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porDenis Pereira

Correios – Entra em vigor obrigatoriedade de nota fiscal em encomendas

Medida vale para postagens de varejo nos Correios e nota deve ser afixada do lado externo; para produtos que não estão sujeitos a tributação, o remetente deverá preencher uma declaração de conteúdo.

nota fiscal em encomendas

nota fiscal em encomendas

Encomendas enviadas pelos Correios com produtos devem trazer a partir de agora a nota fiscal afixada do lado de fora (Foto: Divulgação/Correios)

Começou nesta segunda-feira (2) a exigência de apresentar nota fiscal nas encomendas sujeitas a tributação enviadas pelos Correios. Nenhuma encomenda será aceita nas agências sem que o documento esteja devidamente afixado externamente à embalagem.

Para produtos que não estão sujeitos a tributação, o remetente deverá preencher uma declaração de conteúdo, que também deverá ser fixada na parte externa da encomenda.

Segundo os Correios, a medida é para atender às exigências dos órgãos de fiscalização tributária em relação às legislações para a circulação de mercadorias no país, que determinam que o transporte de qualquer mercadoria sujeita a tributação deve ocorrer com a nota fiscal.

As empresas de e-commerce já adotam essa prática e não apenas com os Correios, pois todos os transportadores brasileiros são obrigados pela legislação a transportar apenas mercadorias que estejam acompanhadas de nota fiscal ou declaração de conteúdo.

A mudança é para as postagens de varejo nos Correios, nas quais, por orientação dos órgãos de fiscalização, os Correios também irão exigir que esteja afixada a nota fiscal, quando for o caso, ou a declaração de conteúdo, quando se tratar de remetente não contribuinte de ICMS.

MEIs

Os microempreendedores individuais (MEIs) devem seguir as novas regras. Todas as mercadorias enviadas através dos Correios e/ou transportadora para outros estados devem ser acompanhadas obrigatoriamente da nota fiscal, seja a venda para pessoas físicas ou jurídicas. As mercadorias enviadas sem a nota poderão ser apreendidas pela fiscalização tributária federal e/ou estadual.

Em caso de optar pela declaração de conteúdo, que é o transporte de bens entre não contribuintes de ICMS, o remetente declara, “sob as penas da lei, que o conteúdo da encomenda não constitui objeto de mercância”.

Pessoas físicas que vendem pela internet também devem mandar a mercadoria com nota fiscal ou declaração de conteúdo. Isso vale também para vendas de produtos usados.

Não vale para compras internacionais

A regra, segundo os Correios, é específica para a circulação de mercadorias em território nacional. As importações estão sob legislações específicas.

Nota fiscal x declaração de conteúdo

Segundo os Correios, a avaliação quanto à apresentação de nota fiscal ou declaração de conteúdo cabe exclusivamente ao remetente, em cumprimento às legislações tributárias. A declaração de conteúdo é exclusiva do “transporte de bens entre não contribuintes, em substituição à nota”.

Ao assinar a declaração de conteúdo, o remetente declara, “sob as penas da lei, que o conteúdo da encomenda não constitui objeto de mercância”.

A declaração de conteúdo não será preenchida pelo atendente da agência – ela é de responsabilidade exclusiva do remetente.

A nota fiscal ou a declaração de conteúdo devem ser afixadas na parte externa da embalagem da encomenda. Os Correios recomendam a utilização de envelope plástico transparente para o acondicionamento do documento.

No documento fiscal ou na declaração de conteúdo deve constar o valor do produto, mas ele não precisa ficar visível durante o transporte.

O remetente não pode deixar a nota fiscal dentro da encomenda e mencionar isso na parte externa da embalagem. O documento deve ser afixado externamente à embalagem, exceto para casos que tenham autorização expressa da Sefaz.

Se o pedido for enviado de forma fracionada, em várias caixas, as notas fiscais deverão ser emitidas individualmente e acompanhar cada volume.

Fonte: PEGN-G1

Por: Dicas de Negócios PME e portalg.com.br

porDenis Pereira

PRECISA DE DINHEIRO? O BANCO DO POVO EMPRESTA C/ JUROS DE 0,36% MÊS.

Banco está presente em 538 municípios do estado de São Paulo.
Recurso pode ser para investimento fixo, capital de giro ou misto.

