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porDenis Pereira

20 CURSOS GRÁTIS E ONLINE PARA QUEM DESEJA EMPREENDER

O Sebrae-SP tem uma série de capacitações, que cobrem temas como liderança, finanças, recursos humanos e gestão de estoques, por exemplo
20 Cursos do Sebrae-SP

20 Cursos do Sebrae-SP

Também há capacitações específicas para MEIs (Foto: Divulgação)

 

A capacitação é essencial para o sucesso de um empreendedor. É importante conhecer todos os aspectos da gestão de um negócio. Inclusive, capacitar-se antes mesmo de abrir a empresa pode ser decisivo para que o empresário prospere.
Sebrae-SP tem uma série de capacitações – todas gratuitas e online – voltadas exclusivamente para empreendedores iniciantes.
Elas cobrem diversos temas, como liderançafinançasrecursos humanos e gestão de estoques, por exemplo. Também há capacitações voltadas para microempreendedores individuais (MEI).
Confira os conteúdos:

1. Planejamento estratégico – download aqui
2. Empreendedorismo – download aqui
3. Torne-se um líder – download aqui
4. Oportunidades e visão de negócios – download aqui
5. Negociação – download aqui
6. Fluxo de Caixa – download aqui
7. Preço de venda no serviço – download aqui
8. Gestão financeira – download aqui
9. Fluxo de Caixa para MEIs – download aqui
10. Equipe motivada – download aqui
11. Criatividade – download aqui
12. Inovação – download aqui
13. Sustentabilidade – download aqui
14. Contratos de trabalho – download aqui
15. Simples Nacional – download aqui
16. MEI – Microempreendedor Individual – download aqui
17. Pequenas empresas nas redes sociais – download aqui
18. Planeje-se para o comércio eletrônico – download aqui
19. Mantendo o estoque em dia – download aqui
20. Qualidade no Atendimento – download aqui
Gostaria de aprender a Importar estes assessórios?
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Aprenda como Importar Produtos – Saiba mais.
Ganhe dinheiro com diversos Serviços – Saiba mais.
 
Por: PEGN – Fotos: Vídeo captura PortalG2
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2 – https://portalg2.com.br
 
porDenis Pereira

COMO MONTAR UM MINIMERCADO EM 7 PASSOS – TENDENCIA

Saiba Como montar um minimercado. O empreendedor brasileiro pode aproveitar o embalo

COMO MONTAR UM MINIMERCADO

Como montar um minimercado

Minimercados devem buscar o atendimento personalizado para se diferenciar (Foto: ThinkStock)
O Perfil do consumidor brasileiro mudou muito nos últimos anos. E isso não foi diferente no varejo de alimentos. Segundo o Sebrae-SP, grande parte das famílias deixou de fazer as tradicionais “compras de mês” nos hipermercados para atender às necessidades do dia a dia com aquisições menores, em mercados de bairro. Esse fenômeno que tem gerado empregos e afetado diretamente setores como a indústria e o agronegócio. De olho nesta tendência, a Feira do Empreendedor deste ano no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo, estruturou pela primeira vez um minimercado-modelo, espaço exclusivo para quem está pensando em como montar um minimercado.
Com 225 m², o ambiente contará com as principais seções de um minimercado, oferecendo dicas e recomendações para o empreendedor ter um negócio de sucesso. Os visitantes poderão conferir, como montar um minimercado na prática, e sobre a importância de uma loja bem planejada e a maneira correta de expor seus produtos, fatores que afetam diretamente as vendas da empresa. Segundo Rodrigo Palermo de Carvalho, consultor do Sebrae-SP, o espaço é voltado tanto para os visitantes que querem abrir um minimercado quanto para quem já é dono de negócio. “O espaço dá a base para quem vai começar e novas ideias àqueles que já estão no mercado”, diz.
A expectativa é que, ao longo dos quatro dias de evento, mais de 2.500 pessoas passem pelo minimercado-modelo. Para o consultor, a alta procura pelo espaço está ligada a uma tendência para 2017. “O mercado de bairro está ganhando mais espaço porque oferece atrativos que grandes redes não conseguem proporcionar por conta da escala. Atendimento personalizado, relacionamento com a comunidade e produtos de diferenciados estão em alta com os consumidores”, afirma Carvalho.
O consultor listou quais são os passos a serem dados para quem está pensando em abrir um minimercado. Confira.
Como montar um minimercado

Como montar um minimercado

1. Localização

Segundo o consultor, a escolha da localização é a decisão mais importante para o dono de um minimercado. A partir dessa definição, o empreendedor vai estabelecer toda a sua estratégia, estruturando o modelo de negócio e o mix de produtos baseado no público-alvo da região. “Se o seu negócio estiver em um bairro com maior poder aquisitivo, você deve buscar atender esse público. O mesmo serve se estiver em uma região com menor poder de compra”, diz Carvalho.

2. Atendimento personalizado

Não é fácil se destacar em relação às grandes redes. Para o consultor do Sebrae-SP, dificilmente um minimercado consegue atrair os clientes por conta do valor dos seus produtos. O setor cresce pela personalização do atendimento, pelo portfólio e pela conveniência. Por isso, Carvalho aponta que o empreendedor deve incentivar seus funcionários a tratar os consumidores de maneira personalizada. “Normalmente, o comprador vai ao estabelecimento com mais frequência. É aí que o atendimento deve se diferenciar, buscando tratá-lo de forma intimista, auxiliando-o durante as compras.”

3. Relacionamento com a comunidade

Como já apontou o consultor, a escolha da localização define toda a estratégia do negócio. Dentro disso, é importante manter uma relação boa e próxima com a comunidade da região onde o seu minimercado está localizado. Ações que aproximem o empreendedor dos seus possíveis clientes são altamente recomendadas, porque passam uma imagem positiva da empresa. O especialista sugere que, por exemplo, o empreendedor convide uma escola da região para conhecer o seu negócio e mostrar como funcionam os processos dentro da empresa.

4. Planejamento visual

O planejamento visual de um minimercado deve ser muito bem feito. “É fundamental para quem trabalha neste setor”, diz Carvalho. Para o consultor, é de extrema importância que haja comunicação entre a escolha da fachada, do logotipo e das cores, por exemplo. Também entra no planejamento visual a disposição da loja, que deve seguir uma linha de acordo com as suas características. “Se você vende somente comidas típicas de uma região, o visual deve estar relacionado ao local de origem dos seus produtos”, afirma.

