Categoria Dicas de Negócio

porDenis Pereira

5 MÁQUINAS DE COMIDA PARA EMPREENDER EM CASA

Empreendedor – Diversas oportunidades para quem sonha com um negócio em casa

Máquinas para empreender em casa
Máquinas para empreender em casa são sucesso (Foto: PortalG2.com.br)
 
Não faltam oportunidades para quem está pensando em abrir um negócio no ramo de alimentação. Existe no mercado diversas máquinas de comida disponíveis para compra e abrir um novo negócio. Sem ultrapassar os R$ 30 mil, mostraremos máquinas como pipoqueiras e sorveteiras até produtos especializados na produção de brigadeiros. OBS.: Todas as máquinas poderão ser operado de casa, (home office).
 

Confira abaixo as principais novidades em máquinas de comida para empreendedores:

1. Salgados

 

Lançada pela MCI a máquina “MiniFesta” pode produzir até 1000 doces e salgados por hora. O produto custa R$ 13,5 mil e por ser compacto poderá ser montada em sua casa, doceria, salão de festas, buffet e etc.
 
Mini Festa, da MCI para Empreendedor (Foto: Rennan A. Julio / Editora Globo)
 
TELEVENDAS: (11) 4013-7223
 

2. Sorveteira

Criada pela Finamac para quem sonha em empreender com sorvetes, o maquinário chamado Turbo 8 produz até 200 picolés por hora. O kit completo sai por R$ 24,5 mil e poderá ser operado em um peque espaço.
 
Sorveteira da Finamac
Sorveteira da Finamac (Foto: Rennan A. Julio / Editora Globo)
 
Endereço: Avenida Nazaré 1657 – Ipiranga
CEP: 04263-200
São Paulo, Brasil
Tel: +55 11 2135 6500

 

3. Pipoqueira

Vending machine especializada em pipocas, a Mais Pipoca pode ser comprada por R$ 13 mil. O produto pode ser manuseado sem treinamento. 
 
Pipoqueira para microempreendedor
Mais Pipoca está à disposição dos empreendedores (Foto: Rennan A. Julio / Editora Globo)
 
Endereço: R 101, Km 157,7 n.º 4433
Bairro Santa Luzia – Porto Belo
CEP: 88210-000
 
Horário de Funcionamento:
Segunda a Sexta: 08:15 às 12:00 | 13:00 às 18:00
0800 643 5543
+55 (47) 3261-7900
 

4. Misturador de brigadeiro

Criado pela Vonin, o misturador de brigadeiro foi criado pensando em empreendedores que sonham em abrir um negócio festas, confeitaria entre outros. O produto serve para misturar brigadeiros de qualquer sabor, sem a necessidade da operação humana. Ele pode ser encontrado por R$ 1500. 
 
Misturador de brigadeiro
Misturador de brigadeiro lançado pela Vonin (Foto: Rennan A. Julio / Editora Globo) 
 
Telefone: (11) 2571-549
Endereço: R. Antônio João de Medeiros, 426-A Galpão 5 Itaim Paulista – São Paulo – SP
 
Achamos no mercado livre por até 998,00 ==> https://lista.mercadolivre.com.br/misturador-brigadeiro-panela

 

5. Kit festa

A Bralyx vende uma linha de máquinas capaz de produzir salgados e doces em grande escala. No valor de R$ 29 mil, o empreendedor tem acesso a New Dully, linha que entra desde pães de queijo e empadas até cookies e churros. 
 
Salgados e doce em uma única máquina
Salgados e doce em única máquina para Empreendedor (Foto: Rennan A. Julio / Editora Globo)
 
Telefone: (11) 5072-2099
Ligue agora
 
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Por: Dicas de Negócios PME
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TAGS: Máquinas, máquina de brigadeiro, pipoca, sorvetes, doces, home office, trabalho em casa
porDenis Pereira

MÓVEIS PARA CRIANÇAS – FABRICANTE FATURA R$ 5,5 MILHÕES

Fabricantes de Móveis para crianças, Luciana Raunaimer e Diego Verri estão à frente da Ameise Design, marca de móveis e decoração de inspiração artesanal e nostálgica para crianças