Um dos sonhos de todo empreendedor é ter crédito barato, com taxas de juros abaixo da inflação. O Banco do Povo oferece microcrédito produtivo a juros baixos, de 0,35% ao mês.
O banco está presente em 538 municípios do estado de São Paulo. Existem outras instituições parecidas em estados do Nordeste, além do Tocantins, Minas Gerais e Amazonas.
O público-alvo é dividido entre os informais, pessoa física, e pessoa jurídica. São empréstimos de R$ 200 a R$ 20 mil. As exigências são simples e o dinheiro sai rápido. O recurso pode ser para investimento fixo, capital de giro ou misto.
Noemi de Carvalho Carmo mora em São Mateus, Zona Leste de São Paulo. Ela é professora e queria mudar de vida. Com R$ 30 mil de recursos próprios, Noemi alugou e reformou uma pequena loja e comprou expositores, mas faltou dinheiro e algumas prateleiras ficaram vazias.  A empresária então pegou R$ 7,5 emprestados no Banco do Povo Paulista. Um sobrinho serviu como avalista. Com o dinheiro, a empresária comprou mais de 1 mil produtos. Com mais opções de itens, vendeu mais. Em dois meses, o faturamento dobrou. No último mês, foi de R$ 6,5 mil.

CONTATOS:

BANCO DO POVO PAULISTA
Rua Boa Vista, 170 – 2º andar, Centro
São Paulo/SP – CEP: 01014-000
Telefone: (11) 3241-2300
Site: www.bancodopovo.sp.gov.br

INOVA FAST
Rua Conde de Ericeira, 07 – Jd Santo André
São Paulo/SP – CEP:
Telefone: (11) 2753-3894
Email: inovafast@hotmail.com

Fonte: PEGN-G1 / Foto: Divulgação.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br


porDenis Pereira

EMPRESÁRIA MONTA LOJA ONLINE NA GARAGEM – E HOJE FATURA 100 MIL MÊS.

Empresária cria loja de bebê online e alcança grandes sites de vendas:

O Quadro ‘Você no Pegn’ conta a história de sucesso da Fabiana Rubi, que com 18 anos iniciou um negócio de loja online na garagem da sua mãe, na época ela comprava poucas peças, tirava fotos e colocava no site e não tinha nenhum estoque. Mas com a ajuda do seu namorado que pediu as contas do seu trabalho investindo na loja, em pouco tempo depois, a garagem da mãe de Fabiana, na Vila Ema, Zona Leste de São Paulo, ficou pequena para a empresa. 
Com improviso e ajuda do namorado Rafael que hoje é seu marido, a empresaria saiu da garagem da mãe e montou uma loja física aumentando em 30% as vendas, mais a loja online continua o carro chefe de vendas com uma media de 100 pedidos ao dia e um ganho de 100.000,00 ao mês.
Este ano a marca criada pela empresária virou Market Place, ou seja, todos os produtos estão disponibilizados também nos sites de grandes redes de varejo. 
A paulistana Fabiana Rubi contou sua história de sucesso. Montando seu próprio negócio, a empresária criou um e-commerce de produtos para bebê, com pouco dinheiro e uma estrutura mínima.
Que a história da Fabiana sirva de inspiração para Você montar sua própria loja online ou física.

CONTATOS:
PIRUETA BABY
Av. Álvaro Ramos, 2472 – Mooca
São Paulo/SP – CEP: 03330-000
Telefone: (11) 4508-0309
Site: www.piruetababy.com.br
Email: contato@piruetababy.com.br

Fonte: PEGN -G1 e Dicas de Negócios PME / Fotos: G2 Captura.
Postado por Dicas de Negócios PME.

porDenis Pereira

COMÉRCIO DE BAIRRO: A CRIATIVIDADE PODE AUMENTAR AS VENDAS, VEJA…

As parcerias fazem com que o dono de uma pequena empresa e o consumidor ganhem mais