5. Limpeza e conservação

Essencial para qualquer estabelecimento relacionado à alimentação, o cuidado com a limpeza deve ser muito prezados pelo empreendedor. Mas, segundo o consultor, não basta ter uma equipe de limpeza eficiente, ela também deve tomar cuidado para não atrapalhar o fluxo dentro da loja. “O percurso realizado pelo cliente dentro do mercado não pode ter empecilhos”, diz Carvalho.

6. Capacitação de funcionários

Uma das principais características dos minimercados é que normalmente são estabelecimentos com poucos funcionários. É exatamente por isso que o empreendedor deve primar pela capacitação da equipe. “É fundamental investir nesses funcionários para que você tenha um time empenhado em fazer o negócio dar certo”, afirma Carvalho.

7. Atenção às novas tecnologias

Estar atento às inovações tecnológicas pode fazer toda a diferença para o empreendedor. Segundo Carvalho, há tecnologias disponíveis no mercado que já facilitam a vida do empresário, capazes de melhorar a transição de dados do fluxo de caixa, estoque e inventário, além das etiquetas eletrônicas, que agilizam processos e aumentam a produtividade dos funcionários. Outro fator a que o empresário deve ficar atento é em relação às redes sociais. “Há uma geração nova muito ligada às mídias sociais. Estar presente nelas pode ser uma forma de atingir esse público”, afirma o consultor.

Esta dica é nossa – Bons preços

Até os dias de hoje eu ja entrei em muitos Minimercados de várias partes de São Paulo e fora dele e uma coisa sempre me chamou a atenção: Em todos eles os preços praticados eram bem mais altos do que os praticados nos grandes mercados. Eu até entendo que os Supermercados compram em grande quantidade e por isto tem preços mais baixos. Então eu pergunto: Porque os Minimercados não buscam por cooperativas ou se juntam para comprar muito e mais barato?
Desta forma terão melhores preços e mais chances de vender.
Fica mais esta dica ok.
Um abraço e Boa sorte!

Veja também:

Aprenda como Importar Produtos – SAIBA MAIS.
Fonte: PEGN – G1 – Fotos: ThinkStock.
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2


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TAGS:
Como montar um minimercado, mercado pequeno, negócios
porDenis Pereira

7 DICAS PARA MONTAR UMA LOJA ONLINE OU E-COMMERCE

Montar uma loja online terá espaço-modelo na Feira do Empreendedor do Sebrae-SP

montar uma loja online

montar uma loja online

E-commerce brasileiro cresceu 8% em 2016 (Foto: Pexels)
O último ano foi bom para o comércio eletrônico brasileiro. Enquanto o varejo em geral amargou retrações, quem optou em montar uma loja online tive crescimento de 8% no ano passado, segundo dados da Ebit. Para Diego Smorigo, consultor do Sebrae-SP, 2017 deve ser ainda melhor. “O e-commerce é um mercado sem fronteiras. Cada vez mais, as empresas estão adotando o serviço como uma alternativa de canal de vendas”, afirma. De olho nesta tendência, o Sebrae-SP estreia na Feira do Empreendedor deste ano, que acontece entre os dias 18 e 21 de fevereiro, no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo, um espaço-modelo para o e-commerce. A área será voltada para todos os visitantes que estão pensando em investir neste tipo de negócio.
O ambiente funcionará como um “grande notebook aberto”, onde empreendedores que atuam com e-commerce contarão suas histórias por meio de videoconferências, enquanto interagem com os consultores do Sebrae-SP. A proposta é detalhar toda a trajetória empreendedora, desde a concepção da ideia até as principais dificuldades enfrentadas pelo negócio. As apresentações devem durar de 20 a 30 minutos e o espaço tem capacidade para receber 150 visitantes por sessão. São esperadas 15 mil pessoas ao todo, durante os quatro dias de evento.
A estimativa é quase quatro vezes maior do que a dos outros espaços-modelo, que esperam receber até 4 mil visitantes ao longo do evento. Para o consultor do Sebrae-SP, a novidade deve atrair mais pessoas porque o e-commerce é o único capaz de alavancar diretamente todos os setores representados na feira. “O comércio eletrônico serve para qualquer tipo de negócio, desde as oficinas mecânicas, que podem agendar serviços, até os salões de beleza, que vendem produtos por meio do seu site”, diz Smorigo.
O consultor listou uma série de dicas e recomendações para quem está pensando em investir e se destacar no segmento.

1. É preciso convencer o cliente

Quem está pensando em investir em um e-commerce precisa entender que o modelo de venda, se comparado ao da loja física, é muito diferente. No ponto tradicional, o processo todo é auxiliado pelo vendedor, que é responsável por influenciar os consumidores no momento de decisão. Já no mundo virtual, o empreendedor não pode contar com essa “força” na hora da venda. Por isso, Smorigo indica: a plataforma deve ser montada para agradar o público-alvo, com layout e linguagem que tenham a ver com essas pessoas. Dessa forma, fica mais fácil conquistar quem compra online – mesmo quem usa as lojas físicas para testar os produtos. “Há quem teste o produto na loja e realize a compra na hora, pelo celular. Se a sua plataforma oferecer uma boa experiência, as chances de você conquistar aquela compra aumentam.”

2. Entrega rápida faz diferença

Outro fator que pesa contra os comércios eletrônicos é o imediatismo. Para alguns clientes, a conveniência de levar o produto para casa na hora conta mais que os descontos do e-commerce. Por isso, o consultor do Sebrae-SP indica que o site ofereça modelos de entrega rápida. Assim, será mais competitivo em relação às lojas físicas.

3. Força na capacitação

Escolher o produto, definir o cliente e desenvolver um modelo de negócio. Quem quer abrir um e-commerce precisa ter esses fatores delimitados. Além disso, não basta ter expertise somente na área de marketing, por exemplo. “O empreendedor deve identificar com antecedência as áreas em que mais falha”, diz o consultor. Por isso, ele indica que o empreendedor procure o Sebrae-SP na Feira do Empreendedor. Além do espaço-modelo, os visitantes poderão se reunir com consultores e obter capacitação em outras áreas. “A ideia é dar todo o suporte possível para quem está pensando em abrir um e-commerce”, afirma.

4. Não é tão simples quanto parece

Existem no mercado plataformas prontas de comércio eletrônico. No entanto, fazer esse tipo de negócio dar certo está longe de ser uma missão simples. “Quem montar uma loja online sem o planejamento necessário fatalmente vai fechar em pouco tempo”, diz o consultor do Sebrae-SP. Segundo o especialista, empresários que já têm lojas físicas costumam cometer esse erro. “Ele precisa saber que o mundo virtual possui suas próprias nuances. É uma operação completamente diferente, que exige muito estudo e planejamento”, diz.