Móveis para crianças

Móveis para crianças

(Foto: Divulgação)
“Acho que, por sermos jovens, conseguimos fazer uma releitura mais moderna de mobiliário e peças infantis para além de coisas de ‘princesa e príncipe’ e atender um nicho carente no mercado”, afirma Luciana.
Os planos elaborados em conjunto pelos arquitetos paulistanos Luciana Raunaimer, 31, e Diego Verri, 33, de fato, os impulsionou a chegar longe. A dupla, que se conheceu durante os anos de graduação, se apaixonou, casou e decidiu empreender junto lançando uma marca de imobiliário infantil com inspiração retrô, a Ameise Design, em 2012.
Tudo começou quando um amigo do casal estava prestes a ser pai. Luciana e Diego, por terem participados de concursos de design e também interesse pelo setor infantil, decidiram presentar o colega com um berço manual de inspiração nostálgica. “Mas, como não tínhamos habilidade para fabricar o móvel, acabamos comprando uma berço de mercado”, afirma Luciana.
O projeto de berço que não foi feito não morreu: ele foi parar no portfólio online da arquiteta, em 2009, para que as pessoas o conhecessem. Por conta das ferramentas de buscas da internet, alguns usuários encontraram o blog de Luciana e se interessaram pelo berço. “Passei a receber emails esporádicos de pessoas interessadas em comprar o móvel que, até então, era só um projeto”, diz a arquiteta. Após muitos pedidos, em 2011, ela decidiu acatar a vontade de sua clientela em potencial.
Móveis para crianças
Mobília da linha Safari (Foto: Divulgação / Rodrigo Zorzi)
Depois de muitas pesquisas de mercado e contato com marceneiros conhecidos durante a graduação, Luciana abandonou o caminho de arquitetura no qual estava há mais de uma década. Em 2012, ela começou a desenhar novos projetos para oficializar a abertura da Ameise:
“Passei a criar pedidos de outros berços e camas infantis para compor o catálogo da marca e realizar nossas primeiras vendas em uma feira infantil”. Com um investimento inicial de R$ 3 mil, o casal participou da feira e vendeu 10 projetos de camas e cômodas infantis.
Conforme a Ameise foi se tornando mais conhecida, novos clientes pediam projetos para a arquiteta, que desenhava e os adicionava ao catálogo. É assim que a marca cresceu e conta hoje com mais de 2 mil produtos, que vão desde móveis a enxoval: berço, cama, cômoda, lençol, manta, almofada, quadro e papel de parede.
Todos os produtos são desenhados por Luciana (exceto os papéis de parede, que são feitos por designers), executados por uma marcenaria terceirizada e pensados tecnicamente por Diego. “Nosso mobiliário é planejado em um estilo de marcenaria antiga, com ar retrô e sofisticado. Usamos apenas madeiras ecológicas e prezamos pela produção sustentável”, afirma a empreendedora.
Móveis para crianças
Mobília da linha Brasilidades (Foto: Divulgação / Rodrigo Zorzi)
No ano passado, o casal faturou R$ 5,5 milhões com a venda de cerca de 4 mil produtos, sendo 70% deles berços. Por enquanto, algumas das peças da marca estão disponíveis à pronta entrega, enquanto outras são produzidas por demanda. Mas, para o ano que vem, o objetivo é ter tudo armazenado no estoque.
“Também, para próximo ano, planejamos montar uma plataforma completa de compras e ampliar nosso atendimento. Hoje, entregamos para o todo Brasil, mas só oferecemos equipe de montagem na capital de São Paulo. Queremos ofertar esse serviço também ao interior do estado e a outras capitais do país. Outro projeto é abrir mais duas unidades do nosso estúdio em São Paulo”, diz a arquiteta.
O processo criativo também irá continuar, pois, em 2018, a Ameise irá ampliar o catálogo com mais uma linha.
“Acho que, por sermos jovens, conseguimos fazer uma releitura mais moderna de mobiliário e peças infantis para além de coisas de ‘princesa e príncipe’ e atender a um nicho carente no mercado”, afirma Luciana, que garante que passinhos de formiga podem levar ao caminho certo e à concretização de um negócio bem sucedido.
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Por Vitória Batistoti
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TAGS: infantil, design, móveis
porDenis Pereira

Franquia lucrativa de pizza é sucesso de vendas – confira!

Ao invés de desistir, ele refletiu sobre suas falhas e recomeçou.
Hoje faz sucesso com uma rede de pizza customizada.

franquia lucrativa

franquia lucrativa


No mundo dos negócios é preciso saber se reinventar. Foi o que fez um empresário que viu sua rede com 50 franqueados fechar. Ao invés de desistir, o empreendedor aprendeu com as suas falhas e recomeçou. Hoje, comanda uma nova franquia que faturou R$ 8 milhões ano passado.

Oito anos atrás, quando tinha só 24 anos, Rafael Soares criou uma rede de frozen iogurte, na época, o negócio da moda. A procura era tanta que ele botou em prática um plano ambicioso: “A gente começou a franquear a partir do quinto mês de operação, não tínhamos um histórico de consumo, não sabíamos a curva da tendência”.

No começo, deu certo: chegou a ter 50 franquias, abriu fábrica própria, mas logo percebeu que não estava sozinho no mercado. “A facilidade pra você operar um negócio de frozen iogurte era simples demais e aí aconteceu uma enxurrada de lojas e todo mundo achava que ia ser o novo campeão de vendas da sua região. 

O mercado saturou e o consumidor perdeu a percepção de valor”, conta Rafael.
Diante da diminuição drástica do faturamento, o empresário enxugou custos: fechou a fábrica e encerrou todos os contratos de forma amigável. Era a hora da virada: “Chegou um momento que todos percebemos que não conseguíamos mais mudar o comportamento das pessoas perante o consumo do produto e aí surgiu a reinvenção, a criação de um novo modelo de negócio que pudesse tornar perene um negócio de longo prazo”.

Franquia lucrativa de pizzas:

A sacada de mestre do Rafael foi usar as principais deficiências do primeiro negócio, para não errar no segundo. Para isso, investiu em um produto clássico, só que com uma cara nova: pizza customizada. O cliente monta a pizza como quiser. São mais de 30 ingredientes e custa a partir de R$ 11,90. Em um minuto e 40 segundos, a pizza sai prontinha para o cliente.

“Nós vimos que o mercado de pizza em praças de alimentação em atendimento rápido tinha um oceano azul a ser trilhado, e uma reinvenção do modelo pra ter um produto cada vez mais fresco e personalizado”, conta Rafael.