Por Camila Lam
A criatividade pode aumentar as vendas
Comércio de bairro: a criatividade pode aumentar as vendas (Foto: Sebrae/Reprodução)
É possível fazer parcerias com outros empreendedores do bairro com pouco investimento. O momento ideal para tirar as ideias do papel e inovar é agora.  “Todos perdem se os consumidores somem”, diz Alexandre Comin, gerente da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae.
Por isso, não hesite em conversar com os empreendedores da sua região. Uma simples troca de ideias pode render boas oportunidades de negócios para todos.
Assim, quem empreende ganha e o consumidor também. Com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância de escolher micro e pequenas empresas na hora de consumir, o Sebrae lançou o Movimento Compre do Pequeno Negócio, que foi comemorado no dia 5 de outubro.
Com a ajuda de Comin, listamos outras vantagens ao buscar parcerias no bairro:

1. Crie uma fidelização cruzada:

As parcerias entre empresas precisam ser bem estruturadas para que ninguém saia no prejuízo. Para Comin, os negócios de bairro podem aproveitar a proximidade para que todos faturem mais.
Uma loja de roupas femininas, por exemplo, pode virar parceira da lanchonete da região. Dessa maneira, a pessoa que estiver acompanhando uma cliente e não deseja comprar pode aproveitar para tomar um café como cortesia da casa. Além de deixar o consumidor mais à vontade, a ação estimula que as pessoas conheçam outros negócios.

2. Cortesias ajudam na indicação:

Dentro de um bairro, as indicações ganham ainda mais força. Se um vizinho recomenda um restaurante ou uma academia, muitas pessoas vão sem questionar.
Vouchers com desconto, aulas experimentais e brindes para quem indicar um amigo são maneiras dos empreendedores ganharem com as parcerias.

3. A criatividade pode aumentar as vendas:

Para aproveitar as datas comemorativas, os empreendedores podem criar estratégias de marketing para todas as empresas do bairro. Uma feira com barraquinhas ou uma degustação na frente de um restaurante da região, por exemplo, podem ajudar nas vendas e fortalecer as empresas parceiras.
Fonte: PEGN – G1 Foto: SEBRAE
Portado por Dicas de Negocios PME.
porDenis Pereira

7 MANEIRAS DE CHAMAR A ATENÇÃO DE SEUS CLIENTES.

Confira dicas para expor seus produtos da maneira adequada e atrair clientes para sua loja

Adriana Auriemo, diretora da Nutty Bavarian no Brasil (Foto: Divulgação)

Segundo a empresa Nutty Bavarian, 9 em cada 10 clientes relatam que, ao pensar na marca, a primeira coisa que têm em mente é o aroma de suas castanhas, facilmente notado por quem passa pelos quiosques da rede. A assinatura olfativa da empresa foi a estratégia utilizada para se diferenciar em meio à infinidade de elementos que impactam alguém que caminha pelos corredores de um shopping center.

Essa marca registrada nasceu de um processo rotineiro na preparação do produto. “Não é uma coisa que a gente usou no começo como marketing. É um cheiro natural do processo em que torramos as castanhas com nossa fórmula à base de canela. Hoje em dia, com as pessoas olhando sem parar para as telas dos celulares, encontramos no aroma uma maneira de atrair os clientes”, afirma Adriana Auriemo, diretora da Nutty Bavarian, empresa que chegou ao Brasil há 20 anos e deve faturar R$ 51 milhões em 2015.

Práticas como essa estão ganhando cada vez mais espaço no mercado, segundo o consultor do Sebrae São Paulo Gustavo Carrer. “O marketing sensorial está sendo muito explorado no varejo em diversos segmentos. As empresas identificaram que quando você trabalha com mais de um sentido a chance de se destacar é muito maior”, afirma.

Especialista no assunto, Carrer dá dicas sobre como fisgar os clientes utilizando técnicas tradicionais de vitrinismo, além das novas tendências de marketing sensorial. Confira:

1. Na vitrine, menos é mais:
A seleção dos produtos expostos em uma vitrine é o primeiro cuidado a ser tomado. “Quando você coloca muitas opções de produtos, o cliente pode ter dificuldade de fazer uma leitura rápida”, afirma o consultor.

2. Misture produtos de diferentes preços:
Em uma época de crise, o recomendado é exibir um mix de produtos que deve ir desde lançamentos até peças com valores mais acessíveis. “Além de romper a barreira natural de o cliente ter que entrar na loja para conhecer todo o cardápio de produtos, a iniciativa pode quebrar a ideia errada que algumas vitrines constroem de que a loja em questão contêm apenas itens de valor elevado”.

