e varejo) e uma (com o nome de Estilo Milli) dentro do Shopping Itaquera, em São Paulo, que só vende no varejo. A única loja própria é a do Tatuapé; as demais são franquias.

“Os revendedores compram os produtos com preços especiais (em torno de 30% de desconto) e revendem por quanto eles quiserem. Hoje, em média, eles têm 60% de lucro sobre os produtos”, diz Renata.
A Mil e Uma Sapatilhas pretende alcançar cem unidades, com foco na região Nordeste, e dobrar o número de revendedores até o final deste ano.

Confira os dados da franquia:

Investimento inicial: R$ 93 mil (inclui taxa de franquia + custo de instalação + capital de giro)
Fundo de marketing: R$ 500/mês
Faturamento médio mensal: de R$ 85 mil a R$ 150 mil
Lucro médio mensal: 12% do faturamento (de R$ 10,2 mil a R$ 18 mil)

Retorno do investimento: 11 meses

Empresa deve profissionalizar marketing, diz consultor
Alexandre Pereira, consultor de negócios do Sebrae-SP, diz que os pontos positivos do negócio de Venda de Sapatilhas são o foco nos benefícios do produto (como conforto, preço justo, variedade e design) e a busca por informações antes de expandir.
Ele diz, no entanto, que a empresa precisa buscar constantemente informações sobre tendências e cenários, para avaliar a sua situação no mercado e a dos concorrentes.

“Um dos exemplos de informações no setor é o relatório anual da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). É fundamental conhecer a concorrência e o mercado para ter melhor relacionamento com sua clientela.”
Segundo ele, a Mil e Uma Sapatilhas deve também profissionalizar o marketing, investindo em canais de comunicação e de comercialização com profissionais da área.

“Hoje a internet e as redes sociais são formadores de opinião. O cliente pode elogiar, mas também reclamar nas redes sociais, o que pode ser ruim para a imagem da empresa”, declara.
Manter contato permanente com os franqueados, para entender a demanda e o comportamento de compra dos clientes, é outro ponto importante dentro da estratégia da empresa, afirma Pereira. A empresa deve oferecer a eles um bom planejamento com indicadores de resultados.

No mercado de franquias, você não pode errar. Se a empresa trabalhou uma marca e ela não avançou, não tem como recuperá-la.
Alexandre Pereira, consultor de negócios do Sebrae-SP
Para finalizar, Pereira afirma que a Mil e uma Sapatilhas deve começar a avaliar o mercado internacional, num planejamento ao longo prazo.

Onde encontrar:

Mil e Uma Sapatilhas – www.mileumasapatilhas.com.br

Veja também:

Importação da China é um ótimo negócio

Fonte: Claudia Varella Colaboração para o UOL / Fotos: Divulgação

Postado por: Dicas de Negócios PME e http://portalg2.com.br

porDenis Pereira

Correios – Entra em vigor obrigatoriedade de nota fiscal em encomendas

Medida vale para postagens de varejo nos Correios e nota deve ser afixada do lado externo; para produtos que não estão sujeitos a tributação, o remetente deverá preencher uma declaração de conteúdo.

nota fiscal em encomendas

nota fiscal em encomendas

Encomendas enviadas pelos Correios com produtos devem trazer a partir de agora a nota fiscal afixada do lado de fora (Foto: Divulgação/Correios)

Começou nesta segunda-feira (2) a exigência de apresentar nota fiscal nas encomendas sujeitas a tributação enviadas pelos Correios. Nenhuma encomenda será aceita nas agências sem que o documento esteja devidamente afixado externamente à embalagem.

Para produtos que não estão sujeitos a tributação, o remetente deverá preencher uma declaração de conteúdo, que também deverá ser fixada na parte externa da encomenda.

Segundo os Correios, a medida é para atender às exigências dos órgãos de fiscalização tributária em relação às legislações para a circulação de mercadorias no país, que determinam que o transporte de qualquer mercadoria sujeita a tributação deve ocorrer com a nota fiscal.

As empresas de e-commerce já adotam essa prática e não apenas com os Correios, pois todos os transportadores brasileiros são obrigados pela legislação a transportar apenas mercadorias que estejam acompanhadas de nota fiscal ou declaração de conteúdo.