A novidade funcionou no mercado e hoje o empresário tem duas lojas próprias e já vendeu 11 unidades em menos de um ano da abertura do Franqueamento. O faturamento, que foi de R$ 4 milhões em 2015, passou para R$ 8 milhões no ano passado.

Segundo a consultora Mercia Machado, é possível se aprender com o insucesso, com a falha: “Quando a gente aprende com o insucesso, isso deixa uma marca na gente. Agora também faz com que a pessoa tenha um crescimento pessoal e profissional e isso tem que refletir no novo negócio”.

No azul novamente, depois de uma montanha-russa, Rafael mostrou ter características muito importantes para um empresário: resiliência, ou seja, saber enfrentar bem as adversidades e capacidade de adaptação.


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OVEN PIZZA
Rua Capitão Pacheco e Chaves, 313, Mooca
São Paulo/SP – CEP: 03126-000
Telefone: (11) 3095-4591
Email: franquias@oven.com.br
www.oven.com.br

MOOCA PLAZA SHOPPING
Rua Capitão Pacheco e Chaves, 313, Mooca
São Paulo/SP – CEP: 03126-000
Telefone: (11) 3548-4502.
Email: sac.moocaplaza@brmallsadm.com.br
www.moocaplaza.com.br

GSPP SP
CONSULTORA MÉRCIA MACHADO VERGILI
Av. Queiroz Filho, 1700, Sala 318 – Torre Star – Vila Lobos Office Park
São Paulo/SP – CEP: 05319-000
Telefone: (11) 3539-7049
Fanpage: https://www.facebook.com/soarespereiraconsultoria/?fref=ts
https://gsppconsultoria.com.br/#home


Fonte: PEGN / Fotos: Vídeo Captura PortalG2 
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Franquia, dicas de negócios, ideia de negócio, pizza, pizzaria
porDenis Pereira

11 IDEIAS DE NEGÓCIOS PARA ABRIR – TRABALHAR EM CASA

Está pensando em começar um negócio? Veja opções para trabalhar sem sair de casa

11 ideias de negocios

11 ideias de negocios

Vários negócios só exigem um telefone e um computador (Foto: ThinkStock)

 
Abrir um negócio em casa é o sonho de muitos brasileiros. Você pode criar e instalar um home office na residência, o que diminui os gastos e aumenta a rentabilidade do seu novo negócio.
 
Para começar, é importante achar um espaço dedicado ao “escritório” ou “empresa” de preferência um comodo separado para evitar as distrações familiares para não afetar a sua produtividade.
 
Nós preparamos uma seleção com vários negócios para abrir em casa, Confira abaixo:
 

1ª.  Técnico de informática

Se você já tem uma formação na área, pode começar como um empreendedor individual atendendo como técnico na própria casa das pessoas. Para se diferenciar, seja profissional, crie um cartão de visitas, site ou forma para as pessoas te conhecerem e contatarem facilmente. O atendimento também será algo que facilitará uma boa divulgação boca a boca.

2ª. Decoradora de bolos

É um nicho de mercado que cresce a cada dia. Muitas confeiteiras têm se especializado na decoração de bolos, com detalhes cada vez mais sofisticados. Várias delas trabalham como prestadoras de serviço para famosas boleiras ou redes de confeitaria ou ainda de forma autônoma.


3ª. Fabricação de comida congelada

Outro segmento que só cresce, o de refeições ou quitutes congelados é um bom começo para quem tem talentos culinários e quer iniciar um negócio em casa. Pode ser uma receita de família ou aquele pão de queijo que só você sabe fazer, o importante é dar o primeiro passo escolhendo um produto e checando sua possibilidade de congelamento.
 

4ª. Fabricante de geleias ou pimentas em conserva

Fabricação de geleias de frutas para revenda ou sob encomenda. O fator positivo da fabricação de geleias e compotas é que estes produtos contam com durabilidade maior. Higiene e apresentação do produto são fatores fundamentais neste negócio.
 

5ª. Dog walker (passeador de cães)

A ideia foi importada e está ganhando muitos adeptos aqui no Brasil. Os donos de cachorros que trabalham o dia todo contratam dog walkers para passear, alimentar e brincar todo dia com os animais. O serviço geralmente é cobrado por mês.
 

6ª. Confecção de velas, sabonetes e produtos aromáticos

O mercado para produtos aromáticos vai de vento em popa no Brasil. Hoje, é possível atuar a partir de uma pequena estrutura em casa e revender para lojas ou pela internet. Os produtos vão desde velas decorativas até lembrancinhas para maternidade (pequenos sabonetes).

7ª. Nutricionista

Elaborar cardápios, receitas e indicar dietas adequadas para seus pacientes faz parte da rotina de um nutricionista. Este profissional pode ser requisitado por pacientes, ser indicado por médicos, ou procurado também por empresas em busca de consultoria para seus refeitórios ou produtos alimentícios.
 

8ª. Redator de conteúdo (Sites e redes sociais)

Saber se comunicar com seu público-alvo na web através de conteúdo atrativo é tarefa para os especialistas em criação de conteúdo. Este profissional deve saber escolher a melhor forma de expressão para seu cliente se comunicar através de sites e redes sociais. Ele pode trabalhar de forma autônoma e buscar seus póprios clientes (geralmente empresas) ou trabalhar para uma agência de conteúdo/comunicação. Domínio da língua portuguesa é fundamental.
 