3. Ajude o cliente a se ver com o produto:
Uma alternativa para tentar dialogar com o cliente é utilizar elementos na vitrine que o ajudem a visualizar-se consumindo o produto em questão. Com uma cenografia simples, é possível contar uma história em que o cliente seja o personagem principal. “Quando alguém vê a vitrine de uma loja de roupas, por exemplo, ele imagina uma ocasião em que esteja utilizando aquela roupa. Alguns objetos podem ajudar a construir essa projeção”, diz.

Marcas norte-americanas como Hoolister e Aeropostale utilizam como som ambiente uma seleção de músicas feita a partir das preferências de seu público. Fugindo do convencional, Carrer dá outro exemplo de estímulo auditivo a ser utilizado. “Ano passado estava passando por uma calçada na Alemanha e ouvi um canto de pássaros muito agradável. Quando olhei pra cima, percebi os alto falantes que direcionavam o som para a calçada e faziam com que os pedestres parassem bem em frente a uma vitrine. É automático: quem passa pela loja faz uma associação da marca com esse som agradável”.

5.  Aposte nas assinaturas olfativas:
Na mesma linha da Nutty Bavarian, empresas estão seguindo uma tendência que vai além da aromatização do ambiente. Marcas têm desenvolvido perfumes especificamente para suas lojas com a intenção de que, ao sentir aquele aroma, os clientes rapidamente se lembrem da empresa, como um cartão de visitas.

6. Explore o tato e o paladar:
Para empresas do ramo alimentício, a degustação aparece como uma boa alternativa para fisgar os clientes. No segmento de moda e de calçados, é interessante expor o produto de uma maneira que o cliente tenha uma interação tátil, sentindo a textura e o peso dos objetos.

7. Faça o cliente pensar fora da telinha:
Se não pode vencê-los, junte-se a eles. Ao invés de disputar a atenção dos clientes com a tela do celular, faça com que sua empresa esteja lá também. “Através de alguns softwares e soluções tecnológicas, já é possível rastrear a geolocalização de um cliente previamente cadastro em seu sistema. Ao identificar que ele está nas redondezas, entre em contato pela ferramenta de mensagens mais imediata. É a oportunidade, por exemplo, de oferecer um vale-compras ou alguma vantagem do tipo para este cliente”, afirma o consultor.

Fonte: PEGN – G1 / Foto: Divulgação.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br
porDenis Pereira

10 EMPREENDEDORES QUE FAZEM SUCESSO COM SORVETES

Conheça as histórias de empreendedores que decidiram investir no ramo de sorvetes:

Sorvetes fazem sucesso na mão dos empreendedores brasileiros (Foto: Divulgação)
Com a entrada da primavera conhecida pelo desabrochar das flores, a estação marca também o começo das altas temperaturas.
Observando no clima uma oportunidade de negócios, muitos empreendedores decidiram mudar suas vidas para investir e inovar neste mercado tão aquecido. Seja com picolé, paletas, massa na pedra ou gelatto italiano, essas pessoas conseguiram fazer a vida vendendo sorvetes.

Conheça 10 empreendedores que fazem sucesso neste mercado:

1. De ex-motorista de ônibus a magnata do sorvete

Em 1987, Antônio Benedito dos Santos pediu demissão da empresa de ônibus onde era motorista para comprar uma máquina de fazer sorvete e picolés. Ali nascia a Creme Mel, empresa que atualmente produz 33 mil picolés e 15 mil litros de sorvete por hora. Em 2011, Santos faturou R$ 96 milhões.

2. Franquia traz “frigideira gelada” ao Brasil

Márcio Morgado e Laércio Munhoz trouxeram a “frigideira gelada”, uma tecnologia asiática, em 2011. Com ela, os empreendedores da Nat Fruit Ice conseguem fazer sorvetes na hora, dando aos clientes a chance de escolher quais ingredientes querem. A marca já tem 12 unidades e oferece franquias no formato de quiosques.

3. Empreendedor que vendia picolés na rua fatura R$ 5 milhões com sorveteria

Apaixonado por sorvetes desde criança, Émerson Serandin resolveu empreender na área. Assim como a dupla da Nat Fruit Ice, a Ice Creamy também utiliza as pedras de ferro congeladas. Segundo Serandin, a resposta está sendo ótima já que a empresa deve fechar 2015 com um faturamento de R$ 5 milhões.