A mudança é para as postagens de varejo nos Correios, nas quais, por orientação dos órgãos de fiscalização, os Correios também irão exigir que esteja afixada a nota fiscal, quando for o caso, ou a declaração de conteúdo, quando se tratar de remetente não contribuinte de ICMS.

MEIs

Os microempreendedores individuais (MEIs) devem seguir as novas regras. Todas as mercadorias enviadas através dos Correios e/ou transportadora para outros estados devem ser acompanhadas obrigatoriamente da nota fiscal, seja a venda para pessoas físicas ou jurídicas. As mercadorias enviadas sem a nota poderão ser apreendidas pela fiscalização tributária federal e/ou estadual.

Em caso de optar pela declaração de conteúdo, que é o transporte de bens entre não contribuintes de ICMS, o remetente declara, “sob as penas da lei, que o conteúdo da encomenda não constitui objeto de mercância”.

Pessoas físicas que vendem pela internet também devem mandar a mercadoria com nota fiscal ou declaração de conteúdo. Isso vale também para vendas de produtos usados.

Não vale para compras internacionais

A regra, segundo os Correios, é específica para a circulação de mercadorias em território nacional. As importações estão sob legislações específicas.

Nota fiscal x declaração de conteúdo

Segundo os Correios, a avaliação quanto à apresentação de nota fiscal ou declaração de conteúdo cabe exclusivamente ao remetente, em cumprimento às legislações tributárias. A declaração de conteúdo é exclusiva do “transporte de bens entre não contribuintes, em substituição à nota”.

Ao assinar a declaração de conteúdo, o remetente declara, “sob as penas da lei, que o conteúdo da encomenda não constitui objeto de mercância”.

A declaração de conteúdo não será preenchida pelo atendente da agência – ela é de responsabilidade exclusiva do remetente.

A nota fiscal ou a declaração de conteúdo devem ser afixadas na parte externa da embalagem da encomenda. Os Correios recomendam a utilização de envelope plástico transparente para o acondicionamento do documento.

No documento fiscal ou na declaração de conteúdo deve constar o valor do produto, mas ele não precisa ficar visível durante o transporte.

O remetente não pode deixar a nota fiscal dentro da encomenda e mencionar isso na parte externa da embalagem. O documento deve ser afixado externamente à embalagem, exceto para casos que tenham autorização expressa da Sefaz.

Se o pedido for enviado de forma fracionada, em várias caixas, as notas fiscais deverão ser emitidas individualmente e acompanhar cada volume.

Fonte: PEGN-G1

Por: Dicas de Negócios PME e portalg.com.br

porDenis Pereira

Pizza de 10 dez faz sucesso na periferia de São Paulo

(Pizza de 10 dez) por Marcel Baccarini e Paula Monteiro São Paulo
Pizza de 10 dez

pizza-de-10-dez

Pizza de 10 dez; O Negócio começou nos estádios de futebol e se espalhou pela cidade.

 Pizza de 10 dez é a nova moda na periferia de São Paulo. Funciona assim: o motoqueiro grita pelas ruas e as pessoas compram a pizza, que custa R$ 10.

Dayane Garcia da Silva é dona de uma pizzaria na Zona Leste da cidade e investiu nessa ideia. O negócio ia mal e a Dayane ia fechar as portas, quando decidiu vender pizza a R$ 10. Em três meses o faturamento aumentou em 10 vezes.

A empresária ainda oferece a pizza tradicional, ao preço médio de R$ 30 cada, mas a pizza de R$ 10 tomou conta do negócio e já responde por 70% do faturamento.

Para Dayane, vale a pena vender a pizza de dez porque todos os custos, como farinha de trigo, recheio, funcionários, aluguel, água, luz, consomem cerca de cinco pedaços da pizza.

Sobram, portanto, três pedaços, o que dá um lucro de R$ 3,75. Parece pouco, mas multiplicado pelas 1870 pizzas vendidas por mês são R$ 7 mil de lucro líquido.

Dayane também faz o que pode para economizar na produção da nova pizza. A massa é mais fina e tem menos recheio. Na pizza que custa R$ 10, a empresária gasta R$ 3,75 de muçarela e, na normal, são três vezes mais. A empresa vende mais de 70 “pizza de 10 dez” por noite.