9ª. Designer de joias/bijoux

O desenvolvimento e fabricação de peças de bijouteria é um negócio promissor e as criações podem ser vendidas pela internet, para conhecidos, lojas, noivas, etc.
 

10ª. Blogueiro

Se você é especialista em determinado assunto pode criar um site/blog sobre o tema e tornar-se um blogueiro. Os blogs mais acessados podem contar com anúncios pagos (de empresas anunciantes ou Google AdSense, por exemplo), posts patrocinados e outras formas de remuneração. Para isso, é preciso construir um público relevante e participativo, que gere movimento no seu site, fazendo com que ele apareça em boa colocação nos buscadores da internet sobre o assunto.

11ª. Secretária Remota

Hoje, com a ajuda da internet é possível oferecer o serviço de secretária realizado a partir de casa. O serviço é muito requisitado por pequenas e médias empresas e profissionais autônomos e inclui desde a prospecção de novos clientes e agendamento de reuniões até a transferência de ligações (como se estivesse no mesmo local de quem a contratou).
 
 
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Fonte: Go Home Foto:ThinkStock 
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porDenis Pereira

GANHE 15.000,00 MÊS com Microfranquia BARATA que é um SUCESSO!

No Brasil existem mais de 500 opções de microfranquias Baratas e de baixo risco para pequenos empresários.

ganhe 15-00000 mes

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Um investimento barato e de baixo risco até parece mentira, mas existe: são as microfranquias. No Brasil, tem mais de 500 opções deste modelo de negócio, um deles é para vender tapete.
 
Saber vender faz parte da rotina do empresário Gustavo Santos e ser um bom observador também. Ele é um dos franqueados de uma rede curitibana que produz tapetes e capachos personalizados para empresas.
 
Gustavo trabalhava em banco, mas sempre quis ser dono do próprio negócio. O sonho se concretizou quando ele soube que a empresa tinha o formato de microfranquia, modelo de negócio com valor de investimento até R$ 90 mil.
 
“As redes atuantes dentro desse mercado de microfranquias são redes que nasceram como microfranquias ou redes que têm investimento maior, mas que adaptaram o modelo de negócio para investimentos mais baixos”, explica o coordenador de microfranquias ABF, José Rubens Oliva.
“Há 39 anos, a gente tem uma equipe de varejo que faz venda de tapete personalizado para todos os segmentos, como é um negócio que dava muito certo, a gente queria replicar esse modelo para o Brasil todo, e o jeito melhor de fazer isso foi tendo a microfranquia”, fala Francisco Tramujas, gestor da rede.
 
“É um segmento que está crescendo. Muitas vezes, grandes marcas estão entrando nesse segmento e novas franqueadoras estão entrando porque entendem que esse é um modelo de expansão sustentável tanto para a franqueadora, tanto para o franqueado”, diz José.
 
Uma das vantagens para quem quer investir numa microfranquia é poder trabalhar de dentro de casa, como é o caso do Gustavo, que há dois anos transformou a sala em escritório. “Desde que você tenha disciplina para trabalhar, a estrutura é enxuta, mesa, computador, tablet, que me ajuda bastante nas visitas, e é isso: a empresa está montada”, explica Gustavo.
 
Na época, ele investiu R$ 10 mil no negócio. Hoje, para se tornar um franqueado, o valor é até menor: R$ 7.990.  O Gustavo recuperou o investimento em três meses. Hoje ele fatura R$ 15 mil por mês vendendo os tapetes personalizados para academias, empresas e lojas. O produto fez tanto sucesso que uma rede inteira de loja de bolos virou cliente.
 
“É uma rede de lojas, hoje eles têm 320 lojas, espalhadas pelo país, eu entrei com o objetivo de vender paara uma única loja e hoje eu estou atendendo a rede toda”, conta Gustavo.
 
“Ele foi muito atencioso, genuíno interesse mesmo. Eu gostei bastante da forma como ele nos abordou na loja”, conta Vagner Simões, dono da loja de bolos.
 
A fábrica de tapetes tem hoje 106 franqueados como o Gustavo. A meta é chegar a 250 nos próximos dois anos.
 
“É um segmento que está crescendo. Muitas vezes, grandes marcas estão entrando nesse segmento e novas franqueadoras estão entrando porque entendem que esse é um modelo de expansão sustentável tanto para a franqueadora, tanto para o franqueado”, completa José.
 
“Sempre trabalhei de carteira assinada, eu sempre fui CLT. Foi o meu primeiro negócio, está sendo o meu primeiro negócio e eu estou gostando”, completa Gustavo.
 
KAPAZI INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CAPACHOS
Rua das Amoreiras, 270 – Almirante Tamandaré
São Paulo/SP – CEP: 83507-630
Site: www.cooperkap.com.br / www.kapazi.com.br
Email: marketing@kapazi.com.br
 
COOPERKAP
Telefone: (11) 9 8753-0898
Email: franqueado105@cooperkap.com.br
Site: www.cooperkap.com.br
 
CASA DE BOLOS
Rua Teodoro Sampaio, 636 – Pinheiros
São Paulo/SP – CEP: 05405-050
Telefone: (11) 3539-7600
Site: www.casadebolos.com.br
Email: beneditocalixto@casadebolos.com.br
 
 
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Fonte: PEGN – Foto: G2 Capitura
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porDenis Pereira

Biscoito Caseiro Vira Ideia de Negócio lucrativo de Sucesso

O Biscoito preparado pela avó virou um negócio lucrativo.

biscoito caseiro

biscoito caseiro

 

Desafio foi transformar um biscoito artesanal em um produto para o varejo.