Sorvete sabor cappuccino na Groeländia Gelados (Foto: Divulgação)

4. Brasileiros abrem loja especializada em sanduíche de sorvete

Três empreendedores abriram a Cookie’n Ice, loja especializada em sanduíches de sorvete, receita americana que combina cookies e sorvete. A empresa chega a vender 1000 cookies com sorvete por fim de semana na cidade de São Paulo.

5. Com sorvetes de frutas do cerrado, marca brasileira vai exportar para os EUA

Araça, brejaúba, buriti e gabiroba são apenas quatro dos 68 sabores diferentes de picolés que Clóvis José de Almeida produz na Frutos do Brasil. Junto com os filhos, o goiano administra a marca que, em 2014, alcançou 37 lojas distribuídas por oito estados brasileiros.

6. Franquia Chiquinho Sorvetes busca expansão em grandes cidades

Fundada em 1980, na cidade de Frutal, em Minas Gerais, a marca Chiquinho Sorvetes investiu em máquinas de sorvetes soft. Depois que atingiu 80 unidades próprias em 2010, decidiu investir em franquias. Atualmente, a marca está com 310 unidades no país.

Ice Creamy faz sorvete na pedra congelada (Foto: Divulgação)

7. Advogada larga tribunais para empreender com sorveteria

Depois de atuar cinco anos como advogada, a carioca Nathália Göpfert decidiu mudar completamente de área para investir na Groeländia Gelados. A jovem passou oito meses desenvolvendo a receita do seu sorvete e em 2015 vai encarar o seu primeiro verão com a loja.

8. Fabricante de sorvete para animais planeja expansão

Disposto a inovar, o empreendedor Paulo Silva viu no mercado de sorvetes um potencial muito peculiar: os pets. Para não prejudicar a saúde dos bichinhos, a Ice Pet produz sorvetes que não contém açúcar nem gordura e tem registro no Ministério da Agricultura.

Sorvete de pistache da Cuordicrema (Foto: Divulgação)

9. Empresa vende picolé de fruta 100% natural via WhatsApp

O designer Rafael Cipolla e o publicitário Thiago Godoy decidiram desenvolver um sorvete sem corantes ou açúcar. Seus produtos, feitos à base de água de coco e frutas, são vendidos exclusivamente via e-mail ou WhatsApp. 

10. Franquia nordestina de paletas investe em expansão no Sudeste

Pablo Rocha, 32, decidiu investir em paletas mexicanas em 2013. A ideia surgiu quando seu amigo voltou do México com algumas receitas de sorvete. Então decidiu abrir a Helado Monterrey, empresa que faturou R$ 30 milhões em 2014.
Agora que você já conheceu a historia destes empreendedores vencedores, que tal fazer a sua história acontecer? Comece um negócio de sorvetes!  A época é muito boa para este tipo de negócio.
Fonte: PEGN – G1 e uma pitada de Dicas de Negócios PME.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br
porDenis Pereira

5 PASSOS PARA TIRAR A SUA EMPRESA DO VERMELHO

Organizar as finanças é essencial para que o negócio possa dar bons resultados

Empreendedor: atenção nos números para evitar problemas financeiros (Foto: Thinkstock)