5. Cuidado na transição

Se o empreendedor possui um negócio tradicional, ele já deve ter desenvolvido uma operação logística. Talvez tenha também um software de gestão e um bom conhecimento de mercado. Essa estrutura será útil na transição da empresa para o comércio eletrônico. Segundo Smorigo, nessa hora, o empreendedor terá de investir no site, incluindo conteúdo e boas fotos dos produtos. O consultor também faz um alerta: cuidado com a gestão de estoque. Como há duas operações para o empresário gerenciar – a física e a online –, o acompanhamento do inventário fica mais complexo. Se o item acaba no estoque, não pode continuar disponível no e-commerce.

6. Procure se destacar

Os grandes players são pouco especializados. Muitos têm se transformado em grandes marketplaces, contando com a operação de diversas lojas dentro de um grande agregador. Por isso, a empresa menor ou iniciante pode focar em nichos e montar uma loja online. Quando o negócio se identifica com um público específico e o fideliza, ganha destaque no mercado. “Há quem possa achar a segmentação um limitador, mas essa estratégia se mostra mais assertiva”, diz Smorigo. Outra dica é investir em marketing digital, como AdWords do Google e Facebook. Essas ações geram engajamento entre os clientes e a sua loja. “É um esforço de mídia que, no meio online, traz muito retorno.”

7. É um setor em alta

Com o aumento da confiança das pessoas em realizar transações online, montar uma loja online vem ganhando cada vez mais força. Para Diego Smorigo, é um mercado sem fronteiras, com muito a crescer no país ainda. “Antes a pessoa tinha receio de colocar os dados do seu cartão de crédito em um e-commerce, por exemplo. Isso está mudando porque as empresas têm passado segurança.” Outro fator que ajuda o comércio eletrônico é o desenvolvimento de plataformas para os smartphones. “Dessa forma, todo mundo pode andar com seu produto no bolso. Teremos um crescimento exponencial nos próximos anos”, afirma o consultor.
Veja também:
Fonte: PEGN – Foto: Pexels
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2 – http://portalg2.com.br
 
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TAGS: comércio eletrônico, vendas, sebrae-sp.
porDenis Pereira

Passo a passo para montar seu food truck

Montar um serviço de alimentação itinerante exige muito planejamento e atenção a normas.

Passo a passo para montar seu food truck
Com um food truck, é possível vender comida em vários locais (Foto: Reprodução)

As cozinhas instaladas em utilitários e pequenos caminhões tornaram-se elemento rotineiro na paisagem das metrópoles do mundo, onde é comum que as pessoas se alimentem fora de casa. E no Brasil não é diferente.

O que parecia um modismo virou atividade já regulamentada em algumas cidades brasileiras, a começar por São Paulo. Na capital paulista, pioneira na prestação desse tipo de serviço, trucks com comidas das mais variadas nacionalidades se dividem entre os 700 pontos disponibilizados pela prefeitura – fora as áreas privadas abertas a eles.
No Rio de Janeiro, são mais de 80 os espaços públicos. Há tantos empreendedores interessados em food trucks que o Sebrae montou uma página sobre o tema em seu portal e elaborou a cartilha “Food Truck Sebrae: Modelo de Negócio e sua Regulamentação”. Como todo negócio, este não é para amadores, então, prepare-se antes de investir suas economias.
como montar um food truck
Fique por dentro de tudo sobre a regulamentação e o modelo de negócio da atividade.

Uma nova tendência

Vendedor de comida de rua é uma das profissões mais populares em países em desenvolvimento, segundo a descrição da autora Bianca Chaer no livro “Comida de Rua, o melhor da baixa gastronomia paulistana.
A atividade é fonte de renda de muitas famílias. Os trabalhadores deste ramo já representam ao redor de 2% da população.
Embora seja atividade antiga, os modelos de venda de comida de rua começaram a inovar a partir da primeira década do século 21, com a modalidade de comércio em Food Truck.
No Brasil, com a globalização e a facilidade de viagens, muitos empresários viram a possibilidade de empreender e expandir seus negócios ou abrir um primeiro restaurante num modelo diferente, com contato direto com o público, de baixo custo, sem a necessidade de adquirir ponto comercial ou outros encargos.
Essa tendência virou moda e incentivou o empreendedorismo, pois muitos consumidores passaram a buscar os caminhões como forma de acesso a alimentos mais sofisticados e a preços acessíveis. 
Sites de busca e compartilhamentos pelas redes sociais impulsionaram ainda mais o setor, que começou a se organizar nacionalmente, visando a oferecer opções de alimentação saudável, rápida, barata e ainda como alternativa de turismo, com o oferecimento de comidas regionais. 
Inicialmente a cidade de São Paulo destacou-se pelo pioneirismo nesse setor, com muitos empreendedores copiando o modelo de sucesso em Nova Iorque ou outras cidades americanas. 
O sucesso logo se repetiu em outros estados. Segundo o site Food Truck nas Ruas, que ajuda a localizar os carrinhos, há opções no Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Brasília e Minas Gerais, entre outros.

O modelo Food Truck

Pode-se definir Food Truck como uma cozinha móvel, de dimensões pequenas, sobre rodas que transporta e vende alimentos, de forma itinerante.
A infraestrutura necessária para montar um Food Truck deve  ser planejada para poder atender às necessidades de preparação e comercialização dos alimentos, segundo às exigências da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) municipal e estadual, Prefeitura, Denatran (Departamento Nacional de Trânsito e Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).  
A maioria dos veículos é formada por trailers, furgões, camionetes ou caminhões adaptados. Os modelos e o custo para se adequar às diversas legislações variam bastante.
O investimento pode variar entre 50 a 70 mil reais ou a montantes mais altos, ao redor de 200 mil reais, dependendo da tecnologia utilizada, adequações de suspensão e freios para tolerar o peso da cozinha e os equipamentos instalados. 
Há veículos pequenos, médios e grandes. No planejamento de qual comprar, o empresário deverá levar em conta que comida deseja comercializar, que equipamentos serão necessários dentro do veículo para garantir a segurança dos alimentos vendidos, as questões relativas à parte elétrica e hidráulica, material de divulgação da marca, como adesivagem e pintura e, enfim, quanto poderá investir no negócio.
É importante deixar claro que para iniciar o negócio é necessário constituir empresa e obter concessão da prefeitura e da vigilância sanitária que irão avaliar e autorizar o uso do equipamento (carro).  