A receita de um biscoito preparado pela avó virou um negócio lucrativo para uma empresária do Maranhão. O principal produto de Isabela Muhad é um biscoito artesanal que a avó dela aprendeu a fazer há muito tempo, quando ela ainda estudava em um colégio de freiras.
 
A receita da avó Tereza está há três gerações na família e ninguém sabe muito ao certo de onde veio o nome, mas o fato é que ficou conhecido como Zé Pereira e virou um biscoito típico do Maranhão. É fininho, leve e crocante, perfeito para tomar com um café.
 
“Ela começou a fazer a receita para festas, eventos, casamentos e na nossa cidade, aqui no Maranhão, se tornou muito famoso. Depois de um tempo, a gente viu que não era só o maranhense que amava o biscoito, mas sim outras pessoas de todo o Brasil. E a gente entendeu que a gente deveria levar esse biscoito pro Brasil inteiro”, conta Isabela.
 
O maior desafio foi transformar um biscoito artesanal, fininho e crocante em um produto para varejo. Depois de muito estudo, a solução foi uma lata. “Com ela, a gente tem seis meses de validade, produto sem conservantes e ainda por cima perfeita para presentear”, explica Isabela.
 
A família investiu R$ 300 mil no negócio para expandir a produção. O faturamento mensal é de R$ 100 mil. As vendas são feitas, principalmente, pela internet: “Hoje nosso biscoito já está em várias cidades do Brasil. É muito bom ver que a gente conseguiu botar um produto artesanal, uma receita de família, em empórios tão importantes e tão procurados em todo o país”, comemora.
 
ZÉ PEREIRA & MARIA AMÊNDOA
Av. Daniel de La Touche, 987 , Quiosque 319 – Shopping da ilha – Cohama
São Luís/ MA – CEP: 65074-115
Telefone: (98) 99104-0102
Email: delicia@zpma.com.br
Fanpage: www.facebook.com.br/zepereiraemariaamendoa
www.zpma.com.br
ST MARCHE ITAIM
Av. São Gabriel, 600 – Itaim Bibi
São Paulo/SP – CEP: 01435-001
Telefone: (11) 3050-2800.
 
 
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Ganhe 1000 Mil Reais por Evento em Van de Salão de Beleza Móvel em Festas Infantis

Empresária investiu R$ 110 mil no novo negócio. Van é customizada e tem mais de mil opções de cosméticos e acessórios.

Ganhe 1000 Mil Reais por Evento

Ganhe 1000 Mil Reais por Evento

 
No setor de festas infantis nem sempre é fácil agradar o público. Pensando nisso, a empresária Gabrielle Sant’Ana criou a van da beleza, um salão de beleza infantil móvel.
 
Antes de colocar essa ideia em prática, Gabrielle teve uma confecção. Ela vendeu esse negócio, o carro e investiu R$ 110 mil no novo negócio. 
 
Só para adaptar a van, foram R$ 40 mil. “A van é inteirinha customizada, tem cílios, é toda envelopada. Dentro, transformamos em um salão de beleza. 
 
Temos mais de mil opções em cosméticos e acessórios importados, esmaltes, penteadeira. Tudo que tem maquiagem e itens de beleza as crianças adoram”.
 
A própria empresária dirige o salão móvel. Ela faz de seis a oito festas por mês e cobra a partir de 
R$ 1 mil por evento. Segundo Gabrielle, essa é a primeira van de muitas: “É um mercado promissor, estamos em expansão”.
 
BEAUTY & FUN
Rua Rubem Braga, 58 – Sala 902 – Melville Empresarial I e II
Barueri /SP – CEP: 06485-365
Telefone: (11) 9 4204-2040
Email: beautyandfun@outlook.com
www.beautyandfun.com.br
 
 
Fonte: PEGN – Fotos: Vídeo Captura Portal G2
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DICAS:

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Móveis feitos de papelão reciclável – produto sustentável

Móveis feitos de papelão reciclável

O papelão é 100% biodegradável e tem impacto mínimo na natureza. 
Mas não basta ser apenas ecológico, é preciso ser competitivo. 

móveis feitos de papelão

Bruno faz todo tipo de móveis de papelão. Bancos, mesas, cadeiras, brinquedos. O segredo da resistência está na posição das folhas e nos encaixes.

“A gente tem esses encaixes triangulares sobrepostos que formam a coluna de força do banquinho. Em cima disso, ainda tem esses encaixes cruzados de assento para dissipar toda a força de forma mais equânime para maximizar a força do papelão”, conta o empresário Bruno Pellegatti.
A empresa compra as folhas de papelão e faz o corte conforme cada modelo. Bastam segundos para montar.
O papelão é 100% biodegradável e tem impacto mínimo na natureza, mas, para ganhar mercado, não basta mais ser apenas ecológico, é preciso ser competitivo. “O papelão é uma matéria-prima barata. Três folhas, por exemplo, custam 12 reais, e fazem uma cadeira, vendida a 50. Outra coisa: o papelão é leve. O frete fica mais barato”, conta.

O Bruno despacha móveis para 50 empresas em todo o país. Para baixar ainda mais os custos, a empresa só usa papelão reciclado, que é 30% mais barato que o virgem.  E o desperdício é zero.