O surgimento da “pizza de dez”

Hoje, São Paulo tem mais de 100 empresas vendendo pizza de 10 dez. Mas quem inventou essa moda? Todo mundo que está lucrando com essa pizza se considera o pai da ideia. O que se sabe é que antes de ser vendida nos bairros da periferia, ela conquistou primeiro os torcedores de futebol, na porta do estádio.

Dirceu Campos é um dos empresários que vendem pizza de 10 dez na porta de estádios e ele se considera “o pai” da ideia: “A ideia surgiu no dia que um cliente fez pedido de seis pizzas e a gente acabou não encontrando o endereço. Aí voltamos com as pizzas e para não perder coloquei nas caixas e saí pra vender. Coloquei um preço mais barato e um cara comprou tudo. Em 2014, na Copa do Mundo, fiz um teste nos jogos em Itaquera. Vendi 50 pizzas, vendi tudo!”.

Para facilitar a produção, a “pizza de dez” de Dirceu é sempre metade muçarela e metade calabresa. Ele já chegou a vender mil pizzas em um jogo, lucrando R$ 3 por unidade. Agora, com a concorrência, vende em média 150 pizzas por noite. “O segredo do sucesso pra vender tudo é amor ao que faz e força de vontade”, afirma.

PIZZA JÁ

Rua José David, 34 – Vila Natália
São Paulo/SP – CEP:
Telefone: (11) 95278-7143 / (11) 98332-9048
Email: pizzajadelivery@outlook.com.br

BIG HOUSE POLLO LOKO
Rua Dr. Rodrigues de Barros, 227 – Vila Guilherme
São Paulo/ SP – CEP: 02220-300
Telefone: (11) 3798-1183
Email: pollolokooriginal@gmail.com

Fonte: PEGN – Fotos: Divulgação
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porDenis Pereira

Como ganhar dinheiro com venda de comida faturamento R$ 820 mil

 Como ganhar dinheiro com venda de comida.

como ganhar dinheiro com venda de comida

Como ganhar dinheiro com venda de comida Foto: Divulgação

Adriana Fernandes aprendeu como ganhar dinheiro com venda de comida quando inspirada  pelo filho criou a Mandala Comidas Especiais, comidas sem glúten, leite, ovo, soja e trigo.

Empreender com alimentação sempre foi um desejo da comunicadora social paulistana Adriana Fernandes, 44 anos. Porém, devido às obrigações do dia-a-dia e a rotina de trabalho, o sonho de abrir o próprio negócio teve que ser adiado por longos anos.

O Inicio do Negócio

Foi somente em 2014, durante sua licença maternidade, que Adriana teve tempo de pensar melhor na criação de um negócio.

Esses momentos de planejamento aconteciam, na maior parte das vezes, nos períodos em Adriana amamentava seu segundo filho, o recém-nascido Léo.

Para alimentar o pequeno, inclusive, Adriana tinha que seguir uma dieta alimentar muito restritiva porque o menino havia nascido com alergia a diversos alimentos.

Ela não podia comer nada com glúten ou lactose. Do contrário, as substâncias iriam para o leite materno. “Eram poucos os ingredientes que eu podia ingerir. Então, eu vivia inventando variações de receitas para inovar e não enjoar”, diz Adriana. “Nesse mesmo tempo, a empresa em que eu trabalhava estava passando por dificuldades e eu previa que seria demitida. Precisava me preparar”.

A empreendedora:

Diante das duas situações que se impunham, Adriana decidiu tomar uma decisão. “Pensei que apostar no mercado de alimentação restritiva poderia ser interessante, pois não havia ninguém fazendo isso até então.” Foi assim que nasceu, então, a Mandala Comidas Especiais.

Com um investimento inicial de R$ 350 mil, Adriana abriu sua cozinha industrial, localizada no bairro Perdizes, na zona oeste da capital paulista, onde também funciona a loja da fábrica.

Ali, a empreendedora e mais 7 funcionários produzem refeições, doces e salgados sem glúten, leite, ovo, soja, trigo, amendoim, castanhas, peixes, crustáceos e seus derivados, assim como o contato com o látex natural.

Ou seja, todas as receitas da Mandala são focadas para atender celíacos e pessoas alérgicas e intolerantes a determinados ingredientes. Como as receitas não levam ovos e leite, também são opções para veganos.

Para aprender a administrar o negócio, que hoje é uma sociedade entre Adriana, seu marido e seu cunhado, a empreendedora realizou cursos de gestão, estudou sobre precificação, legislação e documentação. Além disso, Adriana se debruçou sobre o universo de segurança de alimentos.