A publicação

O Sebrae elaborou a publicação “Food truck: modelo de negócio e regulamentação” para ajudar o empresário interessado nesse tipo de negócio.
São basicamente três principais pontos abordados: modelo de negócio, regulamentação e relação entre ambulantes e restaurantes.

Abaixo mais informações sobre cada um deles.

Modelo de negócio
Modelos de operação com trucks: revenda de alimentos totalmente elaborados previamente e venda de alimentos manipulados (finalizados) no food truck.
Todos os trucks com a licença sanitária e o TPU podem trabalhar em área privada e pública. Em área pública, o local é previamente definido pela prefeitura (nos estados que tem legislação) enquanto em área privada negociado entre as partes.
Gestão e mercado
Conhecer e planejar os diversos aspectos de mercado e também de gestão é fundamental para o estabelecimento do negócio e manutenção da sua sustentabilidade. A adoção de práticas de gestão e busca por  orientação em marketing e gestão são atividades necessárias e determinantes do sucesso do negócio. O Sebrae dispõe de soluções que podem te apoiar: SEI, PAS Mesa, Na Medida, 5 Menos que são Mais, entre outras.

Food Truck – relação entre ambulantes e restaurantes

O uso de espaços privados tem sido mais utilizado. O mercado de alimentação fora do lar é disputado por diversos tipos de atividades: ponto fixo, ambulantes, caminhões itinerantes, feiras, bancas, dentre outros. Há necessidade de regrar os trabalhos com vistas ao sucesso de todos, sem que um impacte negativamente no outro e juntos melhorem a oferta gastronômica do Brasil.

Regulamentação – Legislação municipal

O Brasil tem apenas dois estados (RJ e SP) com legislação em vigor para cozinhas sobre rodas. Ambas em fase de implantação.
As duas leis demarcam as condições de uso dos equipamentos, a necessidade do termo de permissão de uso, as obrigações dos permissionários, a exigência de seguir as legislações sanitárias existentes.

Sanitária

Anvisa
No Brasil há legislação de âmbito nacional, desde 2004, (RDC 216 e agora RDC 49) que orienta todos os aspectos relativos às boas práticas. Todos os proprietários de food trucks devem seguir as orientações para que garantam a elaboração de alimentos seguros, livres de contaminação.

Bombeiros

Para trucks a segurança dos eventos está baseada no regramento da brigada de incêndio e no PPCI para eventos. A utilização de energia elétrica, gás e produtos químicos se não for corretamente planejada e executada poderá representar riscos ao proprietário que trabalhará no caminhão e para os clientes que estão próximos aos trucks no momento das vendas.

Constituição da empresa

Microempreendedor Individual (MEI) – É o empresário que fatura anualmente até R$ 60.000,00 (sessenta mil reais); é optante pelo Simples Nacional e não tem participação em outra empresa como sócio ou titular; possui no máximo um único empregado que recebe um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional; e exerce uma das atividades elencadas na Resolução 58/2009, atualizada pela Resolução 78/2010, de acordo com a Lei Complementar 128/2008, alterada pela Lei Complementar 139/2011.
Microempresa – São empresas que faturam anualmente valor menor ou igual a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais). O valor teto de faturamento tem como base os valores estipulados para adesão ao Simples Nacional (regime de tributação simplificado) conforme Lei Complementar 123/2006, alterada pela Lei Complementar 139/2011.

Detran

É o único do setor de alimentação fora do lar que exige adequação às regras do Denatran. O planejamento da cozinha seguindo as regras existentes, assim como a realização das manutenções preventivas e programadas garantirá o correto funcionamento do truck.
SAIBA MAIS NO SEBRAE:

Fonte: PEGN – G1 e SEBRAE -SP / Foto: Divulgação.
Postado por: Dicas de Negócios PME e PortalG2 – http://www.portalg2.com.br

Tags: Food Truck, venda em caminhão, venda de comida
porDenis Pereira

Mudanças no acesso ao Carnê do MEI

Carne do micro empreendedor individual – Novas regras:

Carne do micro empreendedor individual - Novas regras:1. O Carnê da Cidadania será enviado para endereço do MEI em 2016?
Não. O Carnê da Cidadania não será emitido pelo Governo Federal (Secretaria da Micro e Pequena Empresa – SMPE) e enviado através dos correios neste ano de 2016.

2. O microempreendedor individual tem que pagar algum boleto de cobrança que chega pelos Correios?

Não. O MEI não é obrigado a se filiar a nenhuma instituição ou pagar boletos enviados pelos Correios por instituições, associações e/ou sindicatos. Sendo assim, caso receba este tipo de cobrança, não efetue o pagamento, uma vez que é indevida. O único pagamento que o MEI deve fazer é o do DAS, emitido exclusivamente pelo Portal do Empreendedor desde 2016.

3. O que é o DAS?

São boletos de pagamento emitidos pelo governo (Secretaria da Micro e Pequena Empresa/SMPE), para que o MEI possa pagar as suas contribuições mensais inerentes à formalização. O MEI pode fazer o pagamento via Portal do Empreendedor e imprimir o boleto para pagamento em bancos ou casas lotéricas até o dia 20 de cada mês.

4. Quais impostos devem ser pagos pelo microempreendedor individual (MEI)? Qual é o valor da contribuição mensal?

Com o registro, o MEI passa a ter a obrigação de contribuir para o INSS/Previdência Social, sendo de 5% sobre o valor do Salário Mínimo, mais R$ 1,00 de ICMS para o estado (atividades de indústria, comércio e transportes de cargas intermuncipal e interestadual) e/ou R$ 5,00 ISS para o município (atividades de Prestação de Serviços e Transportes Municipal).
O valor do Salário Mínimo é de R$ 880,00 (Oitocentos e oitenta reais), por mês, conforme Decreto nº 8.618, de 30/12/2015.
O vencimento dos impostos (DAS) é até o dia 20 de cada mês, passando para o dia útil seguinte caso incida em final de semana ou feriado. Assim, o valor da contribuição mensal para cada atividade do MEI é:
A vantagem para o MEI é o direito aos benefícios previdenciários, tais como aposentadoria por idade, licença maternidade, auxílio-doença, entre outros, após obedecidos os prazos de carência. A contribuição ao INSS é reajustada sempre que houver o aumento do salário mínimo.