Um estudo feito pela Serasa Experian mostrou que mais da metade das empresas brasileiras está com inadimplente. O setor com mais problemas é o comércio, com 46,3% das empresas inadimplentes. Em seguida, aparecem serviços e indústria. Apesar das dívidas não serem um problema quando bem planejadas, ficar no vermelho com frequência pode significar graves problemas nas finanças.
Para pequenas e médias empresas, isso pode ser fatal se o empreendedor demorar muito para reagir. “Quando o empreendedor diz que está no vermelho, são dois problemas comuns: ingestão e falta de planejamento financeiro. O primeiro passo é resolver o problema para ter fôlego novamente”, diz João Carlos Natal, consultor do Sebrae/SP.
Assumir que existe um problema é importante para começar a retomar o crescimento. “Infelizmente, eles costumam atribuir os problemas da empresa a fatores externos e, na minha experiência, a maioria dos problemas surge internamente. O empreendedor que sempre deu certo tem dificuldade de enxergar isso”, afirma Paulo Guilherme Lopes Wyss, professor da BSP – Business School São Paulo. Confira abaixo as dicas de Natal e Wyss para tirar seu negócio do vermelho:
1. Organize-se
Muitas vezes, quando o empresário começa a cuidar das finanças, ele já está com dívidas e restrição financeira. Por isso, precisa organizar o que deve para começar um plano de ação. “Normalmente, o empreendedor não sabe quanto deve. Classifique as dívidas do mais para o menos importante e do maior para o menor. Ele precisa montar um planejamento para sair dessa situação”, diz Natal.
Com os valores e nomes dos credores em mãos, é hora de pensar como pagar. “Não adianta se comprometer com os credores e inviabilizar a empresa. Enxergue a viabilidade comercial e depois faça acordos. Não adianta assumir e não cumprir”, afirma o consultor.
2. Negocie dívidas
Marque reuniões com os credores e negocie os pagamentos atrasados. “É fundamental procurar os bancos, deixar clara a situação da empresa e buscar maneira de escalonar as dívidas”, diz Wyss.
3. Faça um fluxo de caixa
Muitas vezes, segundo o consultor do Sebrae/SP, os empreendedores não conhecem as reais necessidades da empresa. “Com esta simulação, ele consegue visualizar a viabilidade de pagamento e quanto sobrara para fazer os acordos”, diz Natal. O fluxo de caixa é uma ferramenta relativamente simples, mas que exige atenção e disponibilidade do empresário para organizar as informações.
4. Crie dinheiro
Neste ponto, os empreendedores podem empacar em um problema: falta de dinheiro para manter o negócio e pagar as dívidas ao mesmo tempo. Por isso, segundo Natal, é preciso “criar dinheiro”. “Ele deve focar na redução de custos, fazer um levantamento de todas as despesas, verificar se elas são necessárias para o funcionamento e qual o foi a evolução das despesas no tempo”, diz. Cortar custos pode melhorar as margens e aumentar os rendimentos.
5. Estude finanças
Se você pensa em abrir o próprio negócio, precisa dominar as finanças. Para o professor da BSP, é essencial conhecer os fundamentos básicos para não ter problemas no futuro. “Dependendo do tamanho da empresa, o empresário tem dificuldades e não gosta de olhar a parte financeira. Mas é fundamental entender bem disso”, afirma.
Fonte: PEGN-G1  / Fotos:Divulgação.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br
porDenis Pereira

UNIVERSITÁRIO ABRE NEGÓCIO COM R$24,00 – PERSONALIZAÇÃO DE CANECAS.

Thiago pediu demissão e começou o negócio com apenas R$ 24,00 no bolso.
abra um negocio com 24 reais

Foto: G2 Captura.
Agora ele pretende abrir uma loja física em Belo Horizonte.

O mineiro Thiago trabalhava em uma empresa de brindes e cursava a faculdade de desenho grafico, mas largou tudo para montar um negócio de canecas personalizadas. “Eu resolvi pedir demissão da empresa e como eu não tinha mais dinheiro para pagar a faculdade, eu tranquei”, conta.
Depois de pagar as contas, sobraram R$ 24,00 em seu bolso. Ele comprou uma caneta e duas canecas de porcelana, fez desenhos e pôs à venda. As primeiras duas canecas ele vendeu para amigos que viram o trabalho nas redes sociais e se interessaram.
como abrir uma empresa com 24,00
Foto: G2 Captura.
“E aí eu fui crescendo, vendia duas, comprava quatro, vendia quatro comprava oito e fui multiplicando isso aí pouco a pouco”, diz.
Thiago começou a desenhar o rosto dos clientes nos produtos. Um dia, recebeu uma encomenda de 100 canecas e viu que não daria tempo de desenhar à mão, comprou a prensa e a impressora e automatizou a produção.
Agora o desenho é feito através de um programa editor de fotografia que você acha na internet, 
É impresso em papel transfer para impressora jato de tinta (Para maior economia, o Ideal é uma impressora com Bulk Ink) da sua marca preferida, 
Depois é colocada na prensa térmica de canecas que custa de 359,00 até 865,00 que você pode achar em vários sites da internet e neste endereço http://lista.mercadolivre.com.br/prensa-caneca; Após o tempo de trabalho da prensa a caneca fica pronta para ser vendida.
OBS.: Você também pode entrar em contato com o Thiago e tentar fazer uma parceria de revenda das canecas dele. Os detalhes do empreendedor estão mais abaixo:
Como abrir um negocio com 24,00
Foto: G2 Captura.
Agora, o empreendedor pretende expandir o negócio com a aplicação em camisas, chinelos, mouses e abrir uma loja física aqui em Belo Horizonte.