 

como ganhar dinheiro com venda de comida

Como ganhar dinheiro com venda de comida (Foto: Divulgação)

Nhoque de abóbora:

Nhoque de abóbora com passata de tomate. 350g por R$ 28,90

No total, 100 pratos compõem o cardápio da Mandala. As criações são todas de Adriana, que busca uma consultoria nutricional para garantir que o alimento seja sempre saudável. “Saudável, mas também saboroso. Nós prezamos pelo sabor. Acreditamos que, mesmo que seja saudável e restritivo, o alimento tem que ser gostoso”, afirma a empreendedora.

Além disso, a empresa também cria cardápios especiais (como para dietas líquidas, por exemplo) para hospitais, um de seus principais clientes. Ao todo, são produzidas cerca 4,5 toneladas de alimento por mês na cozinha da Mandala. “As receitas são criadas a partir daquilo que os clientes nos pedem e também a partir daquilo que meu filho, Léo, sente vontade de comer, mas não pode. Eu também me inspiro muito no que está acontecendo de novo no segmento de alimentação”, afirma Adriana.

como ganhar dinheiro com venda de comida

Como ganhar dinheiro com venda de comida

Bolinha de queijo vegana:

A porção com 10 unidades sai por R$ 28,50 (Foto: Divulgação)

Depois de prontos, os alimentos são todos congelados e têm data de validade de até 90 dias.

Todas as opções podem ser adquiridas na loja da fábrica, no bairro paulistano de Perdizes, ou via e-commerce.

Os produtos são entregues apenas na capital paulista, onde a Mandala tem clientes físicos e também atende hospitais, escolas e empresas

A Mandala deve fechar o ano com um faturamento de R$ 820 mil; Este valor que representa um crescimento de 260% em relação ao ano anterior. Só em novembro passado, a empresa arrecadou R$ 105 mil.

Para 2018, o objetivo é aumentar a área de atuação da Mandala para todo o estado de São Paulo e chegar ao Rio de Janeiro. Para isso, Adriana já pensa em buscar um investidor disposto a apostar no negócio.

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Curso de Bolos decorados

Fonte: PEGN
Fotos: Divulgação
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porDenis Pereira

Ideia de Negócio de R$ 11 milhões com (carne de sol)

Ideia de Negócio da Brasil Vexado vende desde o prato típico até um hambúrguer feito da iguaria

 

Ideia de Negócio com venda de carne seca

Ideia de Negócio

Ideia de Negócio com carne de sol da Brasil Vexado (Foto: Reprodução/Facebook/Brasil Vexado)

A Ideia de Negócio da Brasil Vexado nasceu em Brasília e vende desde o prato típico até um hambúrguer feito da iguaria. Não é apenas de fast-foods de comida estrangeira que o mercado de alimentação sobrevive. Empresários brasileiros estão apostando na comida típica nacional para conquistar o mercado como as grandes cadeias internacionais.

Um desses casos é o da Brasil Vexado, rede de restaurantes criada por Estéfano Flenik e Cléber Teixeira, ambos de 41 anos.

O estabelecimento, criado em 2003, nasceu como um delivery de carne de sol de Brasília e hoje já é uma cadeia com 11 lojas que faturaram, ao todo, R$ 11 milhões em 2016.

Amigos desde o colegial, os dois tiveram a ideia do negócio observando o restaurante de carne de sol do pai de Teixeira. “O pessoal fazia uma fila enorme no  lugar. Por isso tivemos a ideia de entregar em casa, para tirar esse inconveniente”, diz Flenik.

Na época com 27 anos, a dupla decidiu se arriscar e desembolsou R$ 60 mil para abrir a primeira loja. Apesar de ambos morarem em Brasília, os dois vieram de diferentes cidades do Rio Grande do Norte e por isso conheciam bem a culinária de lá.

Quem preparava as carnes era o próprio Teixeira, que já conhecia o ofício, e os pratos não podiam ser consumidos no estabelecimento – a empresa tinha apenas um esquema de delivery.

No entanto, a situação mudou rapidamente. “Os dois primeiros meses foram um sucesso absurdo e tivemos que criar um espaço para consumo imediato devido à pressão dos próprios clientes”, afirma Flenik.

 

Ideia de Negócio com venda de carne seca

Ideia de Negócio

Os fundadores da Brasil Vexado, Estéfano Flenik e Cléber Teixeira. (Foto: Divulgação)

Os amigos fizeram uma reforma na loja, mas com o aumento cada vez maior de frequentadores, perceberam que logo mais teriam que se mudar.

Dois anos depois, a dupla foi para um restaurante maior. Lá, os dois desenvolveram um novo tipo de prato para agradar ainda mais os clientes. “A porção de carne de sol tradicional serve quatro pessoas. Criamos um prato individual que fez muito sucesso.”

Com o sucesso do restaurante ao longo do tempo, os amigos decidiram que queriam franquear a marca. Em 2010, os dois começaram o processo de entrada nesse mercado e contrataram uma empresa de consultoria para auxiliá-los no processo.

A ideia foi, então, abrir mais algumas lojas próprias para padronizar o funcionamento do restaurante. Os dois chegaram a ter mais quatro estabelecimentos, inclusive alguns dentro de shoppings centers. “Foi assim que mudamos o modelo de cozimento da carne de churrasqueira a carvão para a de gás, por exemplo. Deixa o processo mais rápido.”

Em 2013, a Brasil Vexado vendeu sua primeira franquia. Nós próximo anos mais nove seriam negociadas, uma inclusive fora do estado, em Palmas, no Tocantins. Esta foi aberta oficialmente no início de 2017.

Segundo Flenik, um dos segredos para o sucesso da rede foi descoberto em 2016 pelos dois sócios. Na época, uma loja da dupla podia ser adquirida por R$ 500 mil. Em busca de uma forma de diminuir o preço do estabelecimento, eles começaram a estudar modelos novos de negócio.

Foi quando eles tiveram a ideia de criarem restaurantes do tipo fast casual. A ideia é deixar todos os ingredientes prontos ou semiprontos e tornar a montagem do prato o mais personalizável possível. Segundo Felink, o cliente sai com o prato pronto em até seis minutos se a fila estiver grande.

O modelo deu tão certo que hoje a dupla tornou-o padrão para todas as suas lojas. “Diminuímos em até R$ 200 mil o valor de compra da franquia”, afirma o empresário. A ideia é, crescer cada vez mais, tornando pratos típicos da Brasil Vexado, como o hambúrguer de carne de sol, cada mais populares.

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5 Máquinas de comida para se empreender em casa

 

Fonte: Por Júlio Viana
Fotos Divulgação
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porDenis Pereira

IDEIA DE NEGÓCIO DE COMIDA VEGETARIANA FATURA R$ 300 MIL AO MÊS

Ideia de negócio de comida vegetariana 

Como hambúrgueres, almôndegas e quibes de soja.

Ideia de negócio de comida vegetariana

Ideia de negócio de comida vegetariana

 
Em 2001, aos 18 anos de idade, a paulista Mariana Falcão decidiu tomar um passo importante em sua vida e virar vegetariana. Além de impactar sua dieta alimentar, a escolha de excluir a carne animal de suas refeições fez com que seus pais, o engenheiro de alimentos Tércio e a cozinheira Maria Silvia, reformulassem o cardápio do lar e notar como era difícil, naquela época, encontrar opções e variedade para vegetarianos no mercado.
 
Tão logo, a dupla passou a cozinhar hambúrgueres, almôndegas e quibes de soja para a filha e também para vender em algumas lojas e restaurantes vegetarianos. E foi assim que nasceu a Mr. Veggy, empresa de congelados vegetarianos que está no mercado desde 2004.
 
Hoje, quem lidera a empresa é a própria Mariana, 34, formada em administração e ainda vegetariana.  A administradora lembra de toda a trajetória que seus pais realizaram para criar o negócio.
 
“Com um investimento inicial de R$ 50 mil, em 2004, eles montaram a fábrica da Mr. Veggy em Santana de Parnaíba, onde eram produzidos os salgados de soja. Os produtos foram bem aceitos logo de início porque eles facilitavam a vida de diversas cozinhas industriais, restaurantes e lojas vegetarianas porque vinham completamente prontos e temperados”, diz Mariana.
 
Porém, em 2008, quando sua mãe ficou doente, Mariana assumiu a presidência da Mr. Veggy. “Tomei a liderança da empresa em um momento de estagnação. Logo percebi que nossa oportunidade de crescer estava em conquistar mais clientes, grandes cozinhas indústrias e lojas de produtos naturais. Meu trabalho era garantir que todas as lojas de produtos naturais de São Paulo tivessem nossos produtos”, diz a administradora.
 
 Comida para vegetarianos

Ideia de negócio de comida vegetariana

 
Produtos estes que hoje vão além de opções com soja. Atualmente, o cardápio da Mr. Veggy conta com opções de hambúrgueres de quinua e grãos (grão de bico, lentilha, milho, ervilha), salgados integrais de palmito, berinjela, alho poró, quibe de abóbora, de escarola e tomate seco e até coxinha de legumes. Os salgados têm ticket médio que varia de R$ 16 a R$ 23 para o consumidor final.
 
“Todas as receitas são de origem vegetal, produzidas com ingredientes in natura e não transgênicos que são cultivados em agricultura familiar. Usamos gordura de palma, farinhas integrais, sal marinho e nenhum conservante ou aroma em nossos salgados”, afirma Mariana. Tudo é concebido de forma colaborativa pelos 22 funcionários que atuam na fábrica, que migrou para um espaço maior, mas continua em Santana de Parnaíba.
 
Desde a entrada de Mariana no negócio, a Mr. Veggy vem crescendo em torno de 30% ao ano. Atualmente, a marca está faturando aproximadamente R$ 300 mil ao mês e espera encerrar 2017 com R$ 3 milhões.
 
“Viemos crescemos muito nesse ano e no anterior porque as alimentações vegana e vegetarianas têm virado tendência. Também temos uma vantagem no mercado porque somos uma empresa que apostou no vegetarianismo há anos atrás”, afirma a CEO.
 

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Apesar do sucesso, a Mr. Veggy tentará alçar novos voos no próximo ano. Além de ter seus produtos em supermercados, cozinhas industrias, lojas de varejo e até hamburguerias em diversas capitais do país, a empresa quer servir seus produtos em buffets e redes de hotelaria e vender para fast-food. Outra ideia para o futuro é se aventurar em criações doces. 
Fonte: PEGN – Fotos: Divulgação
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porDenis Pereira

EMPRESÁRIO GANHA R$ 130 MILHÕES COM PRODUÇÃO DE VITRINES PARA LOJAS

A MChecon existe desde 2005 e já montou vitrines de lojas como Burberry, Louis Vuitton, L’Occitane e Dolce & Gabanna
 
PRODUÇÃO DE VITRINES PARA LOJAS
 
cenografia está em todo lugar, em qualquer evento, vitrine ou apresentação. Você só não percebe que está lá. Somos uma indústria invisível, mas necessária.” É assim que Marcelo Checon, de 40 anos, define a importância da empresa criada por ele, a MChecon Cenografia.
A companhia realiza desde a montagem de cenários, estandes e vitrines a feiras, palestras, shows e até mesmo decorações de natal em shoppings centers.
 
A empresa foi criada em 2005 e hoje, já com 12 anos de existência, é referência no setor brasileiro, com um faturamento de R$ 130 milhões em 2016.
 
Realizou 13 projetos no Rock in Rio de 2017 e participou da montagem do Lollapalooza Brasil, do último show da banda americana U2 e das últimas Olímpiadas realizadas no Rio de Janeiro. Além disso, criou vitrines de empresas como Burberry, Louis Vuitton, L’Occitane, Fendi, Dolce & Gabanna, Moncler e Centauro.
 
Em setembro deste ano, a MChecon produziu o evento que recebeu o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no Brasil.
 
A ideia para o negócio surgiu na época em que Checon trabalhava com uma empresa de montagem de eventos. Quando percebeu que o setor enfrentava problemas na entrega do serviço, o empresário paulistano notou uma chance de se inserir no mercado.
 
Depois de vender uma moto e juntar R$ 20 mil, Checon deu início às operações da MChecon com seis funcionários.
 
Segundo ele, o principal desafio na época foi construir uma relação de confiança com os clientes, além do fato de que a maioria pagava em pelo menos 30 dias o valor devido.
 
Hoje, a carteira de clientes da empresa não para de crescer. Em 2017 já foram mais de 170 projetos entregues para 32 marcas diferentes.
 
Segundo Checon, 35% do faturamento da empresa vem de cenografia, 30% da produção de PDVs — quiosques e estruturas montadas em meio a shoppings para ação de marcas — e o restante de produção de vitrines e outros serviços, como a decoração de natal, já feita em seis shoppings centers. O preço cobrado pela marca gira em torno R$ 1 mil o metro quadrado.
 
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Recentemente, a empresa mudou sua sede para o edifício comercial do Shopping Villa-Lobos e dividiu o acervo da companhia em cinco galpões de acordo com a especialidade dos serviços oferecidos. “Dessa forma oferecemos uma melhor experiência ao cliente, além de otimizar a nossa própria produção por meio dessa divisão.”
 
Além do estabelecimento dos novos espaços físicos, Checon afirma que pretende, no futuro, adquirir negócios especializados em som e luz. “A ideia é termos uma estrutura que possa abarcar toda a produção de um evento, desde a estrutura até a iluminação. Tudo para melhorar a experiência do cliente.”
 
Fonte: PEGN – Fotos: Divulgação
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porDenis Pereira

20 CURSOS GRÁTIS E ONLINE PARA QUEM DESEJA EMPREENDER

O Sebrae-SP tem uma série de capacitações, que cobrem temas como liderança, finanças, recursos humanos e gestão de estoques, por exemplo
20 Cursos do Sebrae-SP

20 Cursos do Sebrae-SP

Também há capacitações específicas para MEIs (Foto: Divulgação)

 

A capacitação é essencial para o sucesso de um empreendedor. É importante conhecer todos os aspectos da gestão de um negócio. Inclusive, capacitar-se antes mesmo de abrir a empresa pode ser decisivo para que o empresário prospere.
Sebrae-SP tem uma série de capacitações – todas gratuitas e online – voltadas exclusivamente para empreendedores iniciantes.
Elas cobrem diversos temas, como liderançafinançasrecursos humanos e gestão de estoques, por exemplo. Também há capacitações voltadas para microempreendedores individuais (MEI).
Confira os conteúdos:

1. Planejamento estratégico – download aqui
2. Empreendedorismo – download aqui
3. Torne-se um líder – download aqui
4. Oportunidades e visão de negócios – download aqui
5. Negociação – download aqui
6. Fluxo de Caixa – download aqui
7. Preço de venda no serviço – download aqui
8. Gestão financeira – download aqui
9. Fluxo de Caixa para MEIs – download aqui
10. Equipe motivada – download aqui
11. Criatividade – download aqui
12. Inovação – download aqui
13. Sustentabilidade – download aqui
14. Contratos de trabalho – download aqui
15. Simples Nacional – download aqui
16. MEI – Microempreendedor Individual – download aqui
17. Pequenas empresas nas redes sociais – download aqui
18. Planeje-se para o comércio eletrônico – download aqui
19. Mantendo o estoque em dia – download aqui
20. Qualidade no Atendimento – download aqui
Gostaria de aprender a Importar estes assessórios?
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Aprenda como Importar Produtos – Saiba mais.
Ganhe dinheiro com diversos Serviços – Saiba mais.
 
Por: PEGN – Fotos: Vídeo captura PortalG2
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porDenis Pereira

IMPORTAÇÃO DA CHINA – NEGÓCIO MILIONÁRIO – SAIBA COMO IMPORTAR PRODUTOS

Importação da china negocio milionário de R$ 18 milhões.

 
importação da china

importação da China

 
Importação da China sempre foi um ótimo negócio, e nos dias de hoje um aparelho como o celular se tornou um artigo de primeira necessidade. Sabendo disto, dois empreendedores encontraram um jeito criativo de participar desse mercado e criaram um display para fazer a revenda de produtos para celular em qualquer ponto de comércio. Agora, eles têm faturamento milionário.
 
Marcelo Castro e Daniel Doho perceberam esta necessidade do consumidor e hoje têm uma empresa que vende todo tipo de acessório para smartphones: cabos, carregadores e fones de ouvido. Mas até acertar, os empresários jogaram muito dinheiro fora. 
 
Primeiro foi um carregamento inteiro de capinhas de celular importado da China, que ficou encalhado. “Investimos cerca de US$ 100 mil, trouxemos um produto que não vendeu, então ficamos com estoque parado, sem conseguir vender e isso é desesperador”, relembra Marcelo.
 

Acessórios essenciais

Foi só quando passaram a importar e vender os chamados “acessórios essenciais” para smartphone, que acertaram em cheio. Para chegar ao consumidor final os empresários passaram a usar lojas de conveniência, padarias e comércios os quais ganham lucros variados EX: 4.000,00 mês.
Os displays custam de R$ 1 mil a R$ 4 mil para os comerciantes. Os preços dos produtos importados da china variam de R$ 20 a R$ 100 para o consumidor final. “Nós posicionamos os produtos dentro do display, ele fica com visibilidade muito boa pro consumidor. 
 

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Então ele chega, vê os produtos, identifica quais tem necessidade, pede pro atendente e compra na hora”, explica Marcelo. “Esse conceito veio do mercado americano. A gente passou a ter esse produto mais próximo do consumidor”, completa Daniel.
Juliana Monteiro, dona de um posto de gasolina, aumentou o faturamento em R$ 4 mil depois que colocou os acessórios no balcão.
 
Quando reformularam o modelo de negócio, Marcelo e Daniel pensaram também em uma outra maneira de chegar ao consumidor: colocar os produtos em prédios comerciais. Eles têm 12 equipamentos em funcionamento e cada um chega a faturar R$ 5 mil por mês.
 
Outro acerto dos empresários foi a preocupação com a qualidade dos produtos, todos importados da China. “Hoje nós temos um escritório na China, com 10 funcionários, para ter certeza que a qualidade do produto é sensacional”, conta Daniel.
 
Hoje os displays estão em 10 mil pontos de vendas. Os erros do início, para eles, foram a alavanca para o sucesso do negócio. Só no primeiro semestre deste ano, a empresa faturou R$ 18 milhões.
 
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PS: Pra vocês que são bons entendedores os produtos mais vendidos são acessórios essenciais” para smartphones: Cabos, Carregadores e Fones de Ouvido.
 
Gostaria de aprender a Importar estes acessórios?
 
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Por: PEGN – Fotos: Vídeo captura PortalG2
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2 – https://portalg2.com.br
porDenis Pereira

FAST-FOOD DE ESPETINHOS É NEGÓCIO LUCRATIVO.

A Steak Me trabalha apenas com carnes nobres. Espetos são vendidos por valores entre R$ 8 e R$ 15
fast food de espetinhos

fast food de espetinhos

Steak Me oferece espetinhos de carne a partir de R$ 8 (Foto: Divulgação/Tomas Rangel)
 
ndré Ayres, 45 anos, Marcus Grossi, 49, e Roberto Pessoa, 51, são amigos de infância que decidiram se tornar também parceiros de negócios. A sociedade começou em 2010, quando o trio abriu em Belo Horizonte o Djalma, bar especializado em carnes nobres. “O Roberto já tinha experiência com restaurantes. Posteriormente, nós vimos a possibilidade de montar um botequim com chefs e pratos elaborados”, afirma Ayres.
O negócio vingou e levou os amigos a investirem em novos empreendimentos.
Surgiu assim o Grupo Mar, que reúne bares e restaurantes especializados em cortes de carnes especiais. A mais recente aposta dos empresários é o Steak Me, fast food de carnes nobres criado em 2014. “Nossa ideia foi democratizar o consumo de carne angus, mantendo o mesmo padrão dos produtos que vendemos em nossos restaurantes, diz André.
Para criar o restaurante de espetos, que além da matriz em Belo Horizonte hoje conta com duas unidades no Rio de Janeiro, os amigos buscaram inspiração em Nova York – cidade em que conheceram o Meatpacking District, bairro que chegou a ser responsável pela produção de um terço da carne consumida nos Estados Unidos.
O investimento inicial dos amigos para criar o Steak Me foi de R$ 600 mil.
O espaço com ambiente moderno oferece espetos de 120 gramas de queijo, frango e carnes por valores entre R$ 8 e R$ 15. “Um de nossos diferenciais é que nós mesmos processamos as carnes. Compramos as peças de um frigorífico, montamos os espetos e embalamos em embalagens a vácuo”, afirma André.
De acordo com o empresário, cada restaurante da rede recebe semanalmente 2 mil clientes, em sua maioria pessoas das classes A, B e C que gastam em média R$ 50.
Negocio com churrasco
Cada unidade do Steak Me recebe 2 mil clientes por semana (Foto: Divulgação)
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Por: PEGN – Fotos: Divulgação
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