“Você pode ver que até as aparas oriundas da produção são fardadas, prensadas e vendidas para indústrias de reciclagem, que transforma isso de novo em um papelão que um dia pode até virar um banquinho”, explica.

A empresa de Bruno vende duas mil unidades por mês. No ano passado, faturou R$ 800 mil com os móveis de papelão. “Com a crise, criamos um novo canal de vendas. 
O varejo veio com muita força. Nós não atendíamos com tanta força na época, vamos dizer, áurea. A expectativa agora com o reaquecimento da economia é crescer bastante”, conta Bruno.
Os setores sustentáveis para você começar a montar a sua empresa:

– Construção Civil
– Madeira reciclada
– Vestuário

Essas são áreas em que o pequeno empreendedor pode investir com preço competitivo e que geram negócios que evidenciam a sustentabilidade de forma bem aparente para o público.

O consultor Marcus Nakagawa vê outro fator importante para quem entra no setor ecologicamente sustentável. “A inovação é o principal da sustentabilidade. Dizem que a sustentabilidade é até um motor da inovação para que as pessoas criem novos serviços, como por exemplo, móveis de papelão ou outros resíduos para poder se reciclar”, explica.

Cartone Design
Site: www.cartonedesign.com.br

ESPM
Telefone: (11) 5085 – 4600
Site: www.espm.br
Email: marcus.nakagawa@espm.br



Fonte: PEGN-G1 / Foto: G2 Vídeo capitura.
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COMO ABRIR UM NEGÓCIO EM CASA (HOME OFFICE)

Montar um home office pode ser uma boa alternativa para economizar com custos de uma empresa e ficar perto da família, mas é preciso estar atento a alguns cuidados

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A maior vantagem de montar seu escritório em casa é o custo (Foto: ThinkStock)

Para quem toma a decisão de trabalhar por conta própria, um dos primeiros desafios é decidir onde o empreendimento vai funcionar. Mesmo para quem é autônomo e passa o dia na rua, é preciso ter um local para organizar as contas, planejar compras e entregas e até mesmo produzir o que vai vender.

VEJA TAMBÉM:

Em tempos de aperto de cinto, alugar uma sala comercial ou procurar um espaço compartilhado envolve custos que nem sempre o empreendedor é capaz de absorver. Diante desse cenário, trabalhar em casa é a escolha natural.

A vantagem mais evidente de montar seu escritório em um cômodo da casa é o custo: além do valor do aluguel, o empreendedor vai economizar com o trajeto até o trabalho e poderá almoçar em casa todos os dias. Com uma mesa, acesso à internet e uma linha telefônica, é possível trabalhar com e-commerce ou representação comercial. Se for necessário armazenar alguns produtos para usar como mostruário, uma pequena sala consegue dar conta.

O problema é que nem tudo é vantagem no home office. Os riscos e as limitações são grandes, e podem atrapalhar o negócio de quem não está preparado. “Além dos cuidados comuns que qualquer empresa exige, é preciso dedicar uma dose extra de organização para fazer funcionar. Em primeiro lugar, separar a vida da casa da do trabalho. Isso requer disciplina: ter um espaço reservado para o trabalho e todo o cuidado para não se distrair com as coisas do lar”, diz o consultor do Sebrae-SP Fabiano Nagamatsu.

Segundo ele, o empreendedor que trabalha em casa precisa estabelecer uma rotina com início, parada para almoço e fim da jornada. “O empresário deve vestir-se de acordo. Bermuda, chinelo ou pijama durante o expediente não combinam. Tem de entrar no clima da cabeça aos pés literalmente”, afirma Nagamatsu. As contas de casa e as da empresa também nunca devem se misturar – como em uma empresa comum, pessoa física e pessoa jurídica são instâncias diferentes.

Dependendo do ramo de atividade, o empreendedor também precisa de um espaço para receber clientes ou fazer reuniões com fornecedores e parceiros. Nesse caso, o consultor afirma que o cenário ideal é ter uma entrada independente. “A atitude do empreendedor faz muita diferença quando ele monta o negócio onde mora”, diz.

Horários:

Montar um espaço para trabalhar em casa foi a saída que Priscilla de Jesus Trindade, 33 anos, encontrou depois que a empresa em que trabalhava como assistente administrativa faliu. Ela já fazia adesivos para unhas para as colegas de trabalho – e perder o emprego foi o estímulo que faltava para levar a produção a sério.

Em um espaço fechado no quintal de casa, Priscilla produz os adesivos que vende pela internet e para salões de beleza. Antes o pai a ajudava com as entregas, mas atualmente ela está fazendo tudo sozinha. “Hoje faço o desenho, todo o controle financeiro e uma vez por semana saio para fazer as entregas e colocar produtos no correio”, conta.

Para Priscila, que hoje é Microempreendedora Individual (MEI), a vida como empreendedora a partir de casa é muito mais recompensadora do que a antiga vida de funcionária, apesar de algumas dificuldades. A principal delas, por enquanto, é adaptar-se o horário “comercial” mesmo estando a poucos passos do quarto e da cozinha de casa. “Estou tentando me adaptar a um horário de trabalho normal. Hoje fico muitas vezes trabalhando até de madrugada e nos fins de semana, ainda mais quando entra alguma encomenda mais urgente”, diz.