CONTATOS:
SEBRAE
Central de relacionamento: 0800-570-0800
Site: www.sebrae.com.br

BARRIL CRIATIVO
Telefone: (31) 9288-6425
Site: www.barrilcriativo.com.br
E-mail: barrilcriativo@gmail.com
Fanpage: www.facebook.com/barrilcriativo

ESCOLA DE FORMAÇÃO GERENCIAL / NÚCLEO DE EMPREENDEDORISMO JUVENIL
Rua Santo Agostinho 1441 – Bairro do Horto
Belo Horizonte/MG – CEP: 31035-480
Site: www.efgsebrae.com.br

Fonte: PEGN-G1 e uma pitada de Dicas de Negócios PME / Fotos: G2 Captura.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br
porDenis Pereira

COMO CRIAR UM PLANO DE NEGÓCIO EM 20 MINUTOS

Essa é uma dica para quem tem medo de passar horas escrevendo páginas para o seu negócio:

CRIAR UM PLANO DE NEGÓCIO EM 20 MINUTOS

(Foto: Shutterstock)

Plano de negócio parece ser aquela coisa do outro mundo. Sem falar que algumas pessoas os acham essenciais, outras preferem partir para o effectuation, teoria que acredita em seguir sua intuição e deixar de lado a pesquisa de mercado e outros planejamentos.

Mas se seu medo é gastar muito tempo escrevendo páginas e páginas de um plano, pode ficar tranquilo. É possível fazê-lo em 20 minutos.

Essa é a proposta do livro “Running Lean: Iterate from plan A to a plan that works” (Administrando de maneira enxuta: Repita um plano A até chegar em um plano que funciona), do autor Ash Maurya. Ele pretende aprofundar a teoria da startup enxuta de Eric Ries, dando conselhos práticos de como construir e testar um plano de negócio.

Maurya enfatiza que o empreendedor não pode perder tempo e precisa criar um modelo que seja testável rapidamente. Ele desenvolveu, então, uma planilha com elementos chave para qualquer negócio, em apenas uma folha, e que poderia ser preenchida em 20 minutos. Esses elementos são:

– O problema que você está tentando resolver
– O público-alvo
– Nossa proposta única de valor
– Nossa solução
– Canais
– Fontes de faturamento
– Custos da estrutura
– Métricas importantes
– Nosso diferencial

A ficha pode ser acessada nesse link e parece ser bem simples. Karl Stark and Bill Stewart, fundadores da empresa de consultoria Avondale, descobriram esse novo formato e começaram a explorar cada um desses passos em uma coluna do site da revista Inc.

Na primeira delas, a dupla aborda o primeiro item, o problema que sua empresa se oferece a solucionar. Eles afirmam que precisa ser algo que valha a pena ser resolvido e que atraia um número suficiente de clientes para sustentar sua empresa. Nas próximas semanas, os dois seguirão abordando os próximos tópicos, mas a lista em si parece facilitar bastante o trabalho, não? O que vocês acham? Tentem usar a ficha e compartilhem o tempo que demoraram para fazê-lo.

Fonte: PEGN-G1 / Fotos: Shutterstock.
Postado por: Dicas de Negócios PME e Portal G2 – http://portalg2.com.br
porDenis Pereira

TRÊS MOTIVOS PARA O CRIADOR DO FACEBOOK RIR À TOA – E UM PARA SE PREOCUPAR…

No último mês, Mark Zuckerberg anunciou que sua empresa atingiu marcas importantes, mas os investidores responderam com um sinal de alerta.