5. Como o MEI deve fazer para recolher as suas contribuições mensais (Carnê do MEI – DAS) e fazer seus pagamentos?

O pagamento poderá ser feito das seguintes formas:
     • No Portal do Empreendedor, na aba Carnê MEI – DAS, imprima o Carnê do MEI – DAS, para recolhimento das suas contribuições. Para impressão, informe apenas o número do CNPJ. O MEI tem a opção de imprimir todos os DAS mensais (de janeiro a dezembro) para realizar os recolhimentos durante o ano. O MEI pode efetuar o pagamento em qualquer agência da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bancos Estaduais, Casas Lotéricas e/ou Bancos Conveniados.
     • Baixe gratuitamente o aplicativo Qipu e obtenha o DAS através do smartphone.
     • Ou, se preferir, procure o Sebrae mais próximo. Lá, você imprime os boletos e aproveita para pegar dicas importantes para vender mais, fazer bons negócios e ir longe.

6. Para o MEI que não pagou o Carnê do MEI – DAS no vencimento, é possível utilizar a guia vencida para pagamento em atraso?

Não. O MEI deve imprimir uma nova guia para recolhimento em atraso:
     • Acessando o Portal do Empreendedor, na aba Carnê MEI – DAS.
     • Baixando gratuitamente o aplicativo Qipu, para obter o DAS atualizado através do smartphone.
     • Ou, se preferir, procurando o Sebrae mais próximo. Lá, é possível imprimir os boletos atualizados e aproveitar para pegar dicas importantes para vender mais, fazer bons negócios e ir longe.
Os boletos de pagamentos (Carnê MEI – DAS) serão gerados com multas e juros, para recolhimento até último dia útil do mês, conforme data impressa no DAS. Não é necessário procurar nenhuma instituição/órgão. O pagamento é realizado nos bancos conveniados, casas lotéricas e/ou agências dos correios (Banco Postal).

7. Se o MEI durante o ano alterar, incluir ou excluir atividades do registro, o valor do DAS será alterado?

Quando o MEI, altera, incluiu ou excluiu atividades durante o ano, o valor do DAS (boletos) não sofre alteração até o encerramento do ano, em dezembro.
Assim, o MEI deve continuar a recolher os boletos mensais no portal, com o mesmo valor. Para o próximo ano, as guias de recolhimento têm seus valores alterados.

8. O MEI que está sem movimento (inativo) deve fazer o que para não gerar novos débitos?

O MEI deverá, preferencialmente, quitar os débitos pendentes. Para isso, deve acessar o Portal do Empreendedor, na aba Carnê MEI – DAS. Depois, ele pode solicitar o encerramento (baixa) do registro como MEI também no Portal do Empreendedor, na aba Baixa, gratuitamente.

9. Se as informações impressas no boleto estiverem incorretas (Nome, razão social, CPF, valores, datas), o que fazer?

O MEI que tiver dados incorretos impressos no boleto deve adotar os seguintes procedimentos:
     • Consultar os dados de seu cadastro, no Portal do Empreendedor, na abaEmissão do Certificado do MEI – CCMEI, para verificar se estão corretos. Caso os dados estejam incorretos, fazer uma alteração através do próprio Portal do empreendedor, na aba Alteração de Dados Cadastrais para correção.
     • Caso os seus dados cadastrais estejam corretos, comunicar a Ouvidoria da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, através do Portal do Empreendedor, na aba Onde obter ajuda> registre sua manifestação > ouvidoria, para registro dos dados incorretos constantes no boleto.
     • Desconsiderar o boleto com os dados incorretos e imprimir novas guias para pagamento acessando o Portal do Empreendedor – PGMEI, na abaEmissão de carnê de Pagamento – DAS.

10. Se o MEI estiver inadimplente, como deve proceder para quitar os boletos vencidos?

Para quitá-los o MEI deverá imprimir outro boleto para recolhimento em atraso, acessando o Portal do Empreendedor, na aba Emissão de carnê de Pagamento – DAS.
Os boletos de pagamentos serão gerados e impressos, acrescidos com multas e juros para recolhimento até último dia útil do mês. Não é necessário procurar nenhuma instituição.

11. O MEI que efetuou o pagamento de seu DAS em duplicidade, como proceder?

Tendo em vista que no DAS pode conter até três tributos distintos:
     • Contribuição Previdenciária (competência federal),
     • ICMS (competência estadual) e
     • ISS (competência municipal).
O MEI poderá solicitar a restituição do DAS pago indevidamente, até 5 anos após a data do seu recolhimento, diretamente ao respectivo órgão público federado, conforme citamos acima e observada a respectiva competência tributária.
Exemplo: MEI com atividade de comércio e serviços recolhe um DAS indevidamente. Nesse caso, deverá solicitar a restituição da Contribuição Previdenciária na unidade da Receita Federal do Brasil; do valor de ICMS perante a Secretaria de Fazenda Estadual; e com relação ao ISS na Administração Tributária Municipal.
Como os procedimentos e documentos a serem apresentados podem variar, o MEI deve procurar maiores informações diretamente nos respectivos órgãos.
Fonte: SEBRAE – SP / Foto: Divulgação.
Postado por: Dicas de NegóciosPME.
porDenis Pereira

8 DICAS DE FINANÇAS PARA EMPREENDEDORES

Controle é a palavra de ordem para os empreendedores lidarem com as finanças dos seus negócios

8 dicas de finanças para empreendedores
Empreendedor deve manter finanças na ponta do lápis (Foto:Reprodução/FlickrSeniorLivingOrg)
Em um momento de crise, cuidar das finanças deve ser prioridade para o empreendedor. Mas essa não é uma missão simples. É necessário controle de custos, planejamento detalhado e acompanhamento frequente para que a empresa não corra riscos desnecessários em um ano difícil.
Segundo Paulo Sérgio Cereda, consultor de Sebrae e palestrante da Feira do Empreendedor SP, muitos empreendedores ainda procuram a instituição para entender como funcionam as finanças dos negócios. “Eles não sabem onde estão os seus investimentos, como foram parar no vermelho ou se estão realmente lucrando”, afirma.
Para todos esses questionamentos, Cereda diz que existe uma única resposta: controle. “Uma boa gestão só existe se o empreendedor possuir números e dados para analisar.” Por isso, os empresários devem se manter organizados com todo dinheiro que entra e sai.
Com o objetivo de facilitar a vida do empreendedor, o consultor do Sebrae reuniu uma série de dicas e recomendações sobre finanças. Confira abaixo:

1. Um bom fluxo de caixa:
Considerada a ferramenta mais importante para o setor de finanças de um empreendimento, um fluxo de caixa bem organizado pode fazer toda a diferença para o seu negócio. Existem programas que oferecem este serviço, mas com uma planilha de Excel dividida em colunas de pagamentos e recebimentos o empreendedor já ganha mais controle da empresa.
O ideal é que se realize uma planilha com os dados de um ano inteiro – para prever os meses mais apertados. Caso não consiga, uma atualização a cada 60 dias já pode ajudar. “Tudo que entra e sai de dinheiro da sua empresa deve constar no seu fluxo de caixa. Dessa forma, você vai saber se possui saldo positivo e até mesmo identificar sazonalidades”, diz Cerda.
2. Controle de estoque:
Além do fluxo de caixa, recomenda-se que o empreendedor mantenha o controle de estoque muito bem organizado. Um exemplo: produtos no estoque há muito tempo representam dinheiro parado. “Se não tiver tudo registrado, o empreendedor nunca vai saber quanto custou sua matéria-prima.”
Além disso, caso a empresa queira realizar uma promoção, o ideal é que seja feita com produtos que estão no estoque há mais tempo. “Em um ano difícil, é fundamental ter isso na ponta do lápis”, afirma Cereda.
3. Contas a pagar:
É interessante ter registrado dentro do fluxo de caixa um bom controle de contas a pagar e receber, detalhando fornecedores e registrando valores antigos. Assim, o dono do negócio poderá criar uma “memória de preço”, controlando de maneira muito mais eficaz os valores cobrados dentro do seu negócio.
4. Corte gastos:
“O custos dentro de um negócio são iguais a cabelo e unha: precisa aparar sempre”, afirma Cereda. Por isso, o empreendedor deve saber diferenciar aquilo que é custo do que é desperdício. Por exemplo: energia elétrica para o funcionamento do negócio é um custo necessário; mas esquecer de apagar a luz do banheiro é desperdício. Em anos difíceis, é preciso acabar com todos os desperdícios.
5.    Burocracia:
No Brasil, a tributação está completamente ligada às finanças de uma empresa. Por isso, o empreendedor deve manter registrado todos os impostos cobrados e pagos na sua cadeia produtiva. “Esse é um cuidado essencial para não pagar multas ou perder mercadorias.”
6.    Separe a vida pessoal da profissional:
Uma dica básica para quem está começando é não misturar as finanças pessoais com as do negócio. “Ou vai quebrar”, diz Cereda. O lucro é da empresa – e investimento para o seu crescimento. O que o empreendedor pode fazer é definir um salário, de preferência que não “sangue a empresa”. “Pode ser que o negócio jamais renda mensalmente ao empreendedor o que ele imaginava. Ele deve pensar nisso antes de abrir.”
7.    Cuidado com os empréstimos:
Para os empreendedores que pretendem abrir um negócio utilizando um empréstimo como investimento inicial, vale o aviso: é um risco, pois aumenta a pressão e diminui a lucratividade.
8.    Pesquise antes de investir nas franquias:
Por seu baixo custo, as microfranquias podem parecer boas opções para quem sempre quis empreender. Mas, assim como qualquer investimento, o empreendedor deve pensar e pesquisar bem antes de realizá-lo. “É uma saída boa desde que o franqueador dê um bom suporte e o empreendedor tenha alguma afinidade com o tipo de negócio realizado pela empresa”, afirma Cereda.
Fonte: SEBRAE e G1 / Foto: Divulgação SEBRAE.
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porDenis Pereira

COMO MELHORAR SEU NEGÓCIO

Melhore o negócio para crescer e permanecer no mercado:

DICAS DE SEBRAE
Acesse os documentos através dos links no resumo de cada texto.
Implementar melhorias no negócio é fundamental para a sua sobrevivência no mercado. As demandas mudam constantemente e cabe ao empresário adequar a gestão da empreitada e seus produtos e serviços às exigências dos clientes.
No site Quero Melhorar a Minha Empresa, você encontrará orientações e ferramentas sobre como inovar no negócio, aperfeiçoar a gestão administrativa e financeira, expandir o empreendimento e tornar a empresa mais competitiva.
Navegue e confira! Seja um empreendedor bem-sucedido
Para ter um negócio de sucesso, o empreendedor deve ter espírito criativo e pesquisador. É preciso buscar novos caminhos e soluções a fim de atender às necessidades da clientela e do mercado.
O empresário também deve estar de olho nas oportunidades de negócio e se preocupar com a implementação de melhorias em produtos e serviços.
Acesse outros conteúdos do menu Empreendedorismo. Quais os benefícios de se associar a outros negócios?
O associativismo viabiliza maior participação e estreita os laços entre a sociedade organizada e o poder público. Ele deve ser incentivado pela prefeitura, que pode fornecer assistência técnica, administrativa e tecnológica.
Há vários tipos de organizações associativas, como redes de empresas, cooperativas, associações e grupos formalmente ou informalmente.
Acesse outros conteúdos do menu Associativismo. Defina um preço de venda competitivo
A definição do preço de venda deve levar em conta fatores financeiros e mercadológicos. O empreendedor deve dimensionar corretamente os custos envolvidos na operação e entender as peculiaridades do seu segmento.
Também é importante analisar a concorrência e identificar as expectativas do consumidor. Saiba quais são os fatores que devem ser considerados na composição de preços de venda.
Acesse outros conteúdos do menu Formação de Preço. Capacite a equipe de vendas para atender ao cliente;
Atender bem é um grande desafio para as empresas nos mercados atuais. O atendimento pode ser o diferencial para as organizações fidelizar sua clientela. Para fazer um bom atendimento, empresa deve estabelecer uma política permanente de capacitação da equipe.
Acesse o manual Influência da capacitação da equipe de vendas no atendimento ao cliente e saiba mais sobre o treinamento dos vendedores. Acesse a outros conteúdos do menu Cliente e Sociedade. Inovar para crescer;
Fonte: SEBRAE  / Foto: Divulgação SEBRAE.
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porDenis Pereira

NOVO ICMS GERA FECHAMENTO DE UMA EMPRESA POR MINUTO

Sebrae e entidades vão entrar no STF para pedir medida de suspensão das novas regras de cobrança do imposto:

NOVO ICMS GERA FECHAMENTO DE UMA POR MINUTO
Reunião na Confaz: regras prejudicam pequenas empresas (Foto: ASN/Charles Damasceno)
Brasília – A medida adotada pelo Confaz, que alterou as regras de recolhimento do ICMS nas operações de vendas interestaduais, está gerando o fechamento de uma empresa por minuto no Brasil.
A informação foi dada por representantes de entidades ligadas ao comércio e às micro e pequenas empresas, na reunião de hoje com técnicos do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), no Ministério da Fazenda. O encontro teve como objetivo pedir a suspensão imediata das exigências para as MPEs, que estão valendo desde o início do ano.
Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, as micro e pequenas empresas não podem esperar a próxima reunião do Confaz para que a medida seja revogada.
“Vamos entrar, o mais rápido possível, com uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja cumprido o tratamento diferenciado que deve ser concedido às micro e pequenas empresas, como previsto na Constituição. Deixamos claro na reunião que não podemos ficar esperando. Os pequenos negócios têm que estar fora. É muito pouco de arrecadação para o estrago que vai se fazer com o fechamento de empresas”.
Desde o início do ano, o contribuinte passou a ser responsável pelo cálculo da diferença entre as alíquotas cobradas no estado de origem e na unidade de destino do produto.
A medida também obriga o empresário a se cadastrar no fisco do estado para o qual está vendendo, ou seja, o empresário terá que se registrar em até 27 secretarias de fazenda diferentes, além de gerar 4 guias a mais para cada nota fiscal emitida. A decisão afeta diretamente todas as empresas incluídas no Simples Nacional que fazem operações interestaduais.
Fonte: SEBRAE e G1 / Foto: ASN/Charles Damasceno
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Tags: Novo ICMS, Nova Lei de ICMS, Feichament de Empresas
porDenis Pereira

5 DICAS PARA SER UM MEI DE SUCESSO! SAIBA MAIS…

O microempreendedor individual deve tomar uma série de cuidados para fazer da sua empresa uma história de sucesso:

As dicas essenciais para ser um MEI de sucesso
Renan Aurora Araújo, fundador da Vonin: de MEI a R$ 1 milhão (Foto: Reprodução/Sebrae)
No Brasil, existem cerca de 5,6 milhões de empresários cadastrados como microempreendedores individuais (MEI). Muitos deles tocam os seus negócios sozinhos e de casa, trabalho que só traz bons resultados se realizado com disciplina e planejamento.
Este foi o caso dos empreendedores por trás do Grupo Vonin, que começou há dois anos como MEI e faturou R$ 1 milhão em 2015. A empresa produz e vende máquinas para a indústria alimentícia.
SAIBA MAIS
Faça sua inscrição grátis para a Feira do Empreendedor SP
5 dicas para sua empresa fazer marketing sem gastar muito
A primeira iniciativa empreendedora dos jovens amigos Renan Aurora Araújo, 25 anos, e Felipe Andrade, 27, foi vender perfumes importados no Brasil. Mas o projeto não virou. “Marinheiro de primeira viagem não costuma dar certo”, diz Araújo.
Depois dessa experiência “ruim”, os dois voltaram ao mercado de trabalho. Foi ai que outra ideia de negócio surgiu: Andrade prestava serviços para uma empresa de máquinas para grandes players da indústria alimentícia e notou que os pequenos e médios empresários do ramo não eram atendidos.
O amigo Anderson Carvalho, 29, também entrou na sociedade. Andrade e Carvalho cuidavam dos processos de montagem e Araújo tocava o site e o setor comercial da Vonin, empresa que ganhou esse nome em razão da combinação das palavras “vontade” e “inteligência”. “Era tudo que nós tínhamos naquele momento”, diz Araújo. 
Os empreendedores dividiam as atividades entre o quarto de Andrade e a laje da casa de Carvalho durante um ano e oito meses. Para manter a disciplina, os três seguiam uma rotina de trabalho normal, das 8 às 18 horas. “A gente não queria brincar de ser empresário, mas, sim, fazer a coisa acontecer”, diz.
Um fator que ajudou o negócio foi a participação como expositor da Vonin na Feira do Empreendedor SP 2015. Lá tiveram a oportunidade de fechar negócios com novos clientes. Depois disso, a empresa alcançou uma média de venda de cinco a dez máquinas por mês, com valores entre R$ 6 mil e R$ 100 mil. 
No portfólio de produtos estão dosadoras, tanques de derretimento, cobrideiras, túneis de resfriamento e uma dosadora de trufas – que será lançada durante a Feira do Empreendedor SP 2016, onde novamente estarão como expositores. 
Hoje, a empresa está faturando R$ 1 milhão, valor quatro vezes maior do que um ano atrás. Desta vez, em uma sede própria e adequada dentro de um condomínio de empresas.
Olhar do especialista
Mas nem sempre as histórias dos microempreendedores individuais (MEI) são casos de sucesso como o da Vonin. Segundo Filipe Rubim, consultor do Sebrae-SP, muitos empreendedores se perdem na falta de planejamento pessoal e na desorganização em relação às taxas tributárias que envolvem a rotina do pequeno empresário.
Para isso não acontecer, o potencial empreendedor que deseja se tornar um MEI deve tomar cuidados como consultar a legislação da sua cidade e buscar referências de sucesso. 
A formalização, feita pelo Portal do Empreendedor, exige RG, CPF e número do último recibo da declaração de imposto de renda (ou título de eleitor, caso não tenha declarado). Depois disso, o empreendedor acessa um campo para preencher os dados da sua empresa e no documento gerado já constará o número do seu CNPJ. 
Durante a Feira do Empreendedor SP 2016, o estande do Sebrae vai auxiliar os novos empresários neste processo.  Além da burocracia, Rubim lista uma série de dicas e cuidados para quem sonha em ter um negócio de sucesso. Confira abaixo: 
1. Tributação:
A partir do momento que se torna um MEI, o empreendedor deve pagar um valor mensal de tributos: o Documento de Arrecadação Simplificada (DAS) corresponde ao valor fixo mensal de R$ 45 (Comércio ou Indústria), R$ 49 (prestação de Serviços) ou R$ 50 (Comércio e Serviços). “Caso ele não cumpra, sua empresa está sujeita a sanções, multas e juros.”
2. Legislação:
Depois de formalizado, o empreendedor deve buscar a legislação do seu município para saber se pode trabalhar com o que deseja dentro de casa naquela região. “Isso pode ser um fator de impedimento para a criação do seu negócio. É vital que as pessoas busquem esse tipo de informação”, diz.
3. Conscientização:
“A primeira coisa que o empreendedor precisa tomar consciência é de que ele não é mais um trabalhador comum, mas, sim, um empresário”, afirma Rubim. Por isso, ele deve traçar um bom plano de negócios e buscar as características de empreendedores de sucesso, como espírito de liderança, motivação, planejamento e metas.
4. Riscos calculados:
Para Filipe Rubim, o empreendedor bem sucedido corre riscos, mas não de maneira aleatória. Em um ano de crise, investir de maneira correta e focada pode ser um diferencial para o negócio. “Tem que ser planejado. O risco calculado é um dos fatores mais importantes para os negócios que querem crescer.”
5. Saber a hora de mudar:
Quando a empresa começar a tomar maiores proporções, pode ser a hora de pensar em crescer e se formalizar como microempresa. Para isso, é indicado que o controle das finanças esteja altamente apurado, porque uma mudança como essa implicaria em novas e maiores tributações. “O faturamento aumenta e as obrigações também. É um movimento que deve ser planejado minuciosamente”, diz.
Não perca tempo e faça já sua inscrição para a Feira do Empreendedor SP.
Fonte: PEGN e Agência Sebrae de Notícias / Fotos: Divulgação.