Outra questão que deixa Priscilla ainda um pouco perdida é em relação ao fluxo de caixa. Como as entregas são feitas para vários clientes e a quantidade de pagamentos é pulverizada, às vezes é difícil enxergar onde está o dinheiro. “Na empresa você sabe que tem um salário no final do mês, aqui eu às vezes me perco com os recebimentos”, conta. Mesmo assim, a empreendedora não sente saudades do emprego fixo: pelo contrário, pretende aprimorar-se na gestão.

Adaptação:

Alguns segmentos são mais indicados para quem pretende trabalhar em casa: e-commerce e representação comercial são os mais comuns. Artesanato e produtos alimentícios também não demandam muito espaço além de um pequeno cômodo para armazenamento ou um freezer horizontal. “Evite negócios que exijam linha de produção ou que produzam barulho, cheiro, que usem produtos químicos ou que provoquem muita movimentação de gente, porque isso vai interferir na vida dos moradores da casa e dos vizinhos”, diz Nagamatsu.

O consultor do Sebrae-SP também lembra que trabalhar em casa pode ser um pouco mais complicado para quem mora em apartamento. É preciso respeitar as regras do condomínio e verificar se há algum tipo de licença especial para exercer a atividade desejada.

A empreendedora Rosana Sacramento, 45 anos, proprietária da Red Onions Culinária Saudável, teve de alugar um pequeno imóvel para instalar sua cozinha, onde produz alimentos totalmente livres de glúten. “No apartamento eu não teria autorização dos órgãos sanitários”, diz.

Antes de empreender, Rosana trabalhava no setor de eventos de uma grande empresa. Ela viajava muito e não tinha tempo para ficar com o filho, hoje com oito anos. Trabalhar por conta própria foi uma alternativa para permanecer mais próxima à família e transformar uma vocação – cozinhar – em profissão. Mas as dificuldades são muitas: à noite, em casa, a empreendedora vai para o “terceiro turno”, controlando planilhas financeiras, elaborando listas de compras e fazendo a divulgação da empresa nas redes sociais.

O marido, autônomo, consegue ajudar com as compras e com as entregas “Sou praticamente todos os departamentos sozinha”, diz Rosana. Atualmente, para tentar aumentar o faturamento, ela passou a comercializar marmitas saudáveis. “O custo do aluguel está impactando no caixa da empresa. Além disso, meus insumos são muito altos”, conta.

Vale a pena trabalhar em casa?

Pontos positivos:

– Redução de custos com aluguel, transporte e alimentação na rua.

– Possibilidade de escolher os horários de trabalho.

– Estar mais próximo à família para almoçar e jantar, com ganhos para a qualidade de vida.

Pontos negativos:

– Risco de misturar vida doméstica e trabalho, principalmente em relação às contas.

– Falta de disciplina com horários e compromissos.

– Espaço inadequado para receber clientes e fornecedores, assim como para armazenar produtos.

– Pode ser solitário para quem gosta de interagir com colegas.

Fonte: Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP

Portado por Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br


porDenis Pereira

COMO GANHAR DINHEIRO COM CHOCOLATE

Estratégias no setor ajudam empreendedores a driblarem a situação do país

COMO GANHAR DINHEIRO COM CHOCOLATE
O brigadeiro com recheio de sorvete de baunilha é uma das opções da Brigadeiros by Cousin’s (Foto: Divulgação)

Segundo a empresa Euromonitor, os volumes globais de produção de chocolate caíram 1,1% em comparação com 2015. Apesar dessa queda global na produção do doce, no Brasil, os dados são outros.

De acordo com dados de 2014 da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates Cacau e Amendoim, o brasileiro consome em média 2,8 quilos de chocolate por ano – sendo 55% desses consumidores da classe C. Com a queda no consumo mundial e a situação econômica do país, as empresas do mercado de chocolate foram desafiadas a reinventar seus produtos.


Muito focadas na importação do chocolate, hoje, as empresas já investem no cacau nacional para criar um produto original e mais sofisticado, por exemplo. “Investir nesse mercado significa ser criativo. É preciso apostar em um produto diferente, embalagens chamativas e se especializar muito no setor, através de cursos, para ganhar credibilidade com o cliente”, diz Leonardo Paiva, consultor do Sebrae-SP.

Para quem pensa em investir nesse setor, é importante se inspirar em quem já se estruturou no mercado brasileiro. Confira três empresas provam que sem dedicação e originalidade não se faz um bom negócio:

1. Brigadeiros by Cousin’s
A loja surgiu em 2011 em um pequeno ponto na zona oeste de São Paulo. A Brigadeiros By Cousin’s chama a atenção pela delicadeza da sua decoração, que se assemelha às pequenas pâtisseries francesas.

O local foi montado pelo casal Giulianna Loduca Scalamandre, 40 anos, e Edoardo Jana, 43. “Minha esposa é designer de interiores, mas se especializou em gastronomia através de cursos. Ela sempre fez doces excelentes, inclusive o brigadeiro. Quando abrimos a loja, focamos nele”, conta Jana.


EDUARDO GANHA DINHEIRO COM CHOCOLATE
Edoardo Jana e Giulianna Loduca Scalamandre da Brigadeiros by Cousin (Foto: Divulgação)

Contudo, pouco tempo depois, a loja estava oferecendo mais de 30 tipos de doces, com uma mistura de receitas francesas e alguns ingredientes brasileiros. “Quando ampliamos a gama de produtos, ficou difícil conciliar a loja e os cursos no exterior da Giulianna. Como não queríamos abrir as receitas para ninguém, ela me capacitou para que eu pudesse fazer qualquer receita na sua ausência. Hoje, quando ela viaja, eu cuido da cozinha tranquilamente”, conta Jana.