Da BBC BRASIL:

Em 2004, um universitário americano de 20 anos, ainda desconhecido do público, foi chamado para participar de uma entrevista em uma grande emissora dos Estados Unidos para explicar um site que havia lançado alguns meses antes.

três motivos pelos quais Zuckerberg está rindo à toa e um para se preocupar
Mark Zuckerberg passou de desconhecido a um dos mais jovens bilionários do mundo em 11 anos (Foto: AFP)

“O que é o Facebook exatamente?”, perguntou uma jornalista a ele.
Hoje, pouco mais de uma década depois, esta pergunta não faz mais qualquer sentido – assim como chamar Mark Zuckerberg de um universitário desconhecido.
Neste período, o Facebook se tornou a rede social mais popular do planeta, presente em centenas de países, e um dos sites mais acessados na internet como um todo.
A empresa não só cresceu por conta própria como também comprou outras menores, como o serviço de mensagens WhatsApp e a rede social Instagram, e tornou-se uma corporação bilionária.
Mark Zuckerberg tornou-se um empreendedor bilionário de sucesso, o equivalente ao Bill Gates ou Steve Jobs de sua geração, e uma das vozes mais influentes do mundo.
Este feito bastaria para que ele tivesse um sorriso estampado em seu rosto todos os dias, mas, no último mês, o Facebook atingiu marcos importantes na sua autodeclarada missão de “conectar o mundo”.
No entanto, mesmo diante destas boas novas, as ações da companhia perderam valor, um sinal de alerta enviado por analistas de mercado e investidores.

Veja a seguir três motivos pelos quais Zuckerberg está rindo à toa e um para se preocupar:

Metade dos internautas do mundo usam o Facebook todo mês:

Em julho, a rede social anunciou que o número de pessoas que a usa pelo menos uma vez por mês cresceu 13% de abril a junho, para 1,49 bilhão de pessoas.
Isso equivale a metade dos 3 bilhões de internautas estimados em todo o mundo.
Junto a este aumento no número de usuários mensais veio um crescimento da receita de 39% neste trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado, para US$ 4,04 (R$ 14,2 bilhões).
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Uma em cada sete pessoas do planeta acessaram o Facebook em apenas um dia
Na última segunda-feira, o Facebook atingiu um outro marco importante: pela primeira vez, 1 bilhão de pessoas o acessaram em um único dia.
Na prática, isso significa que uma em cada sete habitantes do planeta entrou no site num período de 24 horas.
Este número dá uma noção do crescimento acelerado do Facebook nos últimos anos, pois há pouco tempo, em 2012, a empresa celebrava a marca de 1 bilhão de usuários por mês.
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Isso pode ser só o começo:
Ao anunciar a marca de 1 bilhão de usuários em um só dia, Zuckerberg disse: “Este é só o começo (de nossa missão) de conectar o mundo”.
O repórter de tecnologia Dave Lee, da BBC News, concorda com ele.
“É claro que, nos Estados Unidos e na Europa, está quase atingindo seu limite de crescimento, mas há muitos lugares onde ainda pode crescer, como África, a maioria da Ásia e parte da América Latina”, escreve Lee em um artigo recente.
“Muito em breve, ter 1 bilhão de pessoas usando o Facebook em um dia não será algo extraordinário. Vamos olhar para este dia e rir de como insignificante este marco terá se tornado.”
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Mas este crescimento tem um preço:
Pouco depois do anúncio dos resultados financeiros do último trimestre, quando a empresa anunciou que metade dos internautas do mundo o usam todo mês, as ações da empresa caíram 5%.
A queda em si não é expressiva, mas, segundo analistas, sinaliza uma preocupação do mercado com a estratégia da empresa.
O Facebook informou que seus gastos no último trimestre aumentaram 82%, para US$ 2,8 bilhões, o que fez seu lucro cair 9%, um sinal de que o aumento de sua receita não está acompanhando o ritmo de crescimento dos gastos.
Segundo Zuckerberg, isto reflete os “investimentos e melhorias” promovidos pela rede social, como um novo data center aberto para evitar que o site fique fora do ar e novas formas das pessoas se conectarem a ele.
Mas ficou claro que a forte expansão do Facebook tem um alto preço, e isso deixa seus investidores ligeiramente preocupados em relação ao futuro da empresa.
NOTÍCIA DA BBC.

Fonte: PEGN-G1 – BBC BRASIL / Fotos: AFP.
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