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porDenis Pereira

8 CANAIS DO YOUTUBE EM QUE TODO EMPREENDEDOR DEVERIA SE INSCREVER.

Se vídeo é seu formato escolhido na hora de aprender sobre negócios, confira esses canais do YouTube excelentes para empreendedores!

Da Endeavor Brasil
YouTube excelentes para empreendedores
(Foto: Divulgação)Canais no YouTube podem ajudar empreendedores (Foto: Divulgação)


Quem nunca quis montar, cozinhar ou solucionar algo e foi logo buscar um tutorial no YouTube? A plataforma está crescendo muito, especialmente com as oportunidades de dinamizar e acelerar o aprendizado, e nada mais justo que o empreendedor também se aproveitar dessa tendência. Para expor sua marca online? Talvez. Mas antes disso, para se capacitar com os milhões de vídeos que estão aí de bandeja e impulsionar ainda mais seus negócios!

Por isso, separamos 8 canais do YouTube, brasileiros e estrangeiros, nos quais você precisa se inscrever o quanto antes:

Não poderíamos começar essa lista de outra forma! Sim, somos suspeitos para falar, mas o canal da Endeavor no YouTube tem um arsenal de vídeos incríveis de capacitação e inspiração em moldes diversos – pílulas, mentorias, webséries, palestras… Nas playlists, você encontra a divisão tanto por formato (Day 1, CEO Summit, Sonho Grande, Webinars e outros) quanto por tema. Isso sempre com grandes nomes de referência! Jorge Paulo Lemann, Abílio Diniz e Romero Rodrigues são alguns deles.

Dentro os vídeos mais assistidos, o Day 1 do Robinson Shiba, fundador do China in Box, é invicto. Dá uma olhada nessa história:

 

2. TV Sebrae

O SEBRAE é um destino certo para donos de pequenos negócios se capacitarem. O canal divulga vídeos semanais que vão desde dicas curtas direcionadas a setores específicos (agronegócio, varejo de moda, turismo, e-commerce…) a webséries que tratam da dinâmica das economias locais ou mostram trocas de experiência entre empreendedores com algo em comum – como é o episódio do programa Afinidades abaixo!

 

3. Arata Academy

Seiiti Arata tem muitos anos de praça dando cursos que passam por produtividade e gestão financeira. Há 3, ele passou a compartilhar conversas e mini-aulas também no YouTube, dando dicas de desenvolvimento pessoal, seja você empreendedor ou não.


Quer entender o impacto do Arata Academy? O vídeo abaixo, sobre liberdade financeira, traz desafios sensacionais e tem mais de 1,3 milhão de views!
Já falamos deles lá no artigo sobre podcasts, mas o conteúdo do Man in the Arena também está em vídeo! São quase 100 entrevistas com diversos empreendedores e inovadores que contam suas trajetórias até suas empresas ganharem nome. Entre os últimos destaques, estão líderes de organizações como Uber, School of Life e Catarse.

Dá uma olhada no papo com o Marco Gomes, fundador da boo-box, empresa de publicidade recentemente adquirida pela FTPI Digital.
Chegou a vez dos gringos e nos parece que começar pela Inc é um bom caminho. Em seu canal do YouTube, a revista reúne depoimentos de empreendedores gigantes como Mark Cuban (dono do Dallas Mavericks e investidor no programa “Shark Tank”), Elon Musk (SpaceX e Tesla) e Howard Shultz (Starbucks). Entre várias outros vídeos valiosos, uma série que vale conferir se chama Playbook: “aprenda fazendo – ou escutando daqueles que já fizeram”.

Para dar um gostinho do que rola por lá, aqui vai um hábito norturno de Marcus Lemonis (da série “O Sócio”, citada neste artigo aqui, lembra dele?) que faz seus dias renderem tanto:

 

6. Marie TV

“Crie um negócio e uma vida que você ame”. Com esse slogan, a apresentadora e coach Marie Forleo se propõe a responder questões do público com dicas para otimizar sua energia e fazer dos seus sonhos uma realidade lucrativa.

No vídeo abaixo, que tem mais de 400 mil visualizações, ela conversa sobre dominar o jogo do dinheiro, com o grande empreendedor e filantropo Tony Robbins.
Como a Inc, a revista Entrepreneur também aborda de tudo, do prático ao motivador. Os temas de capacitação são divididos entre playlists geralmente entituladas “How to:” (“Como fazer:”) e complementadas pelo assunto, que pode variar de finanças a redes sociais. A inspiração fica por conta de líderes globais e jovens visionários.

O vídeo mais assistido do canal é esse aqui, com o empreendedor e investidor Daymond John (também famoso pelo programa “Shark Tank”), sobre os maiores erros que ele já cometeu:
Se você está à frente de uma startup e nunca viu um curso da Kauffman FoundersSchool, a gente recomenda clicar logo. Todo o universo das metodologias lean, growth hacking e desenvolvimento ágil você escuta de gente que entende bem do assunto para poder transformar suas ideias em algo realmente grande.

Por exemplo: quer entender como fazer seu MVP direito? O empreendedor e professor Steve Blank, idealizador do customer development, explica nesse, que é o vídeo mais assistido do canal:


E você, tem suas próprias dicas de bons canais do YouTube para outros empreendedores acompanharem? Deixe nos comentários!

Fonte: Endeavor Foto e Videos: Divulgação.

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DICA QUENTE:
Gostaria de ter um canal, ser um Youtuber? Então coloquei o curso abaixo:

MAIS DICAS:
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