Entre os pontos fortes da confeitaria, estão os brigadeiros recheados de bolo de cenoura e com toque de flor de sal e azeite. “Além dos brigadeiros, hoje nosso cardápio conta com 50 tipos diferentes que alternamos todos os dias na vitrine. Prezamos pela delicadeza da decoração e usamos flores comestíveis em vários doces. E todas as embalagens são criações da Giulianna.”, diz Jana.

Com investimento inicial de R$ 1,5 milhão, a empresa fatura mensalmente entre R$ 30 mil e R$ 85 mil. A meta é chegar a R$ 95 mil de faturamento até o final do ano. Para Jana, o comprometimento, a dedicação e o cuidado com o produto são essenciais para alcançar um ótimo resultado. “Trabalhamos com ingredientes da melhor qualidade. Importamos a farinha de amêndoa, usamos chocolate belga em várias receitas, que não leva gordura hidrogenada, e nós mesmos atendemos aos clientes na nossa loja. Precisa disso tudo? Não. Mas se você quer alcançar um ótimo resultado, é preciso dar o máximo de si para os seus clientes”.

2. Mendoá
Criada em 2013, em Ilhéus, na Bahia, estado reconhecido pela plantação de cacau, a empresa investiu desde cedo no setor premium de chocolates brasileiros.

De início, a ideia do administrador Leandro Almeida, 34 anos, era que o brasileiro passasse a reconhecer mais o fruto como uma riqueza nacional. “Sempre houve muita valorização do chocolate importado e poucas pessoas reconheciam que o Brasil também poderia proporcionar um chocolate de ótima qualidade, já que o cacau é uma matéria-prima que encontramos aqui”, conta Almeida.

13.Quase pronto: os tabletes menores, na Mendoá, são embalados um a um manualmente. As barras maiores vão para embalagem automática em outro equipamento.

Os tabletes menores na Mendoá são embalados um a um manualmente
Os tabletes menores na Mendoá são embalados um a um manualmente (Foto: Divulgação/Ana Lee)

Para valorizar o cacau brasileiro, Almeida decidiu que a melhor forma seria investindo na produção de um chocolate “bean-to-bar”, ou seja, feito da amêndoa à barra na fazenda de cacau. “Nosso resultado final foi um chocolate que além de saboroso é muito saudável. A linha tradicional é livre de glúten, lactose e gordura hidrogenada”, diz Almeida.

A marca participa com estande próprio do Salon Du Chocolat de Paris e continua investindo em linhas que valorizam os ingredientes nacionais. “Estamos lançando uma linha de bombons recheados com maracujá, amendoim e cupuaçu”, diz Almeida.

Nos dois primeiros anos, o investimento inicial foi de R$ 2,5 milhões e, hoje, a empresa fatura R$ 300 mil por mês. A empresa conta com pontos de venda em mais de 10 estados e tem como meta montar quiosques próprios em shoppings e aeroportos do país.

3. Chocolat Du Jour
Consagrada no mercado nacional e reconhecida internacionalmente, a empresa está perto dos seus 30 anos. Fundada em 1987, pela empreendedora Claudia Landmann, 64 anos, a Chocolat Du Jour permanece como uma empresa familiar.

O negócio surgiu pelo desejo de Claudia de se desafiar e investir em algo que sempre gostou. Ela e o marido, John Landmann, 69 anos, sempre foram apreciadores do doce. “Comecei de forma orgânica por uma falta que eu e meu marido sentíamos de um chocolate brasileiro de qualidade”, conta Claudia. “Nossa ideia não era começar um grande negócio ou ter um retorno financeiro, queríamos fazer algo com prazer e que fosse reconhecido”, diz.

O Choco Damia é um produto com base de macadâmia caramelizada e coberta de chocolate ao leite da Chocolat Du Jour

Chocolat Du Jour
O Choco Damia é um produto com base de macadâmia caramelizada e coberta de chocolate ao leite da Chocolat Du Jour (Foto: Divulgação)

Ao longo dos 30 anos de empresa, Claudia diz que o apoio da família e o interesse dos filhos Patrícia e Manoel em fazer parte da sociedade ajudou a manter o padrão dos chocolates. “Investimos muito no processo do cacau. Essa era nossa vantagem sobre o produto europeu: nós tínhamos o fruto fresco aqui. Desde então, tomamos todo o cuidado com o processo do fruto. Hoje, nós compramos o cacau de uma fazenda parceira na Bahia e produzimos os chocolates aqui em São Paulo (SP)”, diz.

A Chocolat Du Jour já recebeu mais de cinco prêmios internacionais, entre eles, dois dedicados ao bombom de caramelo com flor de sal, premiado pela Academy of Chocolate Awards e pela The International Chocolate Awards.

A empresa não abre o faturamento, mas afirma que o foco hoje é, além de estar sempre inovando nas linhas de chocolate da marca, estruturar o novo site e o e-commerce, que deve renovar o conteúdo, a linguagem e a comunicação da empresa. Os produtos, no site da loja, variam de R$ 22 a mais de R$ 600.

MAIS DICAS:
Fonte: PEGN / Fotos: Divulgação.
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2 – http://www.portalg2.com.